Conhecendo os testes exploratórios – Revista Engenharia de Software Magazine 53 - Parte 1

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Este artigo descreve ao leitor o que são testes exploratórios, suas características e benefícios. Ao longo do artigo, comparamos testes puramente ad hoc em relação a testes exploratórios.

Artigo no estilo Curso

De que se trata o artigo

Este artigo descreve ao leitor o que são testes exploratórios, suas características e benefícios. Ao longo do artigo, comparamos testes puramente ad hoc em relação a testes exploratórios, além disso, discutimos como é possível usar heurísticas para tornar o teste exploratório uma disciplina que possa ser formalmente descrita, ensinada a outras pessoas e usada em larga escala.

Em que situação o tema útil

Este artigo destina-se a diretores de tecnologia, desenvolvedores e profissionais da área de teste e qualidade de software interessados em desmistificar abordagens de testes ad hoc. No artigo, aprenderemos como os testes exploratórios podem trazer benefícios se forem aplicados de forma complementar a estratégias de testes tradicionais.

Conhecendo os Testes Exploratórios – Parte 1

Este artigo apresenta de uma forma genérica o assunto testes exploratórios. Para isso, são destacadas suas características e principais benefícios. Além disso, é mostrada como estes testes normalmente são realizados, reforçando a importância do uso desta estratégia de testes nas organizações.

É da natureza dos testadores pensar em situações extremas, condições alternativas e caminhos incomuns. Mesmo que não faça parte de um plano formal ou de um roteiro pré-determinado de testes, todo testador profissional tem o hábito de improvisar testes complementares em diversas situações como:

• Após averiguar se um defeito foi corrigido, os testadores frequentemente improvisam testes informais para complementar as abordagens de testes tradicionais;

• Quando um defeito é detectado durante a execução de um teste tradicional, frequentemente o testador executará testes informais para analisar e isolar o defeito a fim de determinar os passos para reproduzi-lo;

• Para explorar as variações de um defeito com o objetivo de determinar se existe defeitos relacionados ou parecidos;

• Para conhecer o comportamento de um sistema ou funcionalidade quando não existem requisitos.

Estes testes complementares, independente dos testadores estarem conscientes do que estão fazendo, representam uma abordagem de teste que não obedece uma estrutura rígida e frequentemente é chamada testes ad hoc. De acordo com o SWEBOK - Software Engineering Body of Knowledge, o teste ad hoc é provavelmente a abordagem de testes mais usada na área de teste de software. No entanto, o SWEBOK não descreve o que é um teste ad hoc. Na literatura especializada em teste de software, não existe também um consenso entre os autores sobre testes ad hoc. No entanto, quando o termo teste ad hoc é mencionado, sempre é associado a ideia de testes informais, aleatórios, superficiais e desorganizados, ou seja, os testadores encontram defeitos acidentalmente, sem terem utilizado nenhuma metodologia, planejamento ou técnica de projeto de casos de testes. Além disso, frequentemente é desencorajado e rotulado como uma abordagem de testes ineficiente que agrega pouco valor.

Chris Agruss e Bob Johnson no seu artigo "Ad Hoc Software Testing: A perspective on exploration and improvisation" afirmam: "De maneira geral, os gerentes de desenvolvimento são céticos em relação a testes ad hoc. Para os gerentes, é inconcebível uma equipe de testadores habilidosos e caros consumirem os escassos recursos por meio da execução de testes de natureza subjetiva e que provavelmente nunca serão executados novamente”.

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