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ASP.NET MVC 3 – Parte 1 - .Net Magazine 81
São apresentas as principais novidades presentes do ASP.NET MVC 3, a nova versão do framework MVC da Microsoft. Ao longo dos artigos novidades como Razor View Engine, NuPack (NuGet), Dynamic views, Global filters, suporte para injeção de dependências e os novos Action Result types serão abordados.
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ASP.NET MVC 3 – Parte 1
Conhecendo as novidades da nova versão do framework MVC para .NET
O desenvolvimento de aplicações comerciais tem cada vez mais utilizado a Web como plataforma padrão. São diversos os motivos pelos quais o desenvolvimento na Web tem se popularizado tanto: facilidade no deploy das aplicações, possibilidade de atingir muitas pessoas com uma única distribuição da aplicação, um único ambiente de execução, disponibilidade da aplicação independente do local onde se está, possibilidade de atingir diversos dispositivos e mídias com uma mesma aplicação etc.
Compreendendo este cenário, a Microsoft lança o ASP.NET, uma plataforma completa para desenvolvimento de aplicações Web. O ASP.NET passa a evoluir e ganhar mercado desde meados de 2002. Passa a tornar-se uma plataforma madura e robusta para o desenvolvimento de aplicações Web, disponibilizando recursos, controles e facilidades das quais a maioria dos desenvolvedores necessitava e utilizava. Até outubro de 2007, quando foi apresentado um primeiro preview do ASP.NET MVC, a comunidade possuía apenas o ASP.NET Web Forms como opção de desenvolvimento para Web com .NET. O ASP.NET Web Forms possui também como vantagem para impulsionar e alavancar o desenvolvimento Web na plataforma .NET um modelo de desenvolvimento bastante semelhante ao de aplicações desktop, e isso faz com que diversos desenvolvedores que a princípio só sabiam desenvolver para ambientes desktop passem a desenvolver também para o ambiente Web de uma forma pouco traumática.
Apesar da existência do Web Forms para desenvolvimento Web, muitos desenvolvedores procuravam um framework para trabalhar com o padrão MVC, além de uma forma mais simples de gerar suas páginas, uma maneira que fosse livre do complexo ciclo de vida das aplicações Web Forms padrão. Além disso, muitos destes desenvolvedores procuravam também uma forma de aproximar suas aplicações da forma como a Web e o HTTP funcionam: sem estado. É neste cenário que o ASP.NET MVC começa a encontrar mercado.
Trabalhar com o padrão MVC não é apenas uma questão de gosto, este padrão de arquitetura nos ajuda a trabalhar com “separation of concerns” (separação de conceitos) em nossas aplicações. Possibilita e facilita a testabilidade, propiciando ainda o desenvolvimento utilizando TDD (falaremos mais sobre isto adiante).
Nota do DevMan
Separation of concerns, separação de conceitos ou simplesmente SoC, é uma prática ou processo no qual as partes de interesse/funcionalidade/comportamento de um software se misturam o menos possível. Cada parte conceitual de nosso software faz aquilo que deve fazer e não se sobrepõe às funcionalidades e comportamentos de outras áreas do sistema.
Breve história do ASP.NET MVC
Em março de 2009 o ASP.NET MVC chega a sua versão 1.0. Sem dúvidas este foi um importante passo para a comunidade de desenvolvimento .NET. A comunidade já vinha acompanhando o ASP.NET MVC desde sua versão CTP, e no lançamento do release 1.0 a Microsoft também liberou o código fonte do ASP.NET MVC para que a comunidade pudesse estudá-lo e possivelmente aprimorá-lo, ainda que não fazendo “commits” para o repositório do projeto.
MVC 2
Em março de 2010 é anunciado o lançamento do ASP.NET MVC 2, apenas um ano após o lançamento anterior. É um ciclo de vida bastante curto, mas que conseguiu evoluir muito a ferramenta. O ASP.NET MVC passa a tornar-se mais utilizado e ganhar mais mercado e adeptos. Livros já são publicados e as empresas começam a adotar o ASP.NET MVC sem muito receio de ser um projeto que não vai dar certo.
MVC 3
Em julho de 2010, apenas 3 meses após o lançamento da versão 2 do ASP.NET MVC é lançado um primeiro preview do ASP.NET MVC 3. Este primeiro preview já trouxe algumas das novidades mais interessantes do que está por vir no MVC 3: Razor View Engine, uma nova engine para escrita das Views no ASP.NET MVC.
