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What is new - Java Magazine 100 e outras revistas de fevereiro no ar!

O Mês de fevereiro é o mês da Revista Java Magazine,  que completa a sua 100ª edição - http://www.devmedia.com.br/post-23536-Revista-Java-Magazine-100.html
Ela traz um material completo sobre a história do java com a participação de autores que fizeram história na revista.
Não perca também as outras revistas:




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03/02/2012 8:29:00 PM





Artigo - Boas práticas de escrita de código - Revista Engenharia de Software Magazine 45 - Parte 7

Até este momento, a série de artigos sobre código limpo abordou importantes teorias que envolvem a construção ou modificação do projeto de código existente com o objetivo de ter estruturas de código cada vez mais limpas.

No primeiro artigo da série foi abordado o tema nomes significativos, com objetivo de auxiliar e expor as teorias que serão úteis para a concepção de nomes que refletem o objetivo de variáveis e objetos. No segundo artigo, o tema funções foi abordado, provendo ao desenvolvedor importantes informações sobre como definir métodos, procedimentos e funções limpos. Além disso, também foi abordado como o desenvolvedor pode implementar tais estruturas seguindo alguns parâmetros que permitirão que suas estruturas reflitam melhor seus propósitos.

No terceiro artigo da série foi tratado o assunto comentários em código fonte. O que acontece é que alguns desenvolvedores desconhecem as boas praticas que devem ser seguidas para a concepção de um comentário, o que leva a criação desses de forma descontrolada, fazendo com que ao invés de se obter benefícios, os comentários agreguem  valor negativo ao código.

Quando o assunto foi formatação de código, o quarto artigo da série mostrou como essa tarefa pode ser realizada seguindo as recomendações de Código Limpo. Já no quinto artigo da série passou-se a se preocupar com estruturas de dados e objetos. Nesse momento foram abordadas as técnicas para se construir estruturas de dados e instanciar objetos que podem ser considerados limpos.

O sexto artigo expôs o tema limites da aplicação, isto é, como manter limpo o código que está nos limites da aplicação, seja de componentes de terceiros ou sobre a comunicação com um recurso externo à aplicação. Nesse mesmo artigo, outro ponto muito interessante foi considerado: como manter o código de teste da aplicação limpo? Além de abordar a importância do código de teste, foi mostrado como mantê-lo em algum repositório sem que esse código perca sua legibilidade. Para isso, técnicas de limpeza de código de teste unitário foram mostradas.

É chegado o momento de conhecer o conteúdo do último artigo desta série, que irá tratar da visão macro da aplicação. Primeiramente serão apresentadas técnicas e teorias fundamentais para a concepção de classes limpas. Isso envolve conhecer o tamanho que as classes devem possuir, responsabilidades, como é a relação dela com a aplicação, dentre outras coisas. Na continuação deste artigo será discutido como implementar sistemas que podem ser mais facilmente entendidos se analisados em uma visão macro. Esta seção apresentará formas de se dividir o sistema em partes que, se analisadas, revelam a organização do sistema e de que partes ele é constituído. Finalizando, tem-se a seção Emergência que tratará de teorias acerca da concepção de projetos de código considerados simples.

Muitos desenvolvedores implementam alguns projetos, mas não sabem classificar se o projeto implementado é simples ou complexo, analisando sob ponto de vista das manutenções futuras. Sistemas com projeto de código mais simples tendem a ...

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03/02/2012 8:06:00 PM





Artigo - Testes funcionais de software - Revista Engenharia de Software Magazine 45

Atualmente os softwares são empregados em todos os seguimentos da sociedade, tanto para sistemas cujos requisitos sejam simples quanto para aplicações sofisticadas e de grande complexidade. Um exemplo de sistema complexo são os softwares de uso exclusivo para a área de medicina.

Com a ampla utilização das tecnologias da informação, a qualidade do produto tem se tornado imprescindível nos processos de desenvolvimento de aplicações e no momento de avaliação do projeto. O teste de software, cujo objetivo é revelar a presença de defeitos e aumentar a confiança sobre o software, é considerado um elemento crítico para a garantia da qualidade do produto.

As atividades de testes podem muitas vezes se tornar exaustivas e trabalhosas, dificultando assim a execução dos testes de forma adequada para a análise de qualidade. Com o objetivo de melhorar a qualidade da análise e o tempo de execução dos testes, foram criados os testes automatizados, que proporcionam a execução dos testes mais rapidamente, e com maior cobertura do software.

De acordo com Pressman, autor do livro Engenharia de Software, o principal objetivo dos testes de software é a localização de erros, falhas, defeitos (ler Nota 1) e a verificação das funcionalidades do software em desenvolvimento ou finalizado.

Através do processo de testes, busca-se avaliar se estas funcionalidades estão aparentemente trabalhando de acordo com as especificações e requisitos do projeto, garantindo que o software atinja o nível de qualidade esperada pelos interessados no produto.

 Principios dos Testes

Segundo Brunelli, os componentes essenciais para o teste de software de um programa podem ser divididos em:

·         Executável do programa (código do programa compilado);

·         Relação dos comportamentos esperados;

·         Apresentação do mecanismo de avaliação dos comportamentos esperados;

·         Descrição das funções;

·         Descrição de como observar se uma ação resultou na execução esperada.

 

O levantamento dos comportamentos esperados é considerado uma das maiores dificuldades na elaboração dos testes, portando sua elaboração deve ser feito de forma cautelosa e de a ...

