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Boas práticas com PostgreSQL e Java - Java Magazine 85
Técnicas, atividades ou recomendações do que a experiência leva a crer ser o mais efetivo de ser praticado no PostgreSQL. São recomendações para a Linguagem de Definição de Dados (DDL), técnicas para otimizar as consultas e orientações para criar aplicações menos vulneráveis.
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Boas práticas com PostgreSQL e Java
Técnicas de otimização e segurança para programadores
Entenda o que o desenvolvedor precisa saber para obter melhor desempenho e cercar-se de maior segurança em suas aplicações
De que se trata o artigo:
Técnicas, atividades ou recomendações do que a experiência leva a crer ser o mais efetivo de ser praticado no PostgreSQL. São recomendações para a Linguagem de Definição de Dados (DDL), técnicas para otimizar as consultas e orientações para criar aplicações menos vulneráveis.
Para que serve:
Oferecer um conjunto de boas práticas que, se forem seguidas, podem produzir consultas melhor estruturadas e bancos de dados bem planejados. Além desses objetivos, algumas recomendações tornam o trabalho do desenvolvedor mais efetivo e levam a sistemas mais seguros, menos sujeitos a uso mal intencionado.
Em que situação o tema é útil:
As boas práticas sugeridas começam a surtir efeito à medida que o sistema vai sendo utilizado e as tabelas vão sendo povoadas. Com o passar do tempo, o banco de dados tende a exigir mais processamento, mais memória, gerar gargalos na rede e degradar o desempenho se medidas de otimização não forem tomadas desde o início do desenvolvimento do sistema.
Boas práticas com PostgreSQL e Java:
É comum nos depararmos com aplicações sem preocupação com a normalização, criadas por desenvolvedores que desconhecem os fundamentos de banco de dados. Essa falta de conhecimento leva a criação de código sem eficiência, com baixo desempenho e o que é pior, sem o mínimo de segurança. Este artigo apresenta algumas recomendações para criarmos aplicações mais eficientes e mais seguras usando o PostgreSQL. O conhecimento do funcionamento do PG é fundamental para a implementação das boas práticas. Alguns exemplos em Java são usados para mostrar na prática as recomendações sugeridas e apresentar também a união bem sucedida das duas ferramentas.
As operações de banco de dados podem se tornar o principal gargalo em aplicações stand alone ou web. E é papel do desenvolvedor também se preocupar com as questões de segurança e desempenho no acesso aos dados, não deixando que tudo fique sob a responsabilidade do Administrador de Banco de Dados (DBA). Os programadores devem fazer a sua parte, criando tabelas estruturadas adequadamente e escrevendo código e consultas otimizadas. Neste artigo serão abordadas algumas orientações neste aspecto, direcionadas aos desenvolvedores e DBAs.
Boas práticas é uma expressão traduzida do inglês best practices, usada para denominar técnicas, métodos, processos, atividades ou recomendações do que se acredita ser mais efetivo para realizar determinada tarefa. No entanto, segundo o BusinessDictionary.com, não existe boa prática que seja boa para todas as pessoas e em qualquer situação, e nenhuma boa prática permanece por muito tempo sendo a melhor, visto que as pessoas continuam procurando maneiras cada vez melhores de fazer as coisas.
Devido à popularização da expressão, as pessoas às vezes a usam para se referir a regras. E como vimos anteriormente na definição, pode-se afirmar que boas práticas são sugestões feitas por pessoas que experimentaram tais técnicas e obtiveram resultado satisfatório. Portanto, não tome as orientações expostas no texto como sendo definitivas e infalíveis. Use as recomendações como ponto de partida, principalmente se você tiver pouca experiência com o PostgreSQL (PG). À medida que você se tornar mais fluente na utilização do Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) faça novos testes até encontrar soluções adequadas às suas necessidades.
O PostgreSQL na prática
PostgreSQL é um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Objeto-Relacional (SGBDOR) baseado no Postgres 4.2, desenvolvido pelo Departamento de Ciência da Computação da Universidade da Califórnia, em Berkeley. O PostgreSQL é disponibilizado sob licença open source liberal: você tem a liberdade de usar, modificar e distribuir o PG em qualquer forma que você preferir, código aberto ou fechado. Além desta, muitas vantagens são relacionadas tanto no site do SGBD quanto por usuários satisfeitos, mas sua utilização na prática requer algumas informações que não são facilmente encontradas.
