Este é um post disponível para assinantes MVPEste post também está disponível para assinantes da ClubeDelphi DIGITAL
ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais!
ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais!
Delphi Prism - Artigo Revista Clube Delphi 131
As tarefas mais comuns realizadas em qualquer tipo de aplicativo envolvem a manipulação de documentos XML, acesso a dados e pesquisas em objetos. Este é o foco do artigo, tratar de forma prática o uso de XML, Web Services, LINQ, Expressões Lamba
[fechar]
Você não gostou da qualidade deste conteúdo?
(opcional) Você gostaria de comentar o que não lhe agradou?
ClubeDelphi 131
[Artigo disponível no Leitor Digital DevMedia. Clique aqui para acessá-lo]
> Clique aqui para ler todos os artigos da ClubeDelphi 131
[Artigo disponível no Leitor Digital DevMedia. Clique aqui para acessá-lo]
> Clique aqui para ler todos os artigos da ClubeDelphi 131
A XML (Extensible Markup Language) pode ser usada para trafegar informações entre sistemas de forma desconectada ou off-line e controlar arquivos de configurações, algo que é muito comum no .NET Framework. XML é hoje um padrão que tem sido largamente utilizado em diversos tipos de projetos e é fundamental que todo desenvolvedor saiba como ler, editar, pesquisar e gerar documentos XML. Mais cedo ou mais tarde poderá ocorrer a necessidade de utilizá-los em aplicações. XML pode ser utilizada em diferentes linguagens em diferentes plataformas e sistemas operacionais para intercâmbio.
Quem cria aplicativos comerciais, em algum momento, já precisou trabalhar com arquivos textos (TXT). Senão foi a leitura foi a geração de um arquivo para disponibilizar dados para outras aplicações, integrações com programas bancários através de envio e retorno de remessas, ou para guardar informações próprias para o uso semelhante a configurações do aplicativo. Ao utilizar arquivos desse tipo, surgem diversas dificuldades de manipulação, pois para realizar a leitura do mesmo, precisa ser definida qual regra utilizar. Por exemplo, a definição de um caractere delimitador para determinar quando termina um dado e quando inicia outro, ou então trabalhar com posicionamento fixo para os caracteres. Ao possuir este tipo de modelo o código sempre ficará fixo para o tratamento de um determinado arquivo, e se o proprietário desse arquivo mudar o formato, o código precisará ser modificado para dar suporte ao novo modelo. E, além do mais, o que poderá acontecer é detectar a mudança do mesmo em produção o que gerará diversos constrangimentos aos clientes/usuários finais. No artigo veremos como usar XML para resolver problemas como esse.
De forma semelhante à XML, os Web Services podem ser muito úteis, pois possuem acesso facilitado através da internet e permitem prover conexões a banco de dados ou funções específicas de maneira bastante transparente, por ser baseado em padrões abertos. Web Service não traz na sua proposta o conceito de aplicações com interfaces gráficas para usuários, mas sim serviços que são acessados e disponibilizados em uma linguagem universal, XML, e um protocolo aberto, o SOAP. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Cada aplicação poderá ter a sua própria linguagem de programação, que é traduzida para uma linguagem universal, XML.
Para a representação e estruturação dos dados nas mensagens recebidas/enviadas é utilizado XML. As chamadas às operações, incluindo os parâmetros de entrada/saída, são codificadas no protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol), também baseado em XML. Os serviços (operações, mensagens, parâmetros, etc.) são descritos usando a linguagem WSDL (Web Services Description Language), que também é um documento XML. Os Web Services podem ser muito úteis, pois podem ser facilmente acessados e podem prover acesso a banco de dados ou funções específicas de maneira bastante transparente.
Já a linguagem LINQ tem como um dos seus principais objetivos facilitar a consulta a dados em coleções, obtidos de fontes das mais diferentes espécies. Estes podem ter sua origem em uma lista de objetos desenvolvida através de listas dinâmicas ou qualquer outra classe derivada. Os dados podem ser oriundos de registros em uma tabela armazenada em um banco de dados SQL Server ou qualquer outro que seja suportado ou, ainda, serem dados de um arquivo XML.
Nesse contexto, no Prism existem várias tecnologias de apoio e recurso da linguagem, tanto para uso em conjunto com LINQ quanto para uso geral (muitos destes recurso mostrados nos exemplos do artigo, incluindo Lambda). É possível inicializar diretamente uma variável com os resultados de uma consulta. Estão presentes no Prism novidades na linguagem como tipos e métodos anônimos, variáveis tipadas conforme a expressão, ou declaração da variável sem definir o tipo, que poderá ser indicado ou deduzido pela expressão que estará iniciando o valor para a variável, além de inicializadores diretos para objetos e coleções.
"A exibição deste artigo foi interrompida.
Este é um post disponível para assinantes MVPEste post também está disponível para assinantes da ClubeDelphi DIGITAL
ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais!
ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais!
Bacharel em Ciência da Computação pela UFSM – Santa Maria/RS trabalha com Análise e Desenvolvimento de Software há mais de 10 anos. Desde 2003, utiliza tecnologias .NET.
O que você achou deste post?
Cursos relacionados
Publicidade



