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Artigo Java Magazine 75 - Introdução a Web Services
Aprenda a teoria por trás dos web services e implemente seu primeiro serviço
Java Magazine 75
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Introdução a Web Services
Da teoria à implementação de seu primeiro serviço web
Aprenda a teoria por trás dos web services e implemente seu primeiro serviço
De que se trata o artigo:
Conceitos básicos sobre Web Services e prática com a criação de um serviço simples que recebe uma String como parâmetro e retorna a mesma String concatenada com “alo”. O exemplo é desenvolvido utilizando-se o servidor de aplicação WebSphere Community Edition.
Para que serve:
Dar ao leitor uma visão conceitual sobre Web Services e apresentar um exemplo prático que permita ao mesmo continuar seus estudos e se aprofundar no tema.
Em que situação o tema é útil:
No mercado de trabalho existe uma alta demanda por mão de obra qualificada em Java e que seja capaz de trabalhar com Web Services.
Introdução a Web Services:
O artigo começa introduzindo o leitor na atual conjuntura de integração e reusabilidade nas empresas e onde os Web Services se encaixam. Passamos pela anatomia básica de um Web Service explicando o lado cliente e servidor, e como a comunicação ocorre utilizando o protocolo SOAP. Explicados os conceitos, partimos para o desenvolvimento de um Web Service simples que recebe um parâmetro e retorna o mesmo concatenando-o com “alo”. Para finalizar, desenvolvemos um cliente que irá consumir este serviço.
Os web services se tornaram comuns e presentes nos projetos de software atuais. Eles são amplamente usados e constituem a base da arquitetura orientada a serviços (SOA), portanto é natural que o tema tenha ganhado tanta importância. Mas tanta importância e atenção não devem significar mistificação do assunto e é este o objetivo deste artigo, apresentar os conceitos simples que estão por trás dos web services.
O tradicional modelo computacional
Em uma visão geral sobre como as aplicações de computador funcionam na atualidade, pouco mudou em relação ao fluxo de dados. O modelo de Von Neumann[1] ainda é predominante, onde é claramente possível idir o funcionamento de quase todo programa em Entrada, Processamento e Saída; sob essa mesma isão pode-se entender o funcionamento dos web services.
Os web services têm como fundamento a capacidade de funcionar como mídia de dados, isto é, armazenar dados que poderão ser transportados por um sistema. Para que esta capacidade seja possível é imprescindível a existência de um local, um envelope, que possa ser validado, descrito e desmembrado. O principal recipiente utilizado por web services é o formato XML. Mas este não é o único, existem outros, como o JSON, por exemplo.
Debaixo deste fundamento os web services podem apresentar ersos comportamentos. Eles podem se comportar como Entrada ou Saída de dados de forma a padronizar como as informações entram e saem por um software. A vantagem disso está na integração de sistemas, ou seja, com web services as regras de negócio de uma aplicação podem ser utilizadas por outras aplicações por meio de regras padronizadas de acesso e recuperação de resultados.
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Introdução a Web Services
Da teoria à implementação de seu primeiro serviço web
Aprenda a teoria por trás dos web services e implemente seu primeiro serviço
De que se trata o artigo:
Conceitos básicos sobre Web Services e prática com a criação de um serviço simples que recebe uma String como parâmetro e retorna a mesma String concatenada com “alo”. O exemplo é desenvolvido utilizando-se o servidor de aplicação WebSphere Community Edition.
Para que serve:
Dar ao leitor uma visão conceitual sobre Web Services e apresentar um exemplo prático que permita ao mesmo continuar seus estudos e se aprofundar no tema.
Em que situação o tema é útil:
No mercado de trabalho existe uma alta demanda por mão de obra qualificada em Java e que seja capaz de trabalhar com Web Services.
Introdução a Web Services:
O artigo começa introduzindo o leitor na atual conjuntura de integração e reusabilidade nas empresas e onde os Web Services se encaixam. Passamos pela anatomia básica de um Web Service explicando o lado cliente e servidor, e como a comunicação ocorre utilizando o protocolo SOAP. Explicados os conceitos, partimos para o desenvolvimento de um Web Service simples que recebe um parâmetro e retorna o mesmo concatenando-o com “alo”. Para finalizar, desenvolvemos um cliente que irá consumir este serviço.
Os web services se tornaram comuns e presentes nos projetos de software atuais. Eles são amplamente usados e constituem a base da arquitetura orientada a serviços (SOA), portanto é natural que o tema tenha ganhado tanta importância. Mas tanta importância e atenção não devem significar mistificação do assunto e é este o objetivo deste artigo, apresentar os conceitos simples que estão por trás dos web services.
O tradicional modelo computacional
Em uma visão geral sobre como as aplicações de computador funcionam na atualidade, pouco mudou em relação ao fluxo de dados. O modelo de Von Neumann[1] ainda é predominante, onde é claramente possível idir o funcionamento de quase todo programa em Entrada, Processamento e Saída; sob essa mesma isão pode-se entender o funcionamento dos web services.
Os web services têm como fundamento a capacidade de funcionar como mídia de dados, isto é, armazenar dados que poderão ser transportados por um sistema. Para que esta capacidade seja possível é imprescindível a existência de um local, um envelope, que possa ser validado, descrito e desmembrado. O principal recipiente utilizado por web services é o formato XML. Mas este não é o único, existem outros, como o JSON, por exemplo.
Debaixo deste fundamento os web services podem apresentar ersos comportamentos. Eles podem se comportar como Entrada ou Saída de dados de forma a padronizar como as informações entram e saem por um software. A vantagem disso está na integração de sistemas, ou seja, com web services as regras de negócio de uma aplicação podem ser utilizadas por outras aplicações por meio de regras padronizadas de acesso e recuperação de resultados.
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