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Replicação no MySQL 5.5 - SQL Magazine 84
Este artigo tem o objetivo de introduzir o leitor em práticas que o levarão à configuração de um ambiente simples, buscando ensinar a parte principal do modelo de replicação assíncrona e semi-síncrona entre servidores de bancos de dados MySQL localizados em máquinas diferentes.
SQL Magazine 84
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Replicação no MySQL 5.5
Semi-synchronous Replication na Prática – Parte 2
Neste artigo, iremos abordar mais uma solução possível quando se utiliza um servidor de bancos de dados tão flexível quanto o MySQL. São muitas as possibilidades, que daria para escrever uma revista inteira somente com o assunto mais quente no momento na comunidade de usuários do MySQL: escalabilidade ou Scale-Out. Quente por que algumas das maiores empresas de internet utilizam o MySQL como o principal de produto de armazenamento e manipulação direta de dados, tais como Facebook, Yahoo!, Google, Twitter, Zappos, Amazon, Banco BMG, Lojas Americanas, NASA, Catho, Imasters e Smart GEO. Todas estas empresas têm testemunhos muito positivos em relação à utilização do MySQL, ao suporte e consultoria que lhe são oferecidos pela Oracle e estão se adaptando para escalar mais ainda os seus aplicativos no sentido de garantir que haja escalabilidade no cruzamento Tecnologia da Informação x Negócios.
Desde a última conferência de usuários do MySQL, a MySQL User Conference, que acontece todo ano na cidade de Santa Clara na Califórnia, Edward Screeven, que atualmente é o executivo que está no comando do MySQL, anunciou um recurso muito interessante o qual já nos deu a possibilidade de trabalhar melhor questões ligadas à escalabilidade horizontal. Com isso, com a nova versão do MySQL que está em preparação pela Oracle, contaremos com a semi-synchronous replication que acaba com o problema do atraso (delay) na entrega da informação. Tais problemas aparecem em empresas por problemas de má configuração do MySQL ou ainda problemas de latência na rede LAN/WAN que está utilizando.
Aproveitando essa deixa, vamos falar de conteúdo prático e como vamos conceber nosso ambiente no contexto desse artigo. Além das máquinas que serão utilizadas, adicionaremos nessa segunda parte do artigo mais um componente bastante interessante que faz uma espécie de balanceamento de carga (load-balacing) entre servidores de bancos de dados MySQL SLAVE, ou seja, vamos o utilizar MySQL Proxy, cujo seu papel em nosso ambiente será explicado ao longo deste artigo. Além disso, nosso modelo de replicação contará com quatro máquinas, sendo uma rodando uma instância do MySQL que será a MASTER, outras duas máquinas que serão os SLAVEs, e finalmente a última máquina que somente rodará o MySQL Proxy. Talvez você esteja se perguntando: “uma máquina somente para o mysql-proxy?”. É isso mesmo! Pois ela receberá muitas conexões requisitando dados e terá que rotear as consultas para o servidor menos ocupado, ou seja, ele será o carrasco que fará os SLAVEs trabalharem sem parar.
Topologia e Configurações
Utilizaremos a topologia que tem o nome de topologia em árvore, utilizando um MASTER e dois SLAVEs, ficando da seguinte forma, descrita na Figura 1.
Todas as máquinas foram previamente criadas em um host (hospedeiro) rodando o sistema operacional CentOS versão 5.5. Dentro do CentOS, o software de virtualização escolhido foi o Oracle VirtualBox, por ser uma opção leve, intuitiva, amigável e de fácil configuração. Para mais informações sobre o Oracle VirtualBox, acesse www.virtualbox.org.
Após instalar e atualizar os sistemas operacionais, efetuar as configurações de rede e colocar a coisa para funcionar, baixe o pacote “.tar” que reúne todos os pacotes de MySQL que deverão ser instalados (instale somente o client, o server e o shared). A nossa primeira listagem (Listagem 1) nos mostrará os comandos Linux para a instalação dos pacotes.
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Semi-synchronous Replication na Prática – Parte 2
Neste artigo, iremos abordar mais uma solução possível quando se utiliza um servidor de bancos de dados tão flexível quanto o MySQL. São muitas as possibilidades, que daria para escrever uma revista inteira somente com o assunto mais quente no momento na comunidade de usuários do MySQL: escalabilidade ou Scale-Out. Quente por que algumas das maiores empresas de internet utilizam o MySQL como o principal de produto de armazenamento e manipulação direta de dados, tais como Facebook, Yahoo!, Google, Twitter, Zappos, Amazon, Banco BMG, Lojas Americanas, NASA, Catho, Imasters e Smart GEO. Todas estas empresas têm testemunhos muito positivos em relação à utilização do MySQL, ao suporte e consultoria que lhe são oferecidos pela Oracle e estão se adaptando para escalar mais ainda os seus aplicativos no sentido de garantir que haja escalabilidade no cruzamento Tecnologia da Informação x Negócios.
Desde a última conferência de usuários do MySQL, a MySQL User Conference, que acontece todo ano na cidade de Santa Clara na Califórnia, Edward Screeven, que atualmente é o executivo que está no comando do MySQL, anunciou um recurso muito interessante o qual já nos deu a possibilidade de trabalhar melhor questões ligadas à escalabilidade horizontal. Com isso, com a nova versão do MySQL que está em preparação pela Oracle, contaremos com a semi-synchronous replication que acaba com o problema do atraso (delay) na entrega da informação. Tais problemas aparecem em empresas por problemas de má configuração do MySQL ou ainda problemas de latência na rede LAN/WAN que está utilizando.
Aproveitando essa deixa, vamos falar de conteúdo prático e como vamos conceber nosso ambiente no contexto desse artigo. Além das máquinas que serão utilizadas, adicionaremos nessa segunda parte do artigo mais um componente bastante interessante que faz uma espécie de balanceamento de carga (load-balacing) entre servidores de bancos de dados MySQL SLAVE, ou seja, vamos o utilizar MySQL Proxy, cujo seu papel em nosso ambiente será explicado ao longo deste artigo. Além disso, nosso modelo de replicação contará com quatro máquinas, sendo uma rodando uma instância do MySQL que será a MASTER, outras duas máquinas que serão os SLAVEs, e finalmente a última máquina que somente rodará o MySQL Proxy. Talvez você esteja se perguntando: “uma máquina somente para o mysql-proxy?”. É isso mesmo! Pois ela receberá muitas conexões requisitando dados e terá que rotear as consultas para o servidor menos ocupado, ou seja, ele será o carrasco que fará os SLAVEs trabalharem sem parar.
Topologia e Configurações
Utilizaremos a topologia que tem o nome de topologia em árvore, utilizando um MASTER e dois SLAVEs, ficando da seguinte forma, descrita na Figura 1.
Todas as máquinas foram previamente criadas em um host (hospedeiro) rodando o sistema operacional CentOS versão 5.5. Dentro do CentOS, o software de virtualização escolhido foi o Oracle VirtualBox, por ser uma opção leve, intuitiva, amigável e de fácil configuração. Para mais informações sobre o Oracle VirtualBox, acesse www.virtualbox.org.
Após instalar e atualizar os sistemas operacionais, efetuar as configurações de rede e colocar a coisa para funcionar, baixe o pacote “.tar” que reúne todos os pacotes de MySQL que deverão ser instalados (instale somente o client, o server e o shared). A nossa primeira listagem (Listagem 1) nos mostrará os comandos Linux para a instalação dos pacotes.
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Wagner Bianchi
Space do autor
Wagner Bianchi é Tecnólogo em Gerenciamento de Bancos de Dados pela Faculdade Infórium de Tecnologia, Pós-Graduando em Administração Estratégica de Empresas (Executivo Jr.) pela Fundação Getúlio Vargas no Minas Business Institute, Consultor em Desenvolvimento de Sistemas pela INFODBA C&T, empresa on...
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