Artigo Clube Delphi 111 - Introdução à POO - Parte 4

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Artigo da Revista Clube Delphi Edição 111.

Atenção: esse artigo tem uma palestra complementar. Clique e assista!

[links]Introdução à Poo - Parte 1
Introdução à Poo - Parte 2
Introdução à Poo - Parte 3
Introdução à Poo - Parte 5
Introdução à Poo - Parte 6[/links][rotulo-curso/]

[lead]Do que trata o artigo

Este artigo aborda a orientação a objetos com o Delphi, usando uma metodologia simples, didática, de fácil aprendizado. Veremos na teoria, e também na prática, todos os conceitos, fundamentos e recursos oferecidos pelo Delphi para promover a POO.

Para que serve

A POO pode e deve ser aplicada de forma inteligente, ela serve para construir sistemas mais robustos, mais confiáveis, de fácil manutenção, que permitam maior reaproveitamento de código.

Em que situação o tema é útil

A POO é útil em qualquer sistema, seja ele Web, Desktop, Mobile, não importa o tipo de aplicação. Os conceitos aqui apresentados, em um exemplo simples, podem ser utilizados em aplicações reais, como é apresentado em um estudo de caso no final desta série.

Resumo do DevMan

Neste artigo vamos usar o que o Delphi tem de melhor desde a sua primeira versão: componentes. Ou seja, com o IDE e a linguagem Delphi, temos todo o poder da OO aliado à velocidade RAD da ferramenta. Vamos hoje transformar nossas classes em componentes, examinando importantes conceitos base para promover a persistência, como RTTI. [/lead]

Até aqui já aprendemos muito sobre classes, herança, abstração, encapsulamento, grandes pilares da orientação a objetos. E como se já não bastasse, colocamos um ingrediente especial na receita, o polimorfismo, o que considero ser a técnica mais poderosa da OO, a capacidade de comandar o presente deixando a implementação aberta para o futuro. Se adicionarmos classes abstratas e interfaces, então, a arquitetura fica ainda mais flexível.

O que nos interessa neste artigo é dar um passo além das classes. Classes são ótimas, mas se você quer aproveitar o melhor do RAD do Delphi, dos editores, usará componentes. Praticamente tudo o que fazemos hoje no Delphi é usando, ligando e configurando componentes. Antes de mais nada e para não deixar dúvidas, componentes são classes, que obrigatoriamente descendem de TComponent ou um dos seus vários descendentes.

TPersistent, classe base de TComponent, permite que objetos sejam serializados. Serializar um objeto significa persisti-lo em disco (leia-se suas propriedades) e posteriormente ler esses dados de volta para o objeto. Essa técnica é a chave para o uso de frameworks de persistência e mapeamento objeto / relacional, como Hibernate, NHibernate, ADO.NET Entity Framework, ECO etc. A persistência (mais exatamente serialização) de objetos também é usada para transmissão de dados via rede, por exemplo, em uma aplicação multicamadas. No Delphi, os objetos (ou melhor, componentes) são serializados em arquivos .DFM, graças a todo TComponent ser obrigatoriamente um TPersistent. Para um melhor entendimento da hierarquia do core da VCL, veja a Figura 1. Você não instancia nenhuma dessas classes diretamente, elas são base para classes mais específicas, como formulários, botões, componentes de acesso a dados etc.

Figura 1. Core das classes da VCL

É TPersistent que ativa a RTTI (Runtime Type Information). RTTI é o grande segredo da persistência de objetos no Delphi"

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