Artigo Clube Delphi Edição 5 - Clarion: um novo conceito?

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Artigo da Revista Clube Delphi Edição 5.

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Clarion: um novo conceito?

 

Menos conhecido do que as ferramentas que estão dominando o mercado, o Clario, da empresa americana TopSpeed (www.topspeed.com), vem ganhando espaço e crescendo no meio de gigantes como Microsoft e Inprise. Para classificar o Clarion, podemos dividr as ferramentas atuais em alguns grupos. Temos, por exemplo, ferramentas como Access e FoxPro, de alto nível e voltadas para o desenvolvimento de aplicações front-end para banco de dados. Em outro grupo podemos encontrar ferramentas como Delphi, Visual Basic e Java. Que executam muito bem funções isoladas e são “genéricas”, ou seja, o usuário pode desenvolver qualquer tipo de aplicação. Já em um terceiro grupo encontramos o C++, específico para aplicações que precisam extrair todo poder do computador ou necessitam atingir um alto nível de performance. Podemos dizer que o Clarion se encontra em um meio termo entre o grupo do Delphi e do FoxPro, se mostrando uma boa linguagem genérica e com alta praticeidade para construção de aplicações de banco de dados.

A ferramenta possui uma longa história. Um dos intrgrantes TopSpeed,Niels Jensen, foi um dos fundadores da Borland em Copenhage, em 1979 e participou do primeiro grande lançamento da empresa, o Turbo Pascal, que foi sucesso de vendas.

A ferramenta possui alguns recursos bastante interessantes, que diferem do conceito atual de seus concorrentes. Um deles é o fato de que o usuário não precisa adquirir versões diferentes do Clario para gerar programas para 16 e 32 bits. A mesma ferramenta pode gerar os doi tipos de excutável, facilitando bastante a vida de quem tem máquinas com Windows 16 e 32 bits em rede. Outro ponto positivo são os Wizard’s, em grande quantidade por toda a ferramenta. Em nosso teste, criamos rapidamente uma aplicação simples de controle de banco de dados utilizando os Wizard’s do Clarion, com praticamente nenhum código

 

Interface

A interface do Clario é um pouco confusa para os principiantes. Porém, depois de algum tempo de uso, ela se mostra bem eficeinte, seguindo uma lógica de hierarquia bem definida. Como podemos ver na figura 1, a janela principal é a Application Tree, que engloba todos os componentes da aplicação. Os componentes podem ser vistos sob diferentes aspectos, como módulo, nome do objeto, tipo ou procedimentos. Ao selecionar um item, é exibida uma janela de propriedades referente ao tipo do objeto, que dá acesso a outras funções. Por exemplo, ao selecionar um objeto Form, a janela de propriedades do form aparece, dando acesso ap Window Formatter (ferramenta RAD para criação de formulários) e a outras opções referens ao Form.

 

Figura 1

 

Banco de Dados

A parte de acesso a banco de dados do Clarion também se difere das principais ferramentas. No Clarion, não há driver de acesso, como BDE não ODBC. O Clarion disponibiliza os drivers nativos para cada tipo de banco de dados. Com isto há um ganho em performance, pois não é necessário a generalização dos caessos para diversos banco de dados e em confiabilidade, pois cada driver foi escrito especificamente para cada banco de dados, eleminando assim os risco de incompatibilidade de ferramentas.

Outras ponto positivo para os desenvolvedores que trabalham assíduamente com banco de dados é o fato de que o Clarion já inclui uma ferramenta de tratamentos de dados bastante poderosa, o Data Modeller. Com esta ferramenta, o usuário, além de criar todas as tabelas e campos, pode criar o relacionamento e as integridades de uma forma visual bem elegante, como pode ser visualizado na figura 2. o Data Modeller permite também a impressão do dicionário de dados em vários formatos, como no bodelo de design, em fomato de lista e outros. Isto é um alívio para os usuários de Delphi, que sofrem com a falta de recursos do Database Desktop.

 

Figura 2

 

O Clarion conta ainda com duas ferramentas muito interessantes: o Database Scanner e o Trace Database Driver. O primeiro é um pequeno aplicativo para preechimento e edição de valores em tabelas, e o segundo é uma frramenta de log de utilização do banco de dados. O usuário pode definir a execução do log para diferentes tabelas, de diferentes drivers e banco de dados, e o aplicativo gera arquivos de log com a descrição das operações realizadas e o tempo de resposta que cada uma levou.

 

Conclusão

Certamente o Clarion é uma boa ferramenta para os desenvolvedores que já ultrapassaram o estágio de aprendizagem. Apesar de não ser tão divulgado quanto seus concorrentes, é uma linguagem madura (está no mercado desde 1986), e apresenta bastante literatura técnica. Durante os nossos testes com a ferramenta, em nenhum momento ela apresentou inconsistências como queda de performance ou travamentos. O principal recurso encontrado foi os Wizards, que são muito bem implementados e cobrem praticamente todo o processo de desenvolvimento, desde a criação de menos até relatórios. O Clarion jáconta com suporte nacional, através do site www.clarion.com.br, onde também podem ser adquiridas informações sobre o fornecedor.

 
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