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Técnicas de otimização e segurança para programadores
Entenda o que o desenvolvedor precisa saber para obter melhor desempenho e cercar-se de maior segurança em suas aplicações
De que se trata o artigo:
Técnicas, atividades ou recomendações do que a experiência leva a crer ser o mais efetivo de ser praticado no PostgreSQL. São recomendações para a Linguagem de Definição de Dados (DDL), técnicas para otimizar as consultas e orientações para criar aplicações menos vulneráveis.
Para que serve:
Oferecer um conjunto de boas práticas que, se forem seguidas, podem produzir consultas melhor estruturadas e bancos de dados bem planejados. Além desses objetivos, algumas recomendações tornam o trabalho do desenvolvedor mais efetivo e levam a sistemas mais seguros, menos sujeitos a uso mal intencionado.
Em que situação o tema é útil:
As boas práticas sugeridas começam a surtir efeito à medida que o sistema vai sendo utilizado e as tabelas vão sendo povoadas. Com o passar do tempo, o banco de dados tende a exigir mais processamento, mais memória, gerar gargalos na rede e degradar o desempenho se medidas de otimização não forem tomadas desde o início do desenvolvimento do sistema.
Boas práticas com PostgreSQL e Java:
É comum nos depararmos com aplicações sem preocupação com a normalização, criadas por desenvolvedores que desconhecem os fundamentos de banco de dados. Essa falta de conhecimento leva a criação de código sem eficiência, com baixo desempenho e o que é pior, sem o mínimo de segurança. Este artigo apresenta algumas recomendações para criarmos aplicações mais eficientes e mais seguras usando o PostgreSQL. O conhecimento do funcionamento do PG é fundamental para a implementação das boas práticas. Alguns exemplos em Java são usados para mostrar na prática as recomendações sugeridas e apresentar também a união bem sucedida das duas ferramentas.
As operações de banco de dados podem se tornar o principal gargalo em aplicações stand alone ou web. E é papel do desenvolvedor também se preocupar com as questões de segurança e desempenho no acesso aos dados, não deixando que tudo fique sob a responsabilidade do Administrador de Banco de Dados (DBA). Os programadores devem fazer a sua parte, criando tabelas estruturadas adequadamente e escrevendo código e consultas otimizadas. Neste artigo serão abordadas algumas orientações neste aspecto, direcionadas aos desenvolvedores e DBAs.
Boas práticas é uma expressão traduzida do inglês best practices, usada para denominar técnicas, métodos, processos, atividades ou recomendações do que se acredita ser mais efetivo para realizar determinada tarefa. No entanto, segundo o BusinessDictionary.com, não existe boa prática que seja boa para todas as pessoas e em qualquer situação, e nenhuma boa prática permanece por muito tempo sendo a melhor, visto que as pessoas continuam procurando maneiras cada vez melhores de fazer as coisas.
Devido à popularização da expressão, as pessoas às vezes a usam para se referir a regras. E como vimos anteriormente na definição, pode-se afirmar que boas práticas são sugestões feitas por pessoas que experimentaram tais técnicas e obtiveram resultado satisfatório. Portanto, não tome as orientações expostas no texto como sendo definitivas e infalíveis. Use as recomendações como ponto de partida, principalmente se você tiver pouca experiência com o PostgreSQL (PG). À medida que você se tornar mais fluente na utilização do Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) faça novos testes até encontrar soluções adequadas às suas necessidades.
O PostgreSQL na prática
PostgreSQL é um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Objeto-Relacional (SGBDOR) baseado no Postgres 4.2, desenvolvido pelo Departamento de Ciência da Computação da Universidade da Califórnia, em Berkeley. O PostgreSQL é disponibilizado sob licença open source liberal: você tem a liberdade de usar, modificar e distribuir o PG em qualquer forma que você preferir, código aberto ou fechado. Além desta, muitas vantagens são relacionadas tanto no site do SGBD quanto por usuários satisfeitos, mas sua utilização na prática requer algumas informações que não são facilmente encontradas.
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Carlos Araújo
Space do autor
É professor do curso de Sistemas de Informação no Centro Universitário Luterano de Santarém – Pará. Leciona Estruturas de Dados e Linguagem de Programação Orientada a Objetos usando Java, desenvolve sistemas há 20 anos e é certificado SCJP. Mantém o blog http://professorcarlos.blogspot.com.
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