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Variabilidade em Linha de Produto de Software - Engenharia de Software 33
Neste artigo veremos o conceito de variabilidade em linha de produto de software e como é possível identificar, delimitar e representar variabilidades por meio de modelos UML.
Engenharia de Software Magazine 33
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Variabilidade em Linha de Produto de Software
Neste artigo veremos como é possível identificar, delimitar e representar variabilidade em modelos de casos de uso, classes e componentes de linha de produto de software (LP) baseados na notação UML (Unified Modeling Language). Para tanto, utilizaremos a LP Arcade Game Maker (AGM) do Software Engineering Institute (SEI) para ilustrar os respectivos conceitos.
Linha de produto de software
A abordagem de linha de produto de software (LP) vem se consolidando com o passar dos anos como uma forma efetiva de reutilização de artefatos de software tanto na indústria quanto na academia [2][6][11]. Várias são as abordagens existentes na literatura que visam à melhoria do processo de adoção e desenvolvimento de LP, com base em conceitos amplamente conhecidos, como desenvolvimento baseado em componentes e arcabouços (frameworks) [3][8].
Uma LP representa um conjunto de sistemas de software que compartilham características comuns e gerenciáveis, que satisfazem as necessidades de um segmento particular do mercado ou de uma missão [1]. Esse conjunto de sistemas de software é também chamado de família de produtos. Os membros da família são produtos específicos desenvolvidos de maneira sistemática a partir da instanciação de uma infraestrutura comum de uma LP, chamada de núcleo de artefatos .
O núcleo de artefatos é essencial para o desenvolvimento de LP, além de formar a sua base. Normalmente inclui a Arquitetura de LP (ALP), componentes reusáveis, modelos de domínios, requisitos da LP, planos de teste e modelos de características e de variabilidades.
O desenvolvimento de LP segue, normalmente, duas atividades etapas: a Engenharia de Domínio, que tem como objetivo desenvolver o núcleo de artefatos e Engenharia de Aplicação, na qual será instanciado o núcleo de artefatos para gerar diferentes produtos.
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Neste artigo veremos como é possível identificar, delimitar e representar variabilidade em modelos de casos de uso, classes e componentes de linha de produto de software (LP) baseados na notação UML (Unified Modeling Language). Para tanto, utilizaremos a LP Arcade Game Maker (AGM) do Software Engineering Institute (SEI) para ilustrar os respectivos conceitos.
Linha de produto de software
A abordagem de linha de produto de software (LP) vem se consolidando com o passar dos anos como uma forma efetiva de reutilização de artefatos de software tanto na indústria quanto na academia [2][6][11]. Várias são as abordagens existentes na literatura que visam à melhoria do processo de adoção e desenvolvimento de LP, com base em conceitos amplamente conhecidos, como desenvolvimento baseado em componentes e arcabouços (frameworks) [3][8].
Uma LP representa um conjunto de sistemas de software que compartilham características comuns e gerenciáveis, que satisfazem as necessidades de um segmento particular do mercado ou de uma missão [1]. Esse conjunto de sistemas de software é também chamado de família de produtos. Os membros da família são produtos específicos desenvolvidos de maneira sistemática a partir da instanciação de uma infraestrutura comum de uma LP, chamada de núcleo de artefatos .
O núcleo de artefatos é essencial para o desenvolvimento de LP, além de formar a sua base. Normalmente inclui a Arquitetura de LP (ALP), componentes reusáveis, modelos de domínios, requisitos da LP, planos de teste e modelos de características e de variabilidades.
O desenvolvimento de LP segue, normalmente, duas atividades etapas: a Engenharia de Domínio, que tem como objetivo desenvolver o núcleo de artefatos e Engenharia de Aplicação, na qual será instanciado o núcleo de artefatos para gerar diferentes produtos.
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2 COMENTÁRIOS
Alessandro Ferreira Leite
A experiência de ler utilizando o leitor da devmedia não é nada agradável.
Além do mais, quando contratei a revista, contratei para ler em PDF. Por isso, vou procurar os meus direitos junto aos órgão competentes.
Além do mais, quando contratei a revista, contratei para ler em PDF. Por isso, vou procurar os meus direitos junto aos órgão competentes.
[há +1 ano] -
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Devmedia - Equipe De Moderação
Alessandro,
A revista Engenharia de Software permanece disponibilizada no formato pdf, assim como foi informado no momento da assinatura.
Contudo, para aqueles que gostam de utilizar o nosso leitor digital, os mesmos tem uma surpresa: 2 artigos são disponibilizados naquela versão. Ou seja, a versão pdf continua inalterada, porém, através da mesma, fizemos o anuncio de 2 artigos que estão sendo disponibilizados no novo formato. A DevMedia continua cumprindo com o q foi acordado com os seus clientes e manteve a revista no formato pdf.
A revista Engenharia de Software permanece disponibilizada no formato pdf, assim como foi informado no momento da assinatura.
Contudo, para aqueles que gostam de utilizar o nosso leitor digital, os mesmos tem uma surpresa: 2 artigos são disponibilizados naquela versão. Ou seja, a versão pdf continua inalterada, porém, através da mesma, fizemos o anuncio de 2 artigos que estão sendo disponibilizados no novo formato. A DevMedia continua cumprindo com o q foi acordado com os seus clientes e manteve a revista no formato pdf.
[há +1 ano] -
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canal Engenharia
Edson A. Oliveira Junior
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Doutor em Ciência da Computação pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador ativo na comunidade de Engenharia de Software, tendo como temas principais: processo de software, linha de produto de software, arquitetura de software e aval...
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