Artigo SQL Magazine 64 - Utilizando UML

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Esse artigo irá tratar do diagrama de seqüência, um dos diagramas especificados pela UML para representar o dinamismo na troca de mensagem entre os objetos do sistema.

Esse artigo faz parte da revista SQL Magazine edição 64. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

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Projeto

Utilizando UML: Diagrama de Seqüência

 

Os diagramas dinâmicos ou comportamentais apresentam as variedades da interação e do estado instantâneo dentro de um modelo enquanto é “executado”.

Neste quarto artigo, vamos tratar do diagrama de seqüência, um dos diagramas especificados pela UML para representar o dinamismo na troca de mensagem entre os objetos do sistema.

 

O Diagrama de Seqüência

O diagrama de seqüência preocupa-se com a ordem temporal em que as mensagens são trocadas entre os objetos envolvidos em determinado processo, ou seja, quais condições devem ser satisfeitas e quais métodos devem ser disparados entre os objetos envolvidos e em que ordem durante um processo. Dessa forma, determinar a ordem em que os eventos ocorrem, as mensagens que são enviadas, os métodos que são chamados e como os objetos interagem entre si dentro de um determinado processo é o principal objetivo deste diagrama.

O diagrama de seqüência baseia-se no diagrama de casos de uso (ver Nota 1). É importante deixarmos claro que o fato de existir apenas um diagrama de casos de uso não implica na existência de apenas um único diagrama de seqüência. Segundo Guedes em seu livro “UML – Uma Abordagem Prática”, normalmente existem diversos diagramas de seqüência em um projeto, um para cada processo específico do sistema.

 

Nota 1. Diagrama de Casos de Uso

No artigo publicado na edição 62 da SQL Magazine, apresentamos a definição e a forma de utilização do diagrama de casos uso. A utilização indicada do diagrama de casos de uso é modelar interações do usuário/sistema.

 

O diagrama de seqüência normalmente se identifica com um determinado caso de uso, porque um caso de uso, em geral, refere-se a uma operação especifica disparada por um usuário. Desta forma, o diagrama de seqüência também permite documentar um caso de uso.

Durante o processo de análise dos casos de uso, nem todo caso de uso gera obrigatoriamente um diagrama de seqüência. Um exemplo mais claro de uma situação como essa pode ser observada com os casos de uso que não possuem uma associação direta com um ator, sendo associado a outro caso de uso através de um <<include>>. Esses casos de uso precisam ser executados juntamente com os outros casos de uso que os utilizam e, por isso, muitas vezes suas etapas são descritas no mesmo diagrama de seqüência construído para o caso de uso que o utiliza. Porém, nada impede que se defina um diagrama de seqüência exclusivo para casos de uso que são utilizados por outros casos de uso através da associação <<include>>.

O diagrama de seqüência, obviamente, depende também do diagrama de classes, já que as classes dos objetos declarados no diagrama estão descritas nele, bem como os métodos disparados entre os objetos."

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