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dbExpress 4 - Artigo Revista Clube Delphi 129
Neste artigo você verá um apanhado geral de toda a evolução de um dos mais bem sucedidos framework que acompanha o Delphi desde sua versão 6, o dbExpress. Ele, através de seu conjunto de classes estabelece a comunicação das aplicações com divers
ClubeDelphi 129
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dbExpress 4
A evolução do modelo de acesso a dados do Delphi
Historicamente, a arquitetura dbExpress surgiu no Delphi ainda na versão 6 do IDE, como uma alternativa ao até então predominante BDE (Borland Database Engine), responsável pela conectividade entre aplicações e banco de dados. Desde seu lançamento, a aceitação do dbExpress foi tamanha que na versão posterior (Delphi 7) ele já se consolidava como uma das tecnologias mais usadas pela comunidade de desenvolvedores da linguagem em aplicações envolvendo banco de dados.
Posteriormente, ainda no Delphi 2006, o dbExpress se encontrava na versão 3. Porém foi com o lançamento do Delphi 2007 que sua arquitetura sofreu uma grande mudança, tendo seu núcleo (core) totalmente remodelado. Suas bibliotecas e drivers foram reescritos para 100% código Delphi, diferente da escrita anterior em C/C++. Dessa forma, novos drivers também puderam ser escritos na linguagem Delphi. Todas estas mudanças culminaram numa nova versão do dbExpress, de número 4, que representou um marco na história do framework.
Já em seu release seguinte, no Delphi 2009, com o framework já estável, poucas foram as melhorias apresentadas. Destaque para o lançamento do novo driver cliente para DataSnap. Este recurso aliás, resultou numa grande revolução em termos de desenvolvimento multicamadas no Delphi, conforme você pôde conferir aqui mesmo nesta revista em artigos específicos. No Delphi 2010 a arquitetura do dbExpress passou por pequenas alterações que, basicamente, afetaram sua parte de drivers. Em síntese, foi atualizada a sua compatibilidade às novas versões dos bancos de dados suportados até então (como por exemplo: Interbase, Oracle, MS SQL Server, MySQL), bem como a forma de acesso a eles, além do suporte a novos SGBDs cujo destaque foi o tão aguardado suporte ao Firebird. Funcionalidade esta, aliás, que era um pedido antigo da comunidade em razão do casamento (Firebird e dbExpress) empregado em grande parte das aplicações VCL Win32 desenvolvidas. Apenas para mencionar, apesar do “casamento perfeito” já percebido desde versões muito anteriores do IDE, o Delphi demorou a oferecer suporte completo ao Firebird em vista de desentendimentos ocasionais entre a então Borland e a Firebird Foundation.
Mas em síntese, desde que o framework foi batizado como dbExpress 4 (ou DBX 4), se manteve estável e sofreu apenas mudanças pontuais, não havendo mais grandes alterações em sua arquitetura até os dias atuais na versão mais recente do IDE Delphi, o XE.
Nota do DevMan
BDE é a sigla para Borland Database Engine. Pode ser definida como uma arquitetura Windows para conectividade entre aplicações nativas (Ex: Delphi, C++ Builder) e banco de dados (Ex: Paradox, dBASE). Na prática, uma aplicação pode possuir vários objetos BDE, sendo os responsáveis pela manipulação das entidades do banco de dados, como por exemplo, suas tabelas.
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A evolução do modelo de acesso a dados do Delphi
Historicamente, a arquitetura dbExpress surgiu no Delphi ainda na versão 6 do IDE, como uma alternativa ao até então predominante BDE (Borland Database Engine), responsável pela conectividade entre aplicações e banco de dados. Desde seu lançamento, a aceitação do dbExpress foi tamanha que na versão posterior (Delphi 7) ele já se consolidava como uma das tecnologias mais usadas pela comunidade de desenvolvedores da linguagem em aplicações envolvendo banco de dados.
Posteriormente, ainda no Delphi 2006, o dbExpress se encontrava na versão 3. Porém foi com o lançamento do Delphi 2007 que sua arquitetura sofreu uma grande mudança, tendo seu núcleo (core) totalmente remodelado. Suas bibliotecas e drivers foram reescritos para 100% código Delphi, diferente da escrita anterior em C/C++. Dessa forma, novos drivers também puderam ser escritos na linguagem Delphi. Todas estas mudanças culminaram numa nova versão do dbExpress, de número 4, que representou um marco na história do framework.
Já em seu release seguinte, no Delphi 2009, com o framework já estável, poucas foram as melhorias apresentadas. Destaque para o lançamento do novo driver cliente para DataSnap. Este recurso aliás, resultou numa grande revolução em termos de desenvolvimento multicamadas no Delphi, conforme você pôde conferir aqui mesmo nesta revista em artigos específicos. No Delphi 2010 a arquitetura do dbExpress passou por pequenas alterações que, basicamente, afetaram sua parte de drivers. Em síntese, foi atualizada a sua compatibilidade às novas versões dos bancos de dados suportados até então (como por exemplo: Interbase, Oracle, MS SQL Server, MySQL), bem como a forma de acesso a eles, além do suporte a novos SGBDs cujo destaque foi o tão aguardado suporte ao Firebird. Funcionalidade esta, aliás, que era um pedido antigo da comunidade em razão do casamento (Firebird e dbExpress) empregado em grande parte das aplicações VCL Win32 desenvolvidas. Apenas para mencionar, apesar do “casamento perfeito” já percebido desde versões muito anteriores do IDE, o Delphi demorou a oferecer suporte completo ao Firebird em vista de desentendimentos ocasionais entre a então Borland e a Firebird Foundation.
Mas em síntese, desde que o framework foi batizado como dbExpress 4 (ou DBX 4), se manteve estável e sofreu apenas mudanças pontuais, não havendo mais grandes alterações em sua arquitetura até os dias atuais na versão mais recente do IDE Delphi, o XE.
Nota do DevMan
BDE é a sigla para Borland Database Engine. Pode ser definida como uma arquitetura Windows para conectividade entre aplicações nativas (Ex: Delphi, C++ Builder) e banco de dados (Ex: Paradox, dBASE). Na prática, uma aplicação pode possuir vários objetos BDE, sendo os responsáveis pela manipulação das entidades do banco de dados, como por exemplo, suas tabelas.
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