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Artigo Clube Delphi Edição 2 - Access X Paradox
Artigo da Revista Clube Delphi Edição 2.

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Access X Paradox
Qual é o melhor e mais confiável arquivo de dados?
Quem trabalha com banco de dados,sabe que as primeiras e principais, preocupações no desenvolvimento de um projeto são segurança e velocidade. Em determinados sistemas, este assunto é levado tão a sério que boa parte do tempo total de análise e de desenvolvimento é gasto pensando neste aspecto. Sempre que possível, estarei aqui dando dicas e tentando economizar seu tempo na hora de levantar dados para implementação de seu sistema. Como você já ter percebido no título, o assunto em questão é uma comparação feita entre talvez os dois banco de dados não cliente-servidores mais utilizados com o Delphi: o PARADOX e o MS ACCESS. Foram testes de complexidade simples, na qual medimos o desempenho e segurança de ambos ao serem utilizados através do Delphi (com BDE). Em breve testaremos o acesso a banco de dados sem BDE (via ADO) e publicaremos uma matéria sobre o assunto.
O primeiro passo realizado foi definir a estrutura das tabelas e preenchê-las com registros. A estrutura criada foi um campo numérico, para servir de chave primária, quatro campos string, de tamanho 50, e quatro campos numéricos. Após criarmos as tabelas no Paradox e no Access, o objetivo passou a ser o preenchimento das tabelas com uma quantidade razoável de registros. A segurança começou a ser analisado a partir daí. A quantidade de registros que chegamos foi 470.000, concluídos a partir de uma rotina geradora de valores aleatórios. Durante a inclusão, demos boot no computador algumas vezes, para ver como elas se comportariam. Com paradox, o resultado foi previsível: apresentou vários problemas de corrupção de índices. Já com o ACCESS, a história não foi a mesma: ao voltar do boot, simplesmente o arquivo não era mais reconhecido como um arquivo ACESS. Refizemos todo o processo e o problema repetiu, até que decidimos realizar a inclusão na tabela dentro do próprio ACCESS. Só então ele funcionou.
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