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03/02/2012 8:04:00 PM





Artigo - ISO 15408 - Revista Engenharia de Software Magazine 45

O desenvolvimento de sistemas é uma das áreas mais afetadas pelos aspectos da segurança. Muitos dos problemas de segurança existentes hoje não são, nem físicos e nem de procedimento, mas sim, devidos a erros de programação ou de arquitetura. Muitas vezes, para não “perder” muito tempo e entregar a solução o quanto antes para o cliente, os requisitos de segurança são deixados de lado. Os clientes por sua vez não possuem noção sobre segurança de um sistema e só saberão mais tarde quando é encontrada uma vulnerabilidade. Isso acontece porque poucos analistas preocupam-se em especificar bem os requisitos de segurança.

A segurança em sistemas sempre foi importante e com a internet a segurança torna-se o foco, uma vez que os sistemas tendem a ficar mais interconectados, facilitando acessos indevidos. Dessa forma, temos que a segurança será cada vez mais uma preocupação no desenvolvimento de sistemas.

Tem-se como premissa que nenhum software é seguro [19]. A segurança de um software é afetada porque ele pode executar outros procedimentos os quais não foram propostos. Se ele fizesse exatamente o que foi destinado a fazer, a segurança não seria uma preocupação [10]. Portanto, existe uma facilidade para invasores investigarem vulnerabilidades desconhecidas e dificuldade dos desenvolvedores em garantir que todos os pontos de entrada do sistema estejam protegidos.

Para saber se um sistema é seguro, na década de 80 surgiu o primeiro padrão para avaliação de segurança em softwares que ficou conhecido como Orange Book. Mais tarde este padrão foi homologado pela International Standartization Organization (ISO) como ISO/IEC 15408, que muitas vezes é chamada apenas de Common Criteria (CC). De acordo com Albuquerque e Ribeiro [1], a norma ISO/IEC 15408 é o melhor ponto de partida para o desenvolvimento de software seguro, pois ela descreve conceitos necessários para a segurança em sistemas.

A ISO/IEC 15408 determina que um sistema deva ter seu Security Target (ST) (objetivo ou alvo de segurança) definido para ser considerado seguro. "O ST é a especificação de segurança, ou seja, indica quais aspectos de segurança foram considerados importantes e porque o foram para aquele sistema em particular".

Neste contexto, este artigo apresenta um estudo sobre o assunto segurança no desenvolvimento de software. Para isso, a partir de agora apresentaremos os conceitos de segurança. Em seguida abordaremos a importância de se desenvolver um software seguro. Posteriormente apresentaremos a norma de segurança ISO/IEC 15408 para o desenvolvimento de software. E, por fim, descreveremos os conceitos de uma auditoria de software.

Segurança da informação

A segurança da informação tem como objetivo a proteção da informação para reduzir a probabilidade e o impacto de incidentes de segurança. Segundo Lyra [17], um incidente de segurança ocorr ...

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03/02/2012 8:03:00 PM





Artigo - Ferramentas para Gestão de Projetos - Revista Engenharia de Software Magazine 45

A cada dia cresce a necessidade de adoção do gerenciamento de projetos em pequenas, médias e grandes empresas. Sua importância está relacionada à redução de custos no desenvolvimento de projetos, cumprimento de prazos, eficácia no resultado final e mensuração de resultados. Além disso, é importante destacar que o gerenciamento de projetos precisa evoluir e se adaptar constantemente às necessidades cada vez mais dinâmicas das organizações.

O desenvolvimento de software é uma atividade complexa, envolvendo inúmeros fatores que são imprevisíveis e de difícil controle, como volatilidade dos requisitos do software e prazos. Esses fatores fazem com que o produto final não atenda às expectativas ou, até mesmo, às necessidades do cliente, além de exceder o prazo e o orçamento previsto. A partir disso, um gerenciamento eficaz tem se tornado de fundamental importância para se obter sucesso no desenvolvimento de software.

Para que um projeto de software seja bem sucedido, é necessário que alguns parâmetros sejam analisados como, por exemplo, o escopo do software, os riscos, os recursos necessários às tarefas a serem realizadas, os marcos de referência a serem acompanhados, os esforços e custos aplicados, além da sistemática a ser seguida, entre outros fatores.

Atualmente, a prática do gerenciamento de projetos está em crescimento, devido ao surgimento de ferramentas open source (código aberto de software). A principal função dessas ferramentas é administrar de forma mais organizada e eficiente os processos de um projeto e sua gestão. Entretanto, nem sempre essas ferramentas possuem os recursos necessários para uma gestão completa, que não permitem a visualização de um projeto como um todo. O conhecimento e aplicação destas técnicas têm relação direta com a garantia de obtenção das metas das organizações (PRADO, 2009).

Quando se aplica o gerenciamento de projetos ao desenvolvimento de um projeto de software, é importante que o gerente e a equipe visualizem todo o processo. Além disso, alguns parâmetros precisam ser corretamente analisados, como por exemplo, o escopo do projeto, riscos, recursos necessários, tarefas, indicadores para acompanhamento, esforços e custos, e a linha de raciocínio a ser seguida.

