Artigo Clube Delphi 66 - UDDI

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Neste segundo artigo, daremos seqüência a esse estudo, passando adiante a definição de um cenário prático de aplicação dos conceitos estudados.

Esse artigo faz parte da revista Clube Delphi Edição 66. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

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UDDI

Parte II - Um cenário prático

 

Na primeira parte desta série, pudemos conhecer os conceitos elementares de UDDI assim como seu modelo de funcionamento. Ainda avançamos um pouco no sentido de ver como os registros UDDI armazenam e organizam as informações de registro. Neste segundo artigo, daremos seqüência a esse estudo, passando adiante a definição de um cenário prático de aplicação dos conceitos estudados. Preparem-se e vamos lá!

 

Relacionamento entre WSDL e UDDI

Um dos pontos cruciais quando vamos registrar um serviço é o mapeamento do documento WSDL para as entidades básicas do UDDI. Justamente isso é o que vamos discutir neste tópico, no entanto, antes vamos relembrar um pouco da estrutura de um documento WSDL. Vejamos o propósito de algumas das principais entidades WSDL:

·     message: define os parâmetros utilizados por uma operação, método de uma interface;

·     type: seção onde encontramos a definição de tipos utilizados pelas interfaces definidas no documento WSDL;

·     portType: entidade central de um documento WSDL, ela representa a interface em si do serviço. Ela é uma representação abstrata de um grupo de operações (<operation>). Podemos encontrar essa entidade aparecendo mais de uma vez num mesmo documento WSDL;

·     binding: a representação técnica de como esse serviço deve ser solicitado é atribuição dessa entidade, além de informações de codificação e protocolos de transporte para uma implementação particular de portType. Ainda assim, observe que um binding apresenta informações abstratas, vários Web Services podem implementar um portType com seus respectivos bindings;

·     service e port: agora já estamos falando de uma implementação específica. Podemos apontar um service com um conjunto de port’s como sendo um Web Service. Cada port representa a implementação de um portType usando um binding específico. As combinações são várias, um service pode trazer vários port’s que implementam um mesmo portType, mas usando um binding (codificação/protocolo) diferente. Um service também pode conter vários port’s por implementar portTypes diferentes;

·     import: essa diretiva adiciona grande possibilidade de reutilização e flexibilidade aos documentos WSDL. Ela permite que tenhamos essas entidades, descritas anteriormente, em arquivos separados, havendo apenas um vínculo lógico.

 

Conceitualmente podemos dividir um documento WSDL em duas partes: WSDL Service Interface Document e WSDL Service Implementation Document. A primeira deve manter apenas as definições abstratas, portanto reutilizáveis. Na segunda mantemos as informações inerentes a uma implementação particular da especificação (Figura 1).

 

Figura 1. Dividindo conceitualmente um documento WSDL

 

O mapeamento é feito em dois momentos distintos. Começamos pelo WSDL Service Interface Document, que dará origem ao tModel. Consulte a Tabela 1 para detalhes desse mapeamento.

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