Artigo Java Magazine 02 - Trabalho no exterior

Você precisa estar logado para dar um feedback. Clique aqui para efetuar o login
Para efetuar o download você precisa estar logado. Clique aqui para efetuar o login
Confirmar voto
0
 (0)  (0)

Esse artigo faz parte da revista Java Magazine edição 02. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

Clique aqui para ler esse artigo em PDF.imagem_pdf.jpg

Trabalho no exterior

 

  Nos últimos anos temos visto inúmeros artigos sobre a demanda de profissionais na área de TI em todo o mundo. Estados Unidos, Canadá e Austrália têm sido considerados o “paraíso”para esses profissionais. No entanto,a realidade tem se mostrado diferente.Por sorte ou coincidência, no início de2002 vim para a Austrália fazer um mestrado e trabalhar, aproveitando os incentivos do governo australiano para a imigração de profissionais de TI.

 

  Recentemente, no entanto, o governo se deu conta de que o mito da falta de profissionais de tecnologia na Austrália está acabando e está reduzindo os incentivos imigração.Na mesma época em que o governo australiano publicou a imprensa o aumento da quantidade desses profissionais no mercado local, admitiu que existissem milhares de ofertas de trabalho em tecnologia,afirmando que enquanto o desemprego na área de TI cresceu, ele ainda estaria abaixo do índice nacional de desemprego.

 

  Trocando em miúdos, nos últimos dois anos a política de imigração australiana vinha favorecendo a vinda de profissionais de TI, enquanto as condições do mercado não correspondiam.O fato é que existem oportunidades, então por que a dicotomia? São muitos os profissionais disponíveis com excelentes currículo se muitas empresas procurando por eles,mas o desemprego ainda persiste.Isto não é peculiar Austrália. Os Estados Unidos, a Alemanha eoutros países ainda sofrem com a histeria das“Dot-Com” e do Bug do Ano 2000, que abriu as portas da imigração para os profissionais de TI, principalmente para aqueles vindos de países do terceiro mundo.

 

  Muitos dizem que este não foi um exercício para suprir profissionais e sim par afazer uma reengenharia trabalhista. Dessa forma, os salários e os benefícios têm diminuído, permitindo que se forme um exército de desempregados que trabalha Mem qualquer lugar por menos.A realidade nesses países – e na Austrália– é que oportunidades profissionais poderiam ser preenchidas pelo mercado local,sem a necessidade de“importar” mão-de-obra.Assim, a porta da imigração continua abrindo e fechando.

 

Scenario Java

  As oportunidades profissionais com Java na Austrália também têm variado muito nos últimos dois anos. Essa variação pode ser vista na Figura– através das ofertas de trabalho com Java,fornecida pelo JobNet, um dos maiores sites australianos de empregos.Apesar do crescimento em 2002 e da repercussão do Java em todo o mundo, ofertas de trabalho com C++ ainda superam,por pouco, as de Java, sendo seguidas por Visual Basic, ABAP eCOBOL, dentre outras.Por outro lado, as posições demandadas por tecnologias internet listam Java como líder,seguida por XML, ASP,Java Script e Perl.

 

Sydney na Ponta

  Caso você esteja animado e realmente decidido a vir para a Austrália, saiba que Sydneyé responsável por quase 50% das ofertas de emprego em TI e pelos melhores salários, seguida de longe por Melbournee Canberra, a capital.Segundo pesquisa do site de empregos www.carrerone.com.au, a média salarial de profissionais Java em Sydney está acima daquela para outras tecnologias. Segundo os dados da CareerOne, um programador Java ganha, em média US$ 46 mil anuais, podendo chegar a US$ 70 mil.

Conclusões

  Se você está prestes a vir para a Austrália ou para qualquer outro país, seja para trabalhar com Java ou não, tenha tudo isso em mente. Ainda não conheço um“Eldorado” para profissionais de TI. O mercado está morno em todo o mundo e, aparentemente, não existe céu nem inferno.

 

 
Você precisa estar logado para dar um feedback. Clique aqui para efetuar o login
Receba nossas novidades
Ficou com alguma dúvida?