Artigo SQL Magazine 68 - Desvendando o Oracle Data Integrator
Uso da ferramenta Oracle Data Integrator (ODI) para a construção de processos ETL (Extract, Transform, Load). Neste artigo, utilizaremos o ODI para integrar dados de diferentes origens (SGBD Oracle, Firebird e arquivo texto) para uma base de destino Oracle.
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Desvendando o Oracle Data Integrator
Integrando dados de diferentes origens
De que trata o artigo:
Uso da ferramenta Oracle Data Integrator (ODI) para a construção de processos ETL (Extract, Transform, Load). Neste artigo, utilizaremos o ODI para integrar dados de diferentes origens (SGBD Oracle, Firebird e arquivo texto) para uma base de destino Oracle.
Para que serve:
O ODI nos permite transformar o trabalho, muitas vezes maçante, da construção de processos ETLs, em interfaces e fluxos de fácil desenvolvimento, manutenção e visualização.
Em que situação o tema é útil:
Além de padronizar e otimizar processos de ETL, o ODI é capaz de fazer a integração de diferentes tecnologias e bancos de dados em um único lugar, facilitando o trabalho de qualquer projeto que necessite fazer integração de dados.
Para retomarmos a estrutura apresentada no artigo publicado na SQL Magazine 65, vamos relembrar de que maneira está estruturada e armazenada as tabelas envolvidas no processo de ETL. Como explicado, embora nosso modelo esteja em um DER único, nossas origens estão armazenadas em estruturas diferentes: as tabelas Cliente, TipoCliente, Venda e Vendedor estão alocadas no banco de dados ORACLE; as tabelas Grupo, Item e ItVenda estão no FIREBIRD; e ainda vamos utilizar uma fonte de dados oriunda de arquivo texto.
Para facilitar o entendimento e a leitura dos tópicos apresentados a seguir, vamos disponibilizar no contexto da estrutura relacional apresentada no primeiro artigo, todas as DDL´s e DML’s envolvidas nos processos descritos. Estes scripts podem ser obtidos no site da revista SQL Magazine.
Iniciando o desenvolvimento
Depois de configurada todas as Topologias (passos apresentados na primeira parte do artigo), vamos iniciar o desenvolvimento no módulo Designer. A primeira tarefa que temos é criar um novo projeto. Na aba Projetos do Módulo Designer devemos clicar com o botão direito e escolher a opção “Inserir Projeto”. Vamos nomear nosso projeto como “PROJETO_ETL” conforme Figura 1.
Figura 1. Inserindo Projeto de ETL.
Ainda na Figura 1 vamos explorar alguns conceitos importantes. Na “Primeira Pasta” localizam-se os nossos objetos criados no ODI que são disponibilizados em estruturas de pastas para uma melhor organização. Porém, uma pasta sempre contém um conjunto de três tipos de objetos: Pacotes, Interfaces e Procedimentos.
· Pacotes: são os objetos que servirão para modelar o nosso fluxo no processo de ETL. No pacote são armazenados os objetos utilizados e a ligação entre eles. Depois que finalizamos a construção de um pacote, geramos a partir dele, um Cenário, que é a versão “compilada” do nosso pacote. Façamos uma analogia a um programa “comum”. Os pacotes contêm os arquivos fonte do programa e os cenários são os executáveis gerados a partir dos arquivos fonte;
· Interfaces: são os objetos que realmente fazem o trabalho de ETL. Nas interfaces são definidas as tabelas de origem, de destino e quais as regras serão aplicadas no processo de ETL;
· Procedimentos: como o nome indica, são objetos em que são escritos qualquer tipo de procedimento “extra” que se faça necessário no processo de ETL. Podemos criar procedimentos que contenham vários tipos de códigos, de diferentes tecnologias suportadas pelo ODI, como por exemplo, escrever um procedimento em PL/SQL, em Java, em Jython, etc.
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2 COMENTÁRIOS
Parabéns!

Grato,
Alex
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