Uma característica necessária nos profissionais envolvidos com gerência de projetos é o dinamismo, a sua capacidade de lidar com múltiplas tarefas e a habilidade de não perder nenhum detalhe. Muitas vezes organizar datas e conteúdo de uma única tarefa a ser realizada em longo prazo exige uma visão estratégica do profissional (CIRIACO, 2009).

Para auxiliar na coordenação de todas as informações que envolvem o projeto do início ao fim, surgem diversas ferramentas, tanto desktop quanto online, que oferecem recursos para a organização de suas tarefas, estipulando metas e, em alguns casos, com suporte para trabalhos em equipe.

O uso de ferramentas de gestão de projetos torna-se indispensável para garantir resultados positivos no desenvolvimento de um projeto, pois permite saber quais métodos e processos de trabalhos utilizados, e visualizar informações em tempo real ao alcance de toda a equipe envolvida. Porém, é preciso conhecer os recursos tecnológicos de cada ferramenta e analisar as reais necessidades da implantação de acordo com o projeto.

Ao optar pelo uso de ferramentas de gestão de projetos, as organizações podem estar certas de que estão investindo corretamente, executando projetos com sucesso e resultando em vantagens planejadas, maximizando a utilização de recursos, fornecendo ferramentas de colaboração para conectar equipes dispersas e mantendo visibilidade e controle sobre o projeto através de relatórios e mensuração de resultados (PAUMGARTTEN, 2010).

O Gartner Group divulgou o resultado de uma pesquisa realizada em 2010 sobre os problemas enfrentamos pelas organizações quando não implantam ferramentas para auxiliar na gestão de projetos. Os resultados foram:

·51% de todos os projetos extrapolam o orçamento ou ultrapassam o prazo final;

·15% dos projetos falham completamente;

·94% dos entrevistados reportaram que implementando uma metodologia de gerenciamento de projetos, adicionou valor às suas organizações;

·Software de gerenciamento de portfólio de TI pode reduzir custos de 2 a 5%, melhorar produtividade entre 20 e 25%, e elevar de 10 a 15% a receita para projetos mais estratégicos.

 

Grande parte dos problemas acima poderia ser minimizada não só com uma boa metodologia adaptada às necessidades das organizações. Além disso, é muito importante ter uma ferramenta adequada a essa metodologia. A ferramenta deve ser realmente adequada à metodologia de acordo com suas necessidades e apoiar a metodologia, e não o contrário (PAUMGARTTEN, 2010).

A implementação de uma ferramenta de gestão de projetos deve ser conduzida como um projeto, com início, meio e fim. Todas as áreas do conhecimento com seus processos, entradas, ferramentas e técnicas, e saídas podem e devem ser utilizados para gerenciar um projeto dessa natureza (VIEIRA, 2008).

Em 2009 foi realizado um Estudo de Benchmarking pelo PMI Brasil sobre a prática do gerenciamento de projetos e utilização de ferramentas em trezentas empresas brasileiras. As empresas participantes responderam a um questionário eletrônico na Internet com pouco mais de cem perguntas, as quais foram utilizadas como base para o desenvolvimento dessa pesquisa. O resultado mostrou que 91% dessas organizações possuem baixo nível de resistência em relação à prática da gestão de projetos, e que 80% dessas empresas utilizam ferramentas para gerenciar projetos. A Figura 1 lista as principais ferramentas utilizadas por essas empresas, de acordo com a pesquisa. Dessas ferramentas, cinco foram selecionadas para descrever seus principais recursos e funções. 

Project Builder

De acordo com o site dessa ferramenta, a Project Builder foi desenvolvida pela empresa homônima e é baseada nas práticas do PMI. Funciona em plataforma web e é utilizada na gestão de projetos, podendo ser acessada de qualquer lugar. Essa ferramenta se encaixa em pequenas e médias empresas de diversos setores e possui recurso como solução cloud computing (computação em nuvem). O foco principal é a integração de pessoas envolvidas (equipe, clientes e fornecedores), além da visão do plano estratégico, tático e operacional dos projetos.

O software permite integração com o MS Project, podendo exportar e importar os projetos do software da Microsoft. Também permite exportação de seus relatórios e EAP (estrutura analítica de projetos, Figura 2) para o Excel. A Figura 2 mostra a tela inicial da ferramenta, com projetos, responsáveis, prazo, status e prioridades.

 As principais funções de apoio ao gerente de projetos são:

·         Funcionalidades configuráveis de acordo com a maturidade e características dos projetos;

·         Estrutura Analítica do Projeto (disponível em formato gráfico) e detalhamento dos componentes em Subprojetos, fases, marcos, produtos, atividades;

·         Dependência entre projetos;

·         Gestão de recursos;

·         Pessoas envolvidas e matriz de responsabilidades em todos os níveis da EAP;

·         Mapa de alocação e Histograma de pessoas;

·         Definição de calendários (projetos e pessoas);

·         Cronograma Gantt;

·         Controle de receitas;

·         Metas e avaliação de resultados do projeto e de seus componentes (metas qualitativas e quantitativas);

·         Tratamento de Riscos (identificação, análise e respostas);

·         Indicadores de desempenho;

·         Registro histórico do projeto e de seus componentes;

·         Integração com email;

·         Envio de relatórios de progresso e controle em diferentes formatos.

 

Na Project Builder, os colaboradores podem visualizar os projetos em que estão alocados. Nessa área, eles podem e devem informar tudo o que está ocorrendo, como comentários sobre reuniões com o cliente, início e conclusão de atividades, esforço realizado, lições aprendidas. Com isso, o gerente consegue saber como os projetos estão se desenvolvendo dentro da organização.

Microsoft Project

            A ferramenta Microsoft Project (ou MS Project) foi criada pela Microsoft em 1985 (primeira versão). Veio sofrendo modificações em seu layout até as versões atuais, como mudanças funcionais, no intuito de aumentar a oferta de serviços e recursos relacionados à gestão de projetos. Os focos da MS Project são: tempo (datas, duração do projeto, calendário de trabalho), Gráfico de Gantt, modelo para cálculos relacionados a planejamento, Diagrama da Rede, Custos (fixos, não fixos, outros) e uma série de relatórios. Utiliza a mesma interface e uso de outros softwares Microsoft Office (screenshot na Figura 3).

            A MS Project pode ser utilizada para gerenciar projetos simples ou complexos, e permite planejar, organizar e gerenciar as tarefas e recursos para alcançar um objetivo final com restrições de tempo, custos e recursos.

Essa ferramenta oferece recursos para auxiliar o usuário na gestão de projetos, fornecendo a possibilidade de melhor controle e suas atividades, segurança, agilidade e eficácia nos processos, além de interface simples para uso, mesmo para quem não está familiarizado com a ferramenta. É considerado por muitos profissionais um bom software para gestores, administradores e coordenadores.

 Segundo o site da Microsoft, a MS Project visa fornecer eficientes ferramentas de gerenciamento de projeto com a combinação certa de usabilidade, eficiência e flexibilidade, de modo que permite o gerenciamento de projetos com mais eficiência e eficácia. É possível manter o gerente sempre informado, controlar o trabalho, as agendas e as finanças do projeto, manter as equipes de projeto alinhadas e ser mais produtivo por meio da integração com programas conhecidos do Microsoft Office system, da geração avançada de relatórios, do planejamento guiado e de ferramentas flexíveis.

A MS Project destaca automaticamente todos os itens que se deslocam como resultado da alteração mais recente realizada. Com a ajuda de realces de alterações, é fácil de obter uma melhor compreensão dos impactos das suas escolhas.

Outro recurso disponível é o desfazer e refazer alterações em modos de exibição, dados e opções com vários níveis de desfazer. É possível desfazer ações ou conjuntos de ações de iterações macros para testar vários cenários hipotéticos e compreender totalmente as implicações de cada escolha enquanto realiza alterações de escopo.

As principais funcionalidades da MS Project são:

·         Elaborar projetos e controlá-los através de agendamento das atividades tornando possível o progresso de cada uma delas;

·         Acompanhar de forma gradual todo o projeto;

·         Elaborar relatórios com qualidade, discriminados por custo e trabalho dos recursos e tarefas, duração das atividades e sua distribuição de trabalho pelos dias do mês ou ano, na forma de calendário;

·         Montar rapidamente o plano do projeto (agenda) definindo e organizando a lista de tarefas, permitindo verificar detalhes e ter uma visão geral do mesmo para manter o seu controle;

·         Controlar quem faz as tarefas, montando seu conjunto de recursos e atribuir em suas tarefas, bem como calcular o tempo em que as tarefas precisam ser concluídas;

·         Ajuste rápido de sua agenda, pois havendo ajustes, interrupções no decorrer do projeto, pode-se ajustar a agenda de forma que fique organizada;

·         Coordenar o trabalho de pessoas em qualquer lugar compartilhando informações através de Intranet ou Internet, utilizando email, por exemplo;

·         Ajuda durante o projeto, através do assistente do Office;

·         Fácil integração com programas do pacote Office (Word, Excel, Access);

·         Impressão de relatórios personalizados;

·         Gerar Gráfico de Gantt e outros tipos como carga de trabalho e custos, seguindo a forma escolhida pelo usuário.

 

Primavera

A Primavera é uma marca que comercializa pacotes de projetos de gerenciamento, cujo editor atual é a Oracle Corporation. O principal pacote é a Primavera P6 (Enterprise Management Project Portfolio), desenvolvido pela Primavera Systems.

De acordo com o site da PMI Capítulo São Paulo (2009), a Primavera é uma das ferramentas mais completas e complexas de gerenciamento de projetos, baseada na metodologia do PMI. O software está subdividido em pacotes de trabalho e geralmente não é necessário adquirir todo o produto. A possibilidade de poder-se adquirir um determinado pacote para suprir as necessidades da empresa (por exemplo, Risk Manager), constitui uma grande vantagem, pois assim evita-se não utilizar de forma eficaz a ferramenta. Esta é adequada para ambientes de multi projetos, grandes e complexos. A Figura 4 apresenta uma tela da ferramenta.

 As ferramentas de aplicação da Primavera software incluem:

·         Primavera P3 Project Planner e SureTrak (descontinuado em 31 de dezembro de 2010, o uso continua não suportado pela Oracle);

·         Primavera P6 Enterprise Management Project Portfolio;

·         Primavera Project Management Professional P6;

·         Primavera P6 Analytics;

·         Primavera Portfolio Management;

·         Primavera de Gestão de Contratos;

·         Primavera de Análise de Risco;

·         Primavera Inspire for SAP;

·         Primavera Earned Value Management.

 

Dentre as principais funcionalidades da Primavera estão:

·         Acompanhar o desempenho de cada projeto de um mesmo cliente;

·         Possibilitar a colaboração com ideias e soluções dos mais diversos usuários envolvidos no projeto;

·         Conciliar e administrar a disponibilidade de recursos e identificar os problemas de má utilização de tais recursos (Gráfico de Gantt e Diagrama de Rede);

·         Definir a prioridade de projetos e tarefas;

·         Identificar e selecionar as melhores soluções e estratégias para o sucesso de um projeto;

·         Transmitir informações aos gerentes dos projetos, através de recursos avançados, fazendo uso de tabelas, gráficos, diagramas e histogramas;

·         Disponibilizar informações em tempo real para uma rápida e eficiente tomada de decisões;

·         Planejar e analisar a estratégia de recursos financeiros em projetos propostos;

·         Fornecer dados numéricos para análise e comunicação do desempenho das diferentes fases de um mesmo projeto, baseadas em necessidades organizacionais;

·         Organizar e planejar portfólio para apresentações aos mais diferentes perfis de clientes e áreas de atuação;

·         Organizar e disponibilizar formulários para obtenção de informações necessárias para o sucesso das atividades presentes em um projeto;

·         Disponibilizar dados de etapas do projeto para aprovação;

·         Acesso via desktop, web e/ou intranet.

 

OpenProj

Conforme o site da ferramenta, o site da OpenProj é um software de gestão de projetos de código livre, com funções similares ao MS Project, sendo capaz de abrir arquivos Project. Ela foi desenvolvida pela Projity, em plataforma Java, permitindo que seja executado em diferentes sistemas operacionais. A versão 1.0 foi liberada em janeiro de 2008. No mesmo ano, a Projity foi adquirida pela Serena Software.

A OpenProj tem as seguintes funções de gestão de projetos:

·         Gestão de recursos: cada tarefa precisa ter definido os recursos necessários para sua execução (pelo menos um). Esses recursos podem ser pessoas ou materiais;

·         Calendários: gerir datas das tarefas, estabelecer datas previamente;

·         Ambiente de trabalho: permite atribuir datas de começo e fim, horas de trabalho de um recurso de uma tarefa, planejamento;

·         Limitação de datas: durante o desenvolvimento de um projeto, podem ocorrer situações em que é necessário terminar tarefas em uma data exata ou aproximada. Quando se atribui uma limitação de data de começo ou fim em uma tarefa, diminui a capacidade desta para adaptar-se a mudanças na programação.

·         Divisão de tarefas: uma tarefa pode ser dividia ou reprogramada para interromper o trabalho e retomar o resto do projeto do mesmo ou em um ponto posterior da programação.

·         Filtros: ordenação de datas permitem mostrar informações específicas da programação do projeto. Os filtros podem ser feitos por tarefas completas, tarefas de custo excessivo, tarefas críticas, tarefas em progresso, tarefas incompletas, tarefas atrasadas, tarefas normais, resumo.

·         Impressão de documentos: Diagrama de Gantt, visualização de recursos, histograma, projetos e relatórios. O Gráfico de Gantt ilustra, na forma de barras, o cronograma de um projeto, com as datas de início, fim e todas as tarefas atribuídas devidamente registradas.

 

Além disso, a OpenProj abre arquivos da Microsoft Project e da Primavera, porém possui formato de arquivo próprio. Os relatórios e gráficos podem ser exportados para xml ou pdf, facilitando assim a migração dos dados para outros programas do gênero. A Figura 5 mostra a visualização da tela do software.

 

dotProject

            Atualmente, de acordo com o site da dotProject, a ferramenta está em sua versão 2.1.5 e apresenta uma série de funcionalidades úteis para o trabalho de gerenciamento de projetos. A versão atual da dotProject foi lançada em janeiro de 2011, e houve pelo menos um lançamento por ano, desde o início da série 2.x (2005), sendo que o projeto nasceu em 2000. Após a disponibilização da versão 2.1.5, muitas correções e melhorias foram disponibilizadas em uma versão beta e já podem ser utilizadas.

A dotProject surgiu da necessidade de se ter um software na área de gestão de projetos que não fosse necessário o pagamento de licença e nem da utilização de um sistema operacional também licenciado. A dotProject é um sistema de gerência de projetos em software livre de fácil utilização, com um conjunto de funcionalidades e características que o tornam indicado para implementação em ambientes corporativos, pois atende a diversas necessidades de gerentes e escritórios de projetos.

A ferramenta é uma aplicação web e seu acesso é feito através de um navegador, assim sua utilização independe de sistema operacional e instalação na máquina do usuário, pois é executado em um servidor. Em termos mais técnicos, a dotProject é um sistema escrito em PHP, que utiliza banco de dados MySQL. Essa ferramenta também pode ser instalada em Windows, e utilizada em diferentes sistemas operacionais.

Pelo site do dotProject Brasil é possível acessar a área de demonstração do software, conforme apresenta a Figura 6.

 

Figura 6. Visualização do projeto do dotProject

 

O dotProject unifica, dentre outras funções:

·         Informações de empresas;

·         Informações de projetos de cada empresa;

·         Todas as tarefas necessárias à execução de cada projeto;

·         Saber quanto de cada tarefa já foi realizado;

·         Informação de usuários e colaboradores de cada tarefa;

·         Um modo fácil de informar usuários de suas associações a tarefas (via email);

·         Lembretes popup sobre prazos próximos ao fim;

·         Uma lista de contatos relacionados;

·         Calendários com visões diferentes: mensal, semanal e diária;

·         Fóruns relacionados a projetos;

·         Repositório de arquivos relacionados a projetos.

 

Além disso, a dotProject inclui módulos para companhias, projetos, tarefas (com   gráfico   de Gantt), fóruns, repositório de arquivos, calendário, contatos, bug report, suporte multi-linguagem e gerenciamento de permissões de usuários.

Os participantes do projeto podem utilizar a ferramenta para visualizar suas atividades, para reportar as realizações diárias, assim como cadastrar lições aprendidas nos fóruns. A limitação do dotProject  está  em  não  possuir  uma  comparação  entre  o que se estima de um projeto e o que  realmente  acontece. 

 

Comparativo entre as ferramentas

A partir da apresentação das ferramentas de gestão de projetos e dos recursos disponíveis em cada uma delas, foi realizada uma análise comparativa com os principais recursos para um gerenciamento eficaz de um projeto com o objetivo de focar nos recursos técnicos.

            O critério seguido para montar a tabela comparativa foi o resultado do Estudo de Benchmarking 2009 feito pela PMI Brasil, que apresenta as funcionalidades mais importantes para ferramentas de gestão de projetos (ver Figura 7).

 

 

Figura 7. Funcionalidades fundamentais em um software de gerenciamento de projetos.

 

 

As funcionalidades citadas na tabela foram tomadas como referência para estabelecer uma comparação entre todas as ferramentas citadas neste artigo. A Tabela 1 apresenta o resultado.

 

Tabela 1. Quadro comparativo de Ferramentas x Funcionalidades

Recursos

Ferramenta

...
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03/02/2012 8:02:00 PM





What is new - Novo curso de Delphi: PDV com Impressora Daruma (não fiscal)

No curso você aprenderá a criar um PDV com as técnicas aplicadas a automação comercial. Aprenderá também a integrar ao sistema a impressora Daruma e dispositivos de leitura de código de barras. Tudo isso na nova versão do Delphi - XE2 com o BD Firebird.
Confira o curso em http://www.devmedia.com.br/cursos/delphi/339-PDV-com-impressora-Daruma-Nao-fiscal-com-Delphi-e-Firebird.html

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30/01/2012 2:28:00 PM





Noticia - Tudo de criptografia você encontra na Infra Magazine 4!

Origem, evolução e características atuais dos métodos utilizados para transmissão de informações confidenciais é o que você encontra na matéria de destaque da Revista Infra Magazine 4. Confira outros assuntos sobre windows, FreeBSD e muito mais em http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=23438


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24/01/2012 2:57:00 PM





Artigo - Autenticação centralizada com OpenLDAP - Revista Infra Magazine 4

Quando é abordado um serviço de diretórios, a primeira ideia que surge é uma base de dados em que podem ser armazenadas informações de usuários. De certa forma, isso é verdade. Em um servidor de diretórios, podem ser armazenados dados de usuários que poderão ser recuperados a qualquer momento, assim como em um SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados) convencional, como Oracle e PostgreSQL.

O protocolo LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) ou Protocolo Leve de Acesso a Diretório trata-se, como o nome já diz, de um protocolo que rege a forma de acesso a serviços de diretórios e seus respectivos clientes. Em outras palavras, fornece a comunicação entre usuários e serviços de diretórios, centralizando deste modo toda uma base de dados de autenticação.

Dentre as funcionalidades do LDAP, o que pode ser considerado como um destaque principal é a capacidade de oferecer a autenticação de usuários usando sua base de dados. Com ela, podem-se acessar as referências de todas as informações dos usuários da rede em um único lugar, permitindo também que todos os protocolos e serviços de diretórios vinculados a ele possam utilizar seus dados para a autenticação de seus clientes. Isso gera o que se denomina de centralização, pois a autenticação de todos os serviços de rede será concentrada em uma única árvore de informações e, como consequência, facilita o trabalho do gerente de redes.

Para esclarecer melhor o que é um diretório, pode-se comparar com uma lista telefônica, onde se procura, por exemplo, o telefone de uma pizzaria. Nesse caso, através do telefone você irá conseguir o caminho até o destino da pizzaria. Portanto, pode-se definir um diretório como um serviço de armazenamento hierárquico de informações com o objetivo principal de facilitar a pesquisa e a recuperação dessas informações.

De forma semelhante, um diretório pode ser uma lista de informações sobre objetos organizados ou catalogados em uma ordem, e que fornece o acesso aos dados dos objetos. O diretório permite que usuários ou aplicações possam encontrar recursos no ambiente com características necessárias para um tipo de tarefa particular.

Há algumas comparações equivocadas sobre o serviço de diretórios, sendo descritas algumas delas abaixo:

·         Banco de dados: um banco de dados é criado para otimizar a leitura e escrita de dados com o mesmo grau de eficiência. Um diretório, ao contrário, é otimizado apenas para leitura, podendo ocasionalmente inserir novos dados. Seu sistema de transações é muito simples quando comparado a um sistema de banco de dados;

·         Sistema de arquivos: O sistema de arquivos possui otimizações para manipulação de arquivos. Um arquivo grande não precisa ser completamente carregado na memória, sendo possível apontar para apenas uma região naquele instante. O diretório não possui esse tipo de otimização;

·         FTP e servidores web: seguem a filosofia de ler muito e gravar pouco. Mas ao ser analisada a questão do tamanho do arquivo, observa-se o mesmo problema do item anterior, o tamanho do arquivo a ser carregado. Servidores web são extensíveis, podem ser usados como base de desenvolvimento de aplicações mais complexas. Um diretório, por sua vez, não possui essa natureza de extensão.

 

Nos itens seguintes serão abordados alguns conceitos importantes para um bom conhecimento dos serviços de diretórios.

O Serviço de Diretórios

Entre um serviço de diretórios e um SGBD existem diferenças importantes que devem ser observadas:

·         Otimização de leitura: um gerenciador de base de dados deve levar em consideração uma série de operações de escrita e travamento de registros, ao passo que os diretórios devem disponibilizar prontamente os dados solicitados;

·         Hierarquia: uma base de dados possui tabelas com campos e registros, ao passo que no diretório cria-se uma estrutura em formato de árvore, de modo que cada registro será armazenado dentro de um ramo específico da árvore;

·         Modelo distribuído para armazenamento de informações: com base na raiz da árvore, podem-se criar estruturas independentes para cada unidade (ramo);

·         Forte padronização: os dados armazenados em um diretório seguem uma padronização, normalmente estabelecida em uma RFC;

·         Capacidade avançada de pesquisa: efetuar pesquisas pelo seu conteúdo de forma exata ou aproximada, levando em consideração até mesmo variações fonéticas.

 

Em alguns casos, uma análise deverá ser feita antes de escolher entre o uso de um Diretório ou de um SGBD. Assim, pode-se saber quem terá melhor desempenho, afinal o SGBD tem estru ...

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24/01/2012 2:26:00 PM





Noticia - No mercado corporativo o iOS ultrapassa BlackBerry enquanto Android é a plataforma menos segura

Recente relatório divulgado pela empresa de segurança Check Point, o IOS ultrapassou o BlackBerry e passou a ocupar a primeira posição entre as plataformas móveis mais utilizadas no mercado corporativo.

De acordo com o relatório, que ouviu 768 profissionais de TI nos Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Reino Unido e Japão, o iOS responde, hoje, por 30% do mercado móvel corporativo. Em segundo lugar, está o BlackBerry, até então o queridinho dos executivos, com uma participação de 29% no mercado. Na terceira colocação, aparece o Android, mais novo concorrente e que já conta com uma participação de 21%. Em seguida, vem o Windows Phone, com 18% e, na lanterninha, o Symbian, com apenas 3% de participação.


De acordo com a Check Point, que ouviu 768 profissionais de TI nos Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Reino Unido e Japão, o iOS responde, hoje, por 30% do mercado móvel corporativo. Em seg ...

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24/01/2012 12:10:00 PM





Noticia - Google anuncia fechamento de mais seis serviços

O Google anunciou o fechamento de seis serviços até o meio do ano.

Entre eles estão o aplicativo Sky Map para Android, mas ele terá código aberto e continuará a ser desenvolvido em parceria com a Universidade Carnegie Mellon. O Picnik , serviço de edição de fotos que o Google adquiriu em 2010 para integrá-lo ao Picasa e além desses, o Google vai encerrar os serviços Social Graph API, Urchin, Google Message Continuity e Needlebase

No blog Google Research, a companhia afirma que “o desenvolvimento do Sky Map agora será comandado pelos estudantes, e engenheiros do Google permanecem envolvidos de perto como consultores”. A equipe do Picnik possa continuar a criar magia de edição de fotos nos produtos do Google”. O serviço vai se mudar para o Google+.



Fonte : IMasters
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23/01/2012 3:19:00 PM





Noticia - Wikipédia volta ao ar após protesto contra leis antipirataria nos EUA

A Wikipédia na sua versão em inglês, enciclopédia colaborativa on-line, voltou ao ar na primeira hora de Washington, nos Estados Unidos desta quinta-feira (19), após interromper o serviço por 24 horas em protesto contra projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Congresso norte-americano.

O protesto reuniu nesta quarta-feira (18) centenas de sites no mundo todo contra os projetos. Alguns parlamentares decidiram retirar o apoio a essas propostas. Elas são conhecidas pelas siglas SOPA e PIPA. Logo após voltar ao ar, a Wikipédia exibiu um comunicado na página inicial agradecendo aos internautas: "Obrigado por proteger Wikipedia. (Nós não terminamos ainda.)".

Na internet, a principal ação veio da Wikipédia, enciclopédia on-line colaborativa, cuja versão em inglês ficou fora do ar durante todo o dia. Versões em outras línguas não foram afetadas. Outros "gigantes" que são contra as propostas, como o Google e o Facebook, não foram tão radicais, mas participaram dos atos com mensagens. Não há números oficiais de quantos sites aderiram.

Na página principal da Wikipédia em inglês foi exibida a seguinte mensagem: "Por mais de uma década, nós gastamos milhões de horas construindo a maior enciclopédia da história humana. Agora, o Congresso dos EUA está considerando uma legislação que poderia prejudicar a internet livre e aberta. Por 24 horas, para aumentar a conscientização, estamos tirando a Wikipedia do ar".

O Googl ...

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19/01/2012 8:47:00 AM





Noticia - Entenda os projetos de lei SOPA anti pirataria

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção do IP), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.

O site do jornal "Los Angeles Times" publicou que, após os protestos, um senador retirou apoio ao PIPA nesta quarta. A agência Reuters relatou outras duas desistências no Senado -uma delas anunciada pela página do parlamentar no Facebook. Na Câmara, 2 deputados voltaram atrás ainda na terça (17).

Já no Brasil os sites brasileiros como os do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) também exibiram mensagens em protesto contra os projetos de lei. No Twitter, o cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil escreveu: "Acho muito bom que nos juntemos contra os projetos do Congresso americano que, caso aprovados, podem significar um caminho sem volta para um fechamento da Internet".

Fonte : TechTudo

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19/01/2012 8:34:00 AM





Noticia - Microsoft e Governo anunciam acordo para estimular empresas brasileiras de tecnologia

Foi fechado acordo entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Microsoft para a criação de aceleradoras de empresas voltadas para tecnologia no Brasil. A divulgação foi feita durante a inauguração do centro de tecnologia da empresa norte-americana no país.

A ideia é que a parceria estimule a criação de startups brasileiras, principalmente nas áreas de games, educação, energia, telecomunicações e saúde. Serão seis aceleradoras em seis cidades brasileiras, com ao menos dez startups cada uma. Por enquanto, apenas quatro das cidades foram definidas: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.

As novas empresas ficaram nas incubadoras durante o período de três anos, com acesso as tecnologias fornecidas pela Microsoft. A companhia norte-americana já tem um programa semelhante, de estímulos a microempresas, chamado BizSpark, que já atendeu a mais de 2 mil startups no Brasil, segundo a empresa.

A Microsoft inaugurou em São Paulo, nesta terça-feira, um Microsoft Technology Center, centro de tecnologia que já é mantido pela companhia em ao menos 17 países. A ideia é que o local mostre a empresas maneiras com as quais a tecnologia pode ser aplicada a suas necessidades.

De acordo com a companhia, o centro é formado por ambientes de desenvolvimento e implementação, além de laboratórios e salas multitarefa. O local também é equipado com um datacenter com 360 processadores e capacidade de 700 terabytes.


Fonte : IMasters

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18/01/2012 9:34:00 AM





Noticia - Com a chegada da Amazon Web concorrentes reagem

A Amazon Web Services (AWS), e a sua promessa de uma empresa de infraestrutura de TI, sendo uma gigante de e-commerce norte-americana e pertecente a Amazon, de operar no Brasil com estratégia de preços baixos para acelerar a adoção de cloud computing, movimentou provedores locais. Alguns reagiram contra o modelo de atuação do novo player e outros acham que a chegada da empresa ao País vai estimular a vinda de outras companhias internacionais. 

Os serviços de cloud da Amazon estão disponíveis no mercado brasileiro desde 15 de dezembro, quando a companhia lançou oficialmente a operação no País. Em visita a São Paulo, o vice-presidente mundial da Amazon Web Services (AWS), Andy Jassy, deu sinais de que a companhia daria trabalho aos concorrentes locais como Alog, Locaweb, Hostlocation, UOL Diveo, Tivit, entre outros.

Jassy garantiu que a prestadora de serviços veio para o Brasil com a estratégia de oferecer cloud a preços mais competitivos que os competidores por operar com grandes volumes e ter escala para repassar reduções de custos aos clientes.

Prestadores de serviços brasileiros avaliam que a nova concorrente levará algum tempo para ajustar sua operação, pois conta no Brasil apenas com a infraestrutura e depende da matriz, nos EUA, para cuidar da parte administrativa e suporte técnico.

Um presidente de um data center, ouvido pela reportagem da Computerworld, que não quis se identificar, observou que as ...

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17/01/2012 10:14:00 AM





Noticia - Microsoft receberá por cada Android vendido da LG

A Microsoft continua arrecadando mais com o Android do que com seu próprio sistema. O Windows Phone 7 será a plataforma pela qual a Microsoft deposita todas as suas esperanças. Mais um novo acordo sobre utilização de patentes com a LG deve aumentar ainda mais a diferença. Segundo a Florian Mueller, analista de propriedade intelectual, o contrato cobre o uso do Android e do Chrome OS nos dispositivos da fabricante sul-coreana, e serve como extensão a um já acordado em relação à plataforma Linux.

Em outubro do ano passado, o banco de investimentos Goldman Sachs projetou que a companhia de Redmond ganharia 444 milhões de dólares com esses licenciamentos em 2012. Ela já possui acordos com mais de metade das fabricantes que utilizam o SO da Google, como HTC, Samsung e Acer, e, com a LG, o valor ficará significativamente maior.

Não é um mau negócio. Basta imaginar o que seria para a Coca-Cola se recebesse uma percentagem sobre toda latinha de Pepsi vendida, ou se a Ford ganhasse um pouco sempre que um Toyota saísse da loja. A Microsoft está em uma posição em que, mesmo que perca mercado, continuará arrecadando.

Android e Chrome OS são considerados software open source, mas os litígios e os acordos de licenciamento como o que a LG teve de costurar mostram que o gratuito no mundo da tecnologia, por vezes, não sai de graça. Estima-se que a Microsoft tenha direito a 5 dólares sobre cada dispositivo Android comercializado.

“O acordo com a LG, junto com os dez anteriores firmados com fabricantes ligados ao Chrome OS e Android, o que inclui HTC, Samsung e Acer, significa que 70% de todos os smartphones da plataforma vendidos nos EUA estão sob nosso portfólio de patentes”, