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Da VCL para o FireMonkey - Revista Clube Delphi 136

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Toda ferramenta para evoluir precisa quebrar seus laços com o passado. Com o Delphi não foi diferente.

Toda ferramenta para evoluir precisa quebrar seus laços com o passado. Com o Delphi não foi diferente. Estávamos a alguns anos recebendo novas versões do Delphi, porém sempre parecia “tudo do mesmo”. Eu acredito que ao analisar o mercado a Embarcadero sentiu a necessidade mudar sua estratégia de compatibilidade para trazer algo realmente novo aos desenvolvedores. E isso aconteceu.

Surge então o FireMonkey com o foco de criar aplicações de negócio visualmente ricas. Veja, não é para criação de joguinhos e sim aplicativos de negócio.

Essa notícia trouxe grande entusiasmo aos desenvolvedores. O FireMonkey possui uma API própria agnóstica de sistema operacional, por isso ele foi escolhido pela Embarcadero como plataforma visual para desenvolvimento multiplataforma. Nele os controles são desenhados por sua engine, o que permite ir além das APIs de qualquer SO existente. Estão disponíveis animações, efeitos visuais, temas e muito mais. Sua aplicação não será mais a mesma visualmente.

Estrutura de Classes

Vamos fazer um breve comparativo entre a VCL e o FireMonkey. Ambos possuem uma mesma hierarquia inicial. Começam com a classe TObject, então continuam com TPersistent e TComponent. A partir daqui tudo fica diferente. Na "

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