Automatic Storage Management- Parte 6 - SQL Magazine 81

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Este artigo trata da definição de conceitos e utilização do ASM – Automatic Storage Management, ferramenta da Oracle para gerenciamento do armazenamento de dados.

Atenção: esse artigo tem um vídeo complementar. Clique e assista!

[links] Automatic Storage Management - parte 1
Automatic Storage Management - parte 2
Automatic Storage Management - parte 3
Automatic Storage Management - parte 4
Automatic Storage Management - parte 5
Automatic Storage Management - parte 7
Automatic Storage Management - parte 8
Automatic Storage Management - parte 9
Automatic Storage Management - parte 10
Automatic Storage Management - parte 11
Automatic Storage Management - parte 12
Automatic Storage Management - parte 13
Automatic Storage Management - parte 14
Automatic Storage Management - parte 15
Automatic Storage Management - parte 16 [/links][rotulo-curso/]

[lead]De que se trata o artigo?

Este artigo trata da definição de conceitos e utilização do ASM – Automatic Storage Management, ferramenta da Oracle para gerenciamento do armazenamento de dados.

Para que serve?

Auxiliar os DBAs nas tarefas do dia-a-dia referentes a alocação e gerenciamento de espaço para o crescimento dos bancos de dados.

Em que situação o tema é útil?

Em ambientes Single Instance ou Real Application Cluster o ASM se mostra muito útil para centralizar o armazenamento e administração de espaços, facilitando bastante as tarefas rotineiras do DBA.[/lead]

Na primeira parte deste artigo vimos todos os conceitos referentes ao ASM – Automatic Storage Management e já iniciamos uma sessão “Mão na Massa” em que criamos arquivos no sistema operacional para simular raw devices que serão utilizados como discos. Na segunda parte, criamos manualmente uma instância ASM, inclusive verificando se a instância conseguiu “enxergar” os “discos” existentes.

Na terceira parte começamos a, efetivamente, utilizar o ASM. Já sabemos como criar e gerenciar disk groups. Vimos como trabalhar com templates e com diretórios na quarta parte da série. Na quinta parte aprendemos como trabalhar com aliases. Continuarei nesta edição a desvendar mais algumas características do ASM. Em particular, iniciaremos a configuração para migração de um banco de dados para o ASM.

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