Em outubro de 2010 foi anunciado o primeiro beta do ASP.NET MVC 3, passados apenas 7 meses do lançamento da última versão RTM. De fato a equipe do ASP.NET MVC está trabalhando arduamente para disponibilizar um framework robusto e que de fato atenda às necessidades do mercado e dos desenvolvedores que estão trabalhando com o mesmo.
O padrão Model View Controller
MVC (Model View Controller) é tido como um padrão de arquitetura. É um pouco diferente dos chamados Design Patterns. Podemos dizer que os padrões de arquitetura atuam em um nível superior aos padrões de design, não significando porém que um seja mais importante do que o outro, eles apenas atuam em esferas diferentes da aplicação.
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Conhecendo as novidades da nova versão do framework MVC para .NET
O desenvolvimento de aplicações comerciais tem cada vez mais utilizado a Web como plataforma padrão. São diversos os motivos pelos quais o desenvolvimento na Web tem se popularizado tanto: facilidade no deploy das aplicações, possibilidade de atingir muitas pessoas com uma única distribuição da aplicação, um único ambiente de execução, disponibilidade da aplicação independente do local onde se está, possibilidade de atingir diversos dispositivos e mídias com uma mesma aplicação etc.
Compreendendo este cenário, a Microsoft lança o ASP.NET, uma plataforma completa para desenvolvimento de aplicações Web. O ASP.NET passa a evoluir e ganhar mercado desde meados de 2002. Passa a tornar-se uma plataforma madura e robusta para o desenvolvimento de aplicações Web, disponibilizando recursos, controles e facilidades das quais a maioria dos desenvolvedores necessitava e utilizava. Até outubro de 2007, quando foi apresentado um primeiro preview do ASP.NET MVC, a comunidade possuía apenas o ASP.NET Web Forms como opção de desenvolvimento para Web com .NET. O ASP.NET Web Forms possui também como vantagem para impulsionar e alavancar o desenvolvimento Web na plataforma .NET um modelo de desenvolvimento bastante semelhante ao de aplicações desktop, e isso faz com que diversos desenvolvedores que a princípio só sabiam desenvolver para ambientes desktop passem a desenvolver também para o ambiente Web de uma forma pouco traumática.
Apesar da existência do Web Forms para desenvolvimento Web, muitos desenvolvedores procuravam um framework para trabalhar com o padrão MVC, além de uma forma mais simples de gerar suas páginas, uma maneira que fosse livre do complexo ciclo de vida das aplicações Web Forms padrão. Além disso, muitos destes desenvolvedores procuravam também uma forma de aproximar suas aplicações da forma como a Web e o HTTP funcionam: sem estado. É neste cenário que o ASP.NET MVC começa a encontrar mercado.
Trabalhar com o padrão MVC não é apenas uma questão de gosto, este padrão de arquitetura nos ajuda a trabalhar com “separation of concerns” (separação de conceitos) em nossas aplicações. Possibilita e facilita a testabilidade, propiciando ainda o desenvolvimento utilizando TDD (falaremos mais sobre isto adiante).
Nota do DevMan
Separation of concerns, separação de conceitos ou simplesmente SoC, é uma prática ou processo no qual as partes de interesse/funcionalidade/comportamento de um software se misturam o menos possível. Cada parte conceitual de nosso software faz aquilo que deve fazer e não se sobrepõe às funcionalidades e comportamentos de outras áreas do sistema.
Breve história do ASP.NET MVC
Em março de 2009 o ASP.NET MVC chega a sua versão 1.0. Sem dúvidas este foi um importante passo para a comunidade de desenvolvimento .NET. A comunidade já vinha acompanhando o ASP.NET MVC desde sua versão CTP, e no lançamento do release 1.0 a Microsoft também liberou o código fonte do ASP.NET MVC para que a comunidade pudesse estudá-lo e possivelmente aprimorá-lo, ainda que não fazendo “commits” para o repositório do projeto.
MVC 2
Em março de 2010 é anunciado o lançamento do ASP.NET MVC 2, apenas um ano após o lançamento anterior. É um ciclo de vida bastante curto, mas que conseguiu evoluir muito a ferramenta. O ASP.NET MVC passa a tornar-se mais utilizado e ganhar mais mercado e adeptos. Livros já são publicados e as empresas começam a adotar o ASP.NET MVC sem muito receio de ser um projeto que não vai dar certo.
MVC 3
Em julho de 2010, apenas 3 meses após o lançamento da versão 2 do ASP.NET MVC é lançado um primeiro preview do ASP.NET MVC 3. Este primeiro preview já trouxe algumas das novidades mais interessantes do que está por vir no MVC 3: Razor View Engine, uma nova engine para escrita das Views no ASP.NET MVC.
Em outubro de 2010 foi anunciado o primeiro beta do ASP.NET MVC 3, passados apenas 7 meses do lançamento da última versão RTM. De fato a equipe do ASP.NET MVC está trabalhando arduamente para disponibilizar um framework robusto e que de fato atenda às necessidades do mercado e dos desenvolvedores que estão trabalhando com o mesmo.
O padrão Model View Controller
MVC (Model View Controller) é tido como um padrão de arquitetura. É um pouco diferente dos chamados Design Patterns. Podemos dizer que os padrões de arquitetura atuam em um nível superior aos padrões de design, não significando porém que um seja mais importante do que o outro, eles apenas atuam em esferas diferentes da aplicação.
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2 COMENTÁRIOS
Thyago Quintas
Quebrei um pouco a cabeça para começar a entender mas agora acredito que entendi, no primeiro exemplo tentei interpretar o que foi feito mas não ficou tão simples então vou escrever o que fiz que deu certo:
Model:
Criar uma class com o código de declaração das variáveis e um construtor que recebe as variáveis.
No caso chamei de Produto a classe:
public class Produto
{
public int Id { get; set; }
public string Descricao { get; set; }
public double Valor { get; set; }
public Produto()
{
}
public Produto(int Id, string Descricao, double Valor)
{
this.Id = Id;
this.Descricao = Descricao;
this.Valor = Valor;
}
}
Controller:
Como vamos criar uma pasta chamada Produtos na View o nome do controller deve chamar ProdutosController.cs (Não sei se isso está certo, mas foi o que li por ai).
Então ele fica com o código que está disponível no primeiro exemplo:
public class ProdutosController : Controller
{
//
// GET: /Produto/
public ActionResult Index()
{
return View();
}
public ActionResult Listar()
{
var produtos = new List<Produto>
{
new Produto {Id = 10, Descricao = "Livro ASP.NET MVC", Valor = 50.35},
new Produto {Id = 3, Descricao = "Celular moderno", Valor = 150.99},
new Produto {Id = 120, Descricao = "Powerball", Valor = 22.99},
new Produto {Id = 876, Descricao = "Caneca para café", Valor = 9.75},
new Produto {Id = 13, Descricao = "Livro Design Patterns", Valor = 43.23}
};
return View(produtos);
}
}
lembrando de colocar o "use NomeDoProjeto.Model;"
Views
Então criar a pasta "Produtos" nas views e dentro da pasta criar a view com o nome de Listar.cshtml, que ai sim entraria o resto do código também disponível:
<ul>
@foreach (var produto in Model)
{
<li>
@produto.Id.ToString("000") -
<strong>@produto.Descricao</strong> -
R$ <span style="color: red;">@produto.Valor.ToString("N2")</span>
</li>
}
</ul>
Lembrando que para criar a View você adiciona na View Data Class o IEnumerable<NomeDoProjeto..Models.Produto> que é o nome do Model.
Na hora de executar lembrar de colocar o endereço http://localhost:1234/Produtos/Listar
Não sei se isso tudo que falei está totalmente correto mas aqui funcionou.
Abraços,
Thyago Quintas
[há +1 ano] -
Responder

Sisecom Sistemas Ltda A/c Fabio Barreto
MUITO CONFUSA A MATÉRIA.
[há +1 mês] -
Responder
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ASP.NET MVC – Criando estruturas para Injeção de Dependência com o MVC Turbine no Visual Studio 2010
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Vinicius Quaiato
Space do autor
Trabalha com desenvolvimento de software há cerca de 4 anos, especificamente com tecnologias Microsoft .NET. Aficcionado por arquitetura e boas práticas. Atualmente trabalha com desenvolvimento e arquitetura de aplicações SOA. Atua na comunidade .Net Architects e coordena o grupo de Coding Dojo da m...
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