ALM – O que é isso? – Parte 03

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Veremos nesta continuação templates de processo.



Por:  Marcus Garcia – Especialista ALM /  Microsoft - MVP

 

Templates de processo

Neste momento, o TFS fornece somente dois templates de processos, ambos derivações evoluídas do MSF - Microsoft Solutions Framework. São eles: MSF for Agile Software Development e MSF for CMMI Process Improvement. Para estudar estes processos fornecidos pela metodologia e automatizados pela ferramenta você deve ler o Process Guidance, guia que é disponibilizado pelo VSTS por padrão e pode ser visualizado na janela Team Explorer (ver mais adiante na demonstração prática).

Por trás destes processos, existem conceitos importantes de serem compreendidos para o pleno funcionamento das propostas de controle, gestão e automação de informações sobre o projeto em desenvolvimento. Muitos destes conceitos que apresentaremos agora são válidos para as duas metodologias, contudo ressaltamos que nos baseamos no MSF for Agile Software Development. Na medida do possível traduziremos todos os termos para português. Raras exceções serão mantidas visando não definir uma "tradução" inadequada ao termo em nossa língua.

Papéis: São responsabilidades pré-estabelecidas e com foco especialista que colaboradores do time do projeto assumem ao início do mesmo. Um colaborador pode ter mais de um papel e a lista de papéis sugerida é: Gerente de Programa, Gerente de Produto, Gerente de Versão, Arquiteto, Desenvolvedor, Analista de Testes e Representante de Usuários.

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Grupo de Atividades e Atividades: Papéis realizam alguma atividade, que são agrupadas em grupos de atividades. As atividades produzem produtos e possuem uma classificação de estado. Uma atividade pode conter um ou mais itens de trabalho. Os resultados das atividades são chamados de produtos ou "work products". Work products são tipicamente documentos, códigos fontes, planos de projetos e qualquer outro tipo de resultado que agrega valor ao projeto. Resumidamente podemos hierarquizar como:

Grupo de atividades ou "workstreams"

Atividades ou "activities"

Itens de trabalho ou "work items"

Tarefas ou "tasks"

Usuários e grupo de usuários: Colaboradores do projeto precisam fazer login em sua estação de trabalho como um usuário válido e definido no Team Explorer do Visual Studio Team System. É conforme o papel deste usuário que determinadas funcionalidades e permissões de uso estarão liberadas para que o mesmo utilize-as. Aplicar o conceito de grupo de usuários é um facilitador que incrementa a segurança e a administração do projeto, permitindo a implementação de regras associadas ao grupo. Imagine cadastrar uma série de políticas e ter que aplicar uma a uma para cada usuário, seria no mínimo improdutivo - concorda?

Work Item Database e Metric Warehouse: Todas as informações planejadas ou inseridas no Team Project são gerenciadas dentro de um banco de dados SQL Server 2005. Estes registros são chamados de work items e podem trilhar os estados das atividades ou tarefas dentro deles. Existe uma série de consultas ao banco de dados preparadas que fornecem relatórios e gráficos em tempo real permitindo a visualização de como "anda a saúde" de seu projeto.

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Source Control: O Team Foundation Version Control é em nosso ponto de vista a primeira e mais fácil justificativa para você adotar o VSTS em seu time de projeto. Suas diferenças positivas em comparação com o Visual SourceSafe e outras ferramentas concorrentes de mercado são tão significativas que seria o mesmo que comparar, fazendo uma analogia, uma prancha de surf com um jet ski. Os work products como código fonte e arquivos de textos são armazenados nele. Os demais work products como planilhas, documentos binários e etc são armazenados e gerenciados pelo project portal, que tem por trás dele as funcionalidades do WSS - Windows SharePoint Services.

Project Portal: Através de um site automaticamente disponibilizado pelo Visual Studio Team System, gerentes de projeto, gerentes de produto, usuários e quaisquer papéis que possamos classificar como "stakeholder" podem ter acesso a informações importantes e atualizadas sobre o projeto como, por exemplo, índices de produtividade e qualidade do mesmo. Outro ponto positivo é que o portal aplica o conceito "user friendly" possibilitando usuários "comuns" visualizarem estas informações.

Ciclos e iterações: A integração do MSF com o VSTS permite a aplicação rápida de técnicas de desenvolvimento baseadas em ciclos e iterações. Um cenário típico de utilização é ter ciclos curtos que compreendem iterações com focos específicos. Iterações curtas possibilitam a redução da margem de erro em suas estimativas, pois proporcionam rápido retorno comparativo entre o planejado e o realizado dentro do seu projeto. Pelo conceito do MSF, cada iteração deveria resultar em um pedaço estável do "todo", propiciando a evolução perceptível dos resultados do projeto.

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Mindset ou em nossa tradução livre, "atitude": A comunhão entre MSF e VSTS defende uma série de atitudes que devem ser incorporadas pelo time de projeto para o máximo proveito da automação fornecida pela ferramenta. Estas atitudes são amplamente explicadas na documentação que acompanha a metodologia escolhida na hora de utilizar a ferramenta. Algumas destas atitudes são subjetivas como por exemplo "incentive a comunicação aberta" e outras são bem objetivas como por exemplo "promova entregáveis com freqüência".

 
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