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Construindo Diagramas de Classes - Artigo Revista Engenharia de Software Magazine 34
Este artigo apresenta inicialmente algumas definições básicas sobre a orientação a objetos. Na sequência, é apresentada uma visão geral sobre os diferentes diagramas da UML, entrando em maiores detalhes sobre a elaboração do diagrama de classes através de um exemplo prático.
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Construindo Diagramas de Classes
De que trata o artigo:
Este artigo apresenta inicialmente algumas definições básicas sobre a orientação a objetos. Na sequência, é apresentada uma visão geral sobre os diferentes diagramas da UML, entrando em maiores detalhes sobre a elaboração do diagrama de classes através de um exemplo prático.
Para que serve:
O que se obtém de principal na modelagem orientada a objetos é a possibilidade de se abstrair diretamente os conceitos do mundo real. Neste contexto, é apresentado o uso da UML através do seu principal diagrama, o diagrama de classes.
Em que situação o tema é útil:
Podemos afirmar que é possível se completar a modelagem de um sistema de pequeno ou médio porte, com sucesso, com apenas três diagramas (casos de uso, classes e seqüências). Entender os conceitos da orientação a objetos e conhecer os diagramas da UML é, dessa forma, um importante passo no sentido de ter sucesso nas atividades de desenvolvimento de um projeto.
Elaborar de forma criteriosa diagramas de classes é um fator de sucesso de projetos de software por que, além do fato de ser um momento propenso à inserção de defeitos no software, são neles em que são transformados os problemas do usuário em uma solução computacional, servindo como uma ponte entre requisitos e codificação. Se esta ponte for mal projetada, o software também será.
Neste sentido, o paradigma da orientação a objetos junto com a UML (Unified Modeling Language) apresenta uma série de diagramas para a modelagem de sistemas orientados a objetos. Os diagramas mais comuns são o diagrama de casos de uso (representa as funcionalidades de um sistema), o diagrama de classes (descreve as classes do modelo numa visão estática), o diagrama de seqüência (descrevem as funcionalidades através de uma visão dinâmica) e o diagrama de estados (apresenta o comportamento dinâmico de um objeto).
Neste contexto, o objetivo desta matéria é trazer ao leitor algumas definições iniciais sobre a orientação a objetos e uma visão geral sobre os diferentes diagramas da UML. Ao final é apresentado como elaborar diagramas de casos de uso a partir da descrição de casos de uso.
Orientação a Objetos
Os conceitos da orientação a objetos surgiram da necessidade em se enfatizar unidades discretas, e obter a reutilização de código, mantendo-se a qualidade do software. O núcleo do pensamento OO predomina num foco sobre os dados, em vez dos processos, compondo módulos auto-suficientes — os objetos —, encerrando em sua estrutura todo o conhecimento dos dados e dos processos para manipulação desses dados.
O que se obtém de principal na modelagem orientada a objetos é a possibilidade de se abstrair diretamente os conceitos do mundo real, sem subterfúgios para se chegar à solução computacional."
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Rodrigo Spinola
Editor Chefe – SQL Magazine | WebMobile | Engenharia de Software Magazine Professor da Faculdade Ruy Barbosa (www.frb.edu.br), uma instituição parte do Grupo DeVry (www.devrybrasil.com.br).



