Convertendo um DER em um Banco de Dados Físico

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O objetivo deste artigo é descrever uma abordagem para converter um Diagrama de Entidade-Relacionamento (DER) em um banco de dados físico.

Esse artigo faz parte da revista SQL Magazine edição 63. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

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Projeto

Convertendo um Diagrama de Entidade-Relacionamento em um Banco de Dados Físico

 

A modelagem consiste em um passo importante para a construção de um banco de dados, pois simplifica o processo de captura dos requisitos vindos a partir de um domínio de aplicação antes de se pensar em uma solução técnica para esse problema. No entanto, na continuidade do desenvolvimento de software surgirá a necessidade de transformar tais modelos de dados em bancos de dados físicos, que realmente possibilitem o armazenamento de informações a partir de um SGBD.

Nesse contexto, o objetivo deste artigo é descrever uma abordagem para converter um Diagrama de Entidade-Relecionamento (DER), que é um dos diagramas mais adotados para modelagem de dados durante o desenvolvimento de uma aplicação, em um banco de dados físico.

Este artigo não lida com alguns tópicos avançados relacionados à modelagem de dados, tal como relacionamentos envolvendo três ou mais entidades. Para este momento, iremos focar em relacionamentos binários envolvendo duas entidades, que são aqueles mais comumente encontrados nas aplicações.

Ao final do artigo, será apresentado um estudo de caso relacionado à modelagem de uma aplicação para o domínio hospitalar, onde serão mapeados sintomas e doenças relacionadas a pacientes. Para a modelagem da aplicação, seguiremos os passos apresentados anteriormente para transformar um diagrama de entidade-relacionamento (desenvolvido ao longo do artigo) em um banco de dados físico.

 

Abordagem para Conversçao de DER em Banco de Dados

A abordagem que iremos seguir é formada por quarto passos, como resumiremos a seguir:

1.      Converter as entidades em tabelas. Existem quatro “sub-passos” que dependem dos relacionamentos que as entidades participam:

o        Relacionamento um-para-um

o        Relacionamento um-para-muitos

o        Relacionamento muitos-para-muitos

o        Relacionamento supertipo -subtipo

2.      Aplicar as regras de negócio às tabelas criadas através da configuração de restrições (constraints) nos campos (colunas) de forma apropriada.

3.      Criar referências entre tabelas e integridade referencial, aplicando as regras de negócio apropriadas.

4.      Criar índices apropriados. Para típicos bancos de dados OLTP (Online Transaction Processing – Ver Nota DevMan 1), iremos considerar que isso significaria garantir que chaves primárias e estrangeiras estejam indexadas.

5.      Podemos pensar ainda que existiria um outro passo que poderia ser incluído na abordagem: criar as visões (views) de apoio. Mas vamos deixar este passo fora da abordagem por enquanto.

 

A partir de agora iremos conhecer a abordagem passo-a-passo, conforme descrito nas seções seguintes.

 

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