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Artigo WebMobile 23 - Conferindo o tempo com Android
Artigo publicado pela revista WebMobile edição 23.

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Android
Conferindo o tempo com Android
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De que se trata o artigo:
Comunicação com web services fazendo uso da plataforma aberta Android.
Para que serve:
Desenvolver aplicações Android para sistemas distribuídos, aproveitando-se da característica de interoperabilidade de web services de forma a economizar banda e processamento.
Em que situação o tema é útil:
Quando se deseja integrar uma aplicação Android a um serviço web já existente. Mais especificamente neste artigo, serviços web RESTful que utilizam JSON como formato de troca de informações.
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Web services tem sido a maneira mais adotada na indústria para integrar suas aplicações com novos partners, fornecer serviços poderosos aos consumidores e garantir interoperabilidade entre seus sistemas distribuídos ao mesmo tempo em que novas funcionalidades são liberadas.
Neste artigo você vai descobrir como acessar e utilizar estes serviços com Android.
Por onde começar?
A primeira decisão a ser tomada é escolher um estilo de arquitetura de software, ou seja, um conjunto de regras de design que identificam os tipos de componentes a serem utilizados para compor nosso sistema.
Visto que estamos trabalhando com web services e não podemos esquecer que nosso client será um dispositivo móvel com limitações de memória, processamento e energia, escolhemos o uso de web services RESTful (REpresentational State Transfer) - um design que abraça uma arquitetura cliente-servidor sem estado, em que os serviços web são encarados como recursos e podem ser identificados por suas URLs (ler Nota DevMan 1). Os clientes deste serviço devem acessar uma representação particular do recurso que desejam, transferindo o conteúdo de um conjunto de métodos remotos definidos globalmente, que descrevem uma ação a ser realizada sobre o recurso.
A nossa principal vantagem no ponto de vista de cliente do serviço é que o uso de RESTful implica num menor uso de banda, pois o uso de um protocolo SOAP exigiria um custo muito alto devido ao seus headers, camadas adicionais de elementos SOAP e a interpretação do XML.
Então, por motivos de processamento e banda, escolhemos JSON (JavaScript Object Notation) como nosso formato de troca de mensagens - além da leveza, JSON nos oferece a interpretação instantânea da mensagem como código javascript pelo browser, caso este seja utilizado (ler Nota DevMan 2).
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