#Este é um post fechado Este post está disponível para assinantes da Java Magazine DIGITAL ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais sobre como abrir este post!
Artigo Java Magazine 09 - Tira dúvidas
Artigo publicado pela Java Magazine.

Atenção: por essa edição ser muito antiga não há arquivo PDF para download.Os artigos dessa edição estão disponíveis somente através do formato HTML.
Tira
Como construir pacotes JAR e WAR
Uma das maiores dificuldades dos iniciantes na plataforma Java é construir corretamente os pacotes de suas aplicações para que sua execução ou deployment seja realizado com sucesso. Neste tira
Java é bem diferente de outras tecnologias populares no mercado, pela forma como aplicações são empacotadas para distribuição. Ao contrário dos ambientes focados no desenvolvimento de aplicações nativas para algum sistema operacional, não existe em Java o conceito de programa. Existem apenas classes independentes que interagem entre si – estas classes podem ser substituídas a qualquer momento, sem a necessidade de recompilação.
Empacotar uma aplicação Java é, portanto, um processo bastante diferente de instalar uma aplicação nativa. Especialmente no desenvolvimento J2EE, é importante entender como esse processo funciona, para evitar surpresas.
Programas, executáveis e pacotes
Linguagens de programação tradicionais estão intimamente ligadas ao conceito de programa. Por exemplo:
· Em Pascal temos a declaração program, que referencia uma ou mais units;
· Em C/C++ realizamos a linkedição de vários arquivos
·
Em qualquer dessas linguagens, o resultado final da compilação e/ou linkedição é um único arquivo executável, um .exe no Windows. Este executável é basicamente uma imagem de memória do programa, carregada pelo sistema operacional e entregue para execução direta pelo processador. Mesmo quando são utilizadas bibliotecas dinâmicas (.dll no Windows) ou bibliotecas compartilhadas (.so no Linux e Unix), o conceito é mantido, pois o efeito desses arquivos é compartilhar uma região de código na memória entre vários processos/programas.
Sabemos que Java não realiza a etapa de linkedição para gerar um executável – apenas compila cada arquivo
Uma vez que a classe desejada seja carregada pela JVM, outras são carregadas à medida que forem necessárias, não havendo nenhum vínculo rígido entre elas como o que existe entre as funções e bibliotecas inclusas em um executável. Podemos, a qualquer momento (inclusive depois de iniciado o programa!), acrescentar classes ao classpath, substituir classes já presentes (desde que não tenham sido ainda carregadas), ou mesmo obter novas classes pela rede, como é feito em Applets e
Mas, e quanto aos pacotes da plataforma Java, não seriam análogos aos arquivos .exe e .dll? Não, os vários tipos de pacotes são apenas agrupamentos de arquivos .class e outros arquivos auxiliares (como .properties e .gif), para comodidade na distribuição de um aplicativo, ou para organizar logicamente arquivos relacionados. Na maioria dos casos é indiferente ter esses arquivos abertos em um diretório ou empacotados em um .jar. Os pacotes podem ser remontados pelo acréscimo, remoção ou substituição de arquivos pelo desenvolvedor ou usuário.
Essa é uma das grandes vantagens de Java: as aplicações deixam de ser "monolitos" rígidos, transformando
Classes de exemplo
ATENÇÃO! A exibição deste artigo foi interrompida.
#Este é um post fechado Este post está disponível para assinantes da Java Magazine DIGITAL ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais sobre como abrir este post!

Space do autor

Estudo comparativo entre banco de dados IBM Informix e Microsoft SQL

0
0
Conheça os planos de créditos DevMedia e visualize esse post agora mesmo!