Azure Storage Emulator - Revista .net Magazine 94

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O objetivo deste artigo é apresentar uma visão clara e objetiva sobre o uso do Microsoft Azure Storage Emulator, para desenvolvimento de sistemas em Cloud Computing.

De que se trata o artigo

O objetivo deste artigo é apresentar uma visão clara e objetiva sobre o uso do Microsoft Azure Storage Emulator, para desenvolvimento de sistemas em Cloud Computing.

Em que situação o tema é útil

O tema é útil para desenvolvedores que procuram reduzir o tempo e o custo do desenvolvimento de sistemas. Através do uso dos emuladores, é possível criar um ambiente de Cloud Computing oferecido pela Microsoft e possibilitar que cada desenvolvedor tenha seu próprio ambiente de desenvolvimento nas nuvens.

Desenvolvimento com Azure Storage Emulator

Utilizando o Azure Storage Emulator é possível simular toda a estrutura utilizada pela real plataforma de computação das nuvens oferecida pela Microsoft. Neste artigo trataremos sobre como criar e manipular os objetos, bem com uma explicação dos recursos oferecidos pelo Azure Storage. Serão criadas aplicações de exemplos para demonstrar o conceito de criação de tabelas e manipulação de dados, utilizando o ASP.NET.

A ideia de computação das nuvens se tornou uma realidade presente nos últimos anos. Iniciada em 1999 pelo estudante sueco Fredrik Malmer, visava oferecer uma série de recursos através da Internet, utilizando um sistema de compartilhamento de recursos de memória e processamento baseado na computação em grade (Grid Computing).

A computação nas nuvens de maneira resumida seria uma forma de disponibilizar recursos de processamento e armazenamento utilizando como porta de entrada e saída a Internet. Dessa forma, seria possível acessar informações de qualquer parte do mundo utilizando um computador.

Pensando de forma visual, podemos imaginar uma grande nuvem que representaria a rede mundial, onde todos os servidores estariam conectados e compartilhando recursos. Imagine grandes datacenters espalhados por todo o mundo, com a incrível capacidade de processamento paralelo, unidos a uma grande quantidade de discos para armazenamentos de informações – isso seria a forma visual da computação das nuvens.

Vamos pensar de forma prática qual o ganho de utilizarmos tudo isso. Hoje, todos nós gastamos muito dinheiro trocando nossos computadores, que rapidamente ficam desatualizados. É necessário comprar novas versões de softwares e tempo para instalá-las. Imagine que você tenha que preparar um documento importante para o trabalho, e o mesmo foi criado em sua casa. Ao final, você conclui o mesmo e compartilha este arquivo via e-mail.

Imagine agora a seguinte situação: você não precisa ter o computador mais robusto ou uma grande quantidade de memória (ou até mesmo HD’s com mais capacidade de armazenamento). Você precisa apenas de uma conexão com a Internet e um browser. Aqui entra a computação nas nuvens.

Você utiliza um editor on-line e, salva seu documento em um sistema de Cloud Computing. O próprio editor online já é um sistema baseado nas nuvens e oferece todos os recursos que você possui hoje em seu “supercomputador”.

Em sua casa, você pega o controle remoto de sua TV (com acesso a internet) e acessa o mesmo editor online que usou para escrever seu documento e, recebe acesso ao arquivo criado anteriormente.

Grandes empresas como Microsoft e Google estão investindo cada vez mais em recursos para tornar essa realidade mais presente.

Nota do DevMan

Grid Computing é um modelo computacional capaz de alcançar uma alta taxa de processamento, dividindo as tarefas entre diversas máquinas, podendo ser em rede local ou rede de longa distância, que formam uma máquina virtual. Esses processos podem ser executados no momento em que as máquinas não estão sendo utilizadas pelo usuário, evitando assim o desperdício de processamento da máquina utilizada.

Processamento paralelo é um sistema que interliga vários nós de processamento (computadores individuais, não necessariamente homogéneos) de maneira que um processo de grande consumo seja executado no nó "mais disponível" ou mesmo, subdividido por vários nós.

Windows Azure Plataform

A Azure Plataform é uma plataforma de execução de aplicativos, serviços e armazenamento de dados criada pela Microsoft e apresentada em 2008 no PDC em Los Angeles. Trata-se de uma plataforma de aplicações que funciona no modelo de computação em nuvens, portanto, não é um sistema operacional comercializado para ser instalado em desktops.

O Windows Azure é composto por três componentes principais: Compute, Storage e Fabric Controller, que serão detalhados nos próximos tópicos. O Azure Plataform utiliza um sistema operacional especialmente desenvolvido para esse fim, denominado de Windows Azure. Esse “S.O.” provê todos os recursos de comunicação e armazenamento de dados entre servidores localizados nos datacenters da Microsoft, que compõem a grande plataforma.

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