Artigo Clube Delphi 89 - Introdução ao PHP - Parte 1

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Neste artigo, aprenderemos a escrever aplicações PHP simples, onde mostraremos os fundamentos do PHP.

Esse artigo faz parte da revista Clube Delphi Edição 89. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

PHP

Introdução ao PHP – Parte 1

Apresentação e estrutura de controles e operadores

 

Ewald Geschwinde e Hans-Juergen Schoenig

 

Neste artigo, aprenderemos a escrever aplicações PHP simples, onde mostraremos os fundamentos do PHP. A primeira aplicação que encontraremos na maior parte dos livros sobre programação de computadores, é a “Hello World” (Olá Mundo). Hello World é fácil de implementar em todas as linguagens, pois não é preciso fazer nada além da exibição de uma seqüência na tela, portanto esse é um bom ponto de partida. O código a seguir, é a versão mais simples do Hello World em PHP:

 

· <?php

·   echo 'hello world<br>';

· ?>

 

Com apenas três linhas de código, podemos exibir uma mensagem simples na tela. A primeira linha de código, diz ao servidor Web que o código a seguir, tem que ser executado pelo interpretador do PHP.

Os caracteres ?> indicam o fim do código. Utilizar a seqüência <?php não é o único modo possível de indicar ao servidor Web que o código PHP tem que ser executado. O PHP fornece três modos adicionais, como podemos ver na Listagem 1.

 

Listagem 1. Executando código PHP

· <?

·   echo 'hello world 1<br>';

· ?>

·  

· <script language="php">

·   echo 'hello world 2<br>';

· </script>

·  

· <%

·   echo 'hello world 3<br>';

· %>

 

Nota: Os exemplos mostrados neste artigo podem ser facilmente adaptados ao Delphi for PHP, basta usar o código dentro do bloco <?php...?> que aparece nos eventos da aba JavaScript do Object Inspector. Para outros eventos, basta usar o código normal, pois não temos o bloco <?php...?>.

 

Nas primeiras três linhas, podemos ver que não será necessário indicar que o interpretador do PHP tem que ser chamado. Esse método somente é possível quando as short tags estão habilitadas (podemos fazer isso configurando a opção short open tag no arquivo de configuração do PHP). No entanto, para deixar bem claro sobre a linguagem de programação que estamos falando, recomendamos utilizar <?php em lugar de <?.

O terceiro método pode ser utilizado se as tags Active Server Pages (ASP) estiverem habilitadas. Se as ASP tags estiverem desligadas, <% e %> serão tratados como texto normal, e o código PHP não será interpretado. Portanto, recomendamos utilizar ou <?php ou <script language= "php"> para indicar ao servidor Web o que fazer com o código PHP. Neste artigo usaremos <?php.

Se tivermos colocado o arquivo que contém o código no diretório correto (ver a documentação e a configuração do servidor Web, para encontrar o diretório correto), podemos executar o script acessando-o no navegador Web. Se o arquivo for chamado hello.php, e se estiver no diretório HTML default da máquina local, pode ser facilmente acessado utilizando o endereço http://localhost/hello.php. Não é necessário acrescentar direitos de execução ao arquivo, porque o servidor Web só irá acessá-lo no modo leitura.

 

Nota: Se estiver usando o IIS, basta copiar o arquivo para a pasta C:\Inetpub\wwwroot.

 

Se tudo tiver sido feito corretamente, o PHP terá sido configurado com sucesso, e o servidor Web terá sido iniciado, assim, Hello World será exibido na tela. A primeira versão do Hello World produz apenas texto. No entanto, o objetivo principal de um programa PHP é gerar código HTML. No exemplo da Listagem 2, veremos um pequeno script para gerar a versão HTML de Hello World.

 

Listagem 2. Segunda versão do Hello World

· <html>

· <head>

·     <title>Title of the site</title>

· </head>

· <body>

·     <?php echo 'hello world<br>'; ?>

· </body>

· </html>

 

Como podemos ver, o código PHP está incluído no código HTML. A seqüência <?php indica ao servidor que o interpretador PHP deve ser iniciado. No exemplo, podemos ver que algumas partes do documento serão partes estáticas e outras serão criadas dinamicamente pelo PHP.

Outro modo de atingirmos o mesmo objetivo seria gerar o documento inteiro dinamicamente. Isso seria mais lento do que a versão que acabamos de ver, mas em alguns casos faz sentido ou seria até necessário gerar tudo dinamicamente, como temos o código na Listagem 3.

 

Listagem 3. Gerando código HTML dinamicamente

· <?php

·   echo '<html>

·     <head>

·     <title>Title of the site</title> '.

·     '</head>';

·   echo "<body>hello world<br></body></html>\n";

· ?>

 

O primeiro comando echo compõe-se de duas partes. As três primeiras linhas estão entre aspas simples. O PHP reconhece que o comando continua na linha seguinte e que não acaba na primeira linha do echo. Dessa maneira, linhas múltiplas são tratadas como um único comando.

Outro modo de fazermos isso, seria utilizar uma operação string, como podemos ver ao final da linha de número três do echo. Depois das aspas simples, usamos um ponto para indicar ao PHP que a primeira seqüência, que acaba de terminar, deve ser concatenada com a seqüência seguinte. Nesse caso, a segunda seqüência é </head>. Todos os componentes do primeiro echo serão passados ao PHP entre aspas simples.

O segundo echo contém o texto que queremos que seja exibido na tela. Dessa vez, passamos o texto a ser exibido utilizando aspas duplas. A utilização de aspas simples ou aspas duplas faz uma diferença significativa: aspas simples são utilizadas para passar texto estático para o PHP. A utilização de aspas duplas permite que utilizemos variáveis dentro da seqüência.

O conhecimento dessa diferença é importante, pois de outra forma, poderíamos ter problemas. Executando o script que acabamos de ver, o resultado será um documento HTML simples:

 

· <html>

·   <head><title>Title of the site</title></head>

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