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Artigo .net magazine 69 - TDD
Test-Driven Development na prática
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Boas Práticas – Engenharia de Software – Tutorial
TDD
Test-Driven Development na prática
Do que trata o artigo
O artigo mostra de forma prática o desenvolvimento de software utilizando Test-Driven Development (desenvolvimento guiado por testes).
Para que serve
Conhecer a prática de Test-Driven Development e entender como aplicá-la em cenários reais do dia-a-dia do desenvolvimento de software, entendendo quais os benefícios existentes em sua adoção e o por que ela nos proporciona fazer software para durar.
Em que situação o tema é útil
Test-Driven Development está relacionado com a escrita de código claro, limpo, de qualidade e feito para durar. Através dele podemos manter um registro de tudo o que nosso sistema é capaz de fazer, e desta forma conseguimos garantir que implementações e alterações futuras não quebrem o que já existe. Além disso, o TDD nos proporciona escrever código menos acoplado nos ajudando a garantir um melhor design de nossas classes e camadas, além de manter uma documentação executável de tudo que está contido em nosso sistema.
Resumo do DevMan
O Test-Driven Development já não é mais uma prática nova. Tendo sido oficialmente chamada de Test-Driven em meados de 2002, esta prática nos ensina a primeiro escrever testes para o nosso código para só depois escrever o código e, por fim, arrumá-lo para que fique mais claro e limpo. Este tipo de prática nos leva a ersos benefícios, como a obtenção de um melhor design, melhor entendimento e conhecimento do negócio, especificações mais claras e outros que serão abordados de forma prática neste artigo.
Talvez o Test-Driven Development venha sendo praticado há muitos anos por algumas pessoas, mas de fato o mesmo começou a se popularizar em meados de 2002, com a publicação do livro “Test-Driven Development by Example”, do autor Kent Beck. A grande promessa de Kent Beck no início do livro é a de conseguirmos produzir “clean code that works”, ou seja, “código limpo que funciona”.
De uma forma simples Kent Beck explica que o Test-Driven Development (que a partir de agora chamaremos só de TDD) é uma prática que possibilita ao desenvolvedor obter feedback de forma muito rápida sobre o código sendo escrito. É possível entender em poucos segundos o que está acontecendo e desta forma é possível aprender tudo o que o código pode nos ensinar. E se estamos obtendo feedback do código de forma rápida e aprendendo com o mesmo, podemos assim produzir um código limpo.
O TDD possui um mantra básico que irá nos guiar: Red/Green/Refactor. Primeiro escreva um teste. Este deve ser um teste que falhe e assim obteremos um red (uma falha no teste). Escreva então o código necessário para o teste passar. Neste ponto é permitido escrever qualquer tipo de código para que o teste passe e então obteremos um verde (um teste que funciona). Remova então todas as duplicações de código, e limpe-o, fazendo assim um refactoring.
Nota do DevMan
Refactoring é uma técnica utilizada para alterar a estrutura interna de um trecho de código sem alterar o comportamento existente. Cada uma destas transformações é chamada de refactoring. Para obter mais informações sobre refactoring visite a “Refactoring Home Page”, mantida por Martin Fowler (confira o endereço na seção de links ao final do artigo).
A ideia de escrever testes antes de escrever o código em si pode parecer estranha à primeira vista, no entanto ela é muito válida. Quando escrevemos um teste antes do código estamos pensando exatamente em como queremos que nosso c >">
ATENÇÃO! A EXIBIÇÃO DESTE ARTIGO FOI INTERROMPIDA.
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Para que serve
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Em que situação o tema é útil
Test-Driven Development está relacionado com a escrita de código claro, limpo, de qualidade e feito para durar. Através dele podemos manter um registro de tudo o que nosso sistema é capaz de fazer, e desta forma conseguimos garantir que implementações e alterações futuras não quebrem o que já existe. Além disso, o TDD nos proporciona escrever código menos acoplado nos ajudando a garantir um melhor design de nossas classes e camadas, além de manter uma documentação executável de tudo que está contido em nosso sistema.
Resumo do DevMan
O Test-Driven Development já não é mais uma prática nova. Tendo sido oficialmente chamada de Test-Driven em meados de 2002, esta prática nos ensina a primeiro escrever testes para o nosso código para só depois escrever o código e, por fim, arrumá-lo para que fique mais claro e limpo. Este tipo de prática nos leva a ersos benefícios, como a obtenção de um melhor design, melhor entendimento e conhecimento do negócio, especificações mais claras e outros que serão abordados de forma prática neste artigo.
Talvez o Test-Driven Development venha sendo praticado há muitos anos por algumas pessoas, mas de fato o mesmo começou a se popularizar em meados de 2002, com a publicação do livro “Test-Driven Development by Example”, do autor Kent Beck. A grande promessa de Kent Beck no início do livro é a de conseguirmos produzir “clean code that works”, ou seja, “código limpo que funciona”.
De uma forma simples Kent Beck explica que o Test-Driven Development (que a partir de agora chamaremos só de TDD) é uma prática que possibilita ao desenvolvedor obter feedback de forma muito rápida sobre o código sendo escrito. É possível entender em poucos segundos o que está acontecendo e desta forma é possível aprender tudo o que o código pode nos ensinar. E se estamos obtendo feedback do código de forma rápida e aprendendo com o mesmo, podemos assim produzir um código limpo.
O TDD possui um mantra básico que irá nos guiar: Red/Green/Refactor. Primeiro escreva um teste. Este deve ser um teste que falhe e assim obteremos um red (uma falha no teste). Escreva então o código necessário para o teste passar. Neste ponto é permitido escrever qualquer tipo de código para que o teste passe e então obteremos um verde (um teste que funciona). Remova então todas as duplicações de código, e limpe-o, fazendo assim um refactoring.
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