Artigo Clube Delphi Magazine 98 - Porta Paralela com Delphi

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Vamos entender e saber como controlar os registros da porta paralela.

Esse artigo faz parte da revista Clube Delphi Magazine edição 98. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

Boa Idéia

Porta Paralela com Delphi

Entendendo e controlando os registros da porta paralela

 

Neste artigo veremos

·                         Arquitetura da Porta Paralela;

·                         Modos de Operação;

·                         Como programar a porta paralela com o Delphi;

·                         Quais são os registros da porta e como controlá-los utilizando o componente LPTPort;

·                         Como listar as portas LPT do PC;

·                         Como listar os endereços das portas LPT do PC;

·                         Como ler e escrever valores nos registros das portas paralelas do PC.

Qual a finalidade

·                         Controle e desenvolvimento de aplicações que utilizem a porta paralela.

Quais situações utilizam esses recursos?

·                         Projetos eletrônicos, controle de dispositivos e comunicações de dados.

 

 

Resumo do DevMan

         Aqui você aprenderá um pouco sobre os conceitos que envolvem a porta paralela do computador e também como construir aplicações que fazem uso dela.

 

A porta paralela é uma velha conhecida de todos nós, que era muito usada para conectar uma impressora ao PC, e hoje se você reparar na parte traseira do seu micro, para aqueles que não possuem micros tão novos, há uma porta com 25 pinos com um pequeno símbolo de impressora. Esta porta é conhecida como porta LPT ou porta de impressora. Atualmente esta porta é utilizada para controle de dispositivos e/ou transferência de dados, em projetos de robótica, eletrônica e até controle de displays LCD. O primeiro passo, para explorar a porta paralela é aprender como se beneficiar da porta em suas aplicações diárias, apesar de que, na maioria dos casos, ela será utilizada em projetos eletrônicos devido a sua facilidade de controle.

Alguns dos pré-requisitos básicos e importantes com relação à porta paralela para que possamos tirar máximo proveito dela, são:

·     Saber como acessá-la;

·     Quando utilizar os seus modos de operação;

·     Como funcionam seus registros;

·     Etc.

Lembro-me de que anos atrás, durante um de meus projetos da faculdade, que exigia a utilização da porta paralela, tive muita dificuldade para encontrar material sobre o assunto do ponto de vista de um programador Delphi, ou seja, como acessar e controlar a porta através dele. Este artigo tem por objetivo desvendar, ainda que de forma bem rápida e prática, como funciona a porta paralela juntamente com seus registros e modos de operação. Mostrarei também os conceitos básicos de sua arquitetura e alguns princípios de programação utilizando Delphi. E para finalizar, faremos uma aplicação onde poderemos ler e escrever valores aos registros da porta paralela.

 

Conceitos da Porta Paralela

A porta paralela inicialmente foi desenvolvida para conectar uma impressora ao PC, porém podemos programar esta porta para muitas outras aplicações.

Ela pode ser utilizada por duas razões principais: controle de dispositivos e comunicação. Podemos programar esta porta para ambas as funções. As portas paralelas são mais fáceis de programar e mais rápidas em comparação às portas seriais. Mas a principal desvantagem é que necessita de mais fios para transmitir os dados (9 em comparação aos 3 fios da porta serial). Por este motivo, as portas paralelas não são utilizadas em comunicações a muita distância. A seguir veremos as diferenças básicas de funcionamento entre a porta paralela e a serial.

Na serial temos dois fios de dados: um para transmissão e outro para recepção. Para enviar os dados através da porta serial, enviamos um bit após o outro (“daí a origem do nome serial, os bits são transmitidos em série”), com alguns bits extras como o de início (start bit), bit de parada (stop bit) e o bit de paridade (parity bit) para detecção de erros.

Já na porta paralela, todos os oito bits do byte serão enviados simultaneamente e uma indicação enviada em outro fio. Teremos ainda alguns fios de transmissão de dados, alguns de controle, e outros de handshaking, que é o processo de reconhecimento entre dois dispositivos, máquinas, micros etc. (Figura 1).

 

Figura 1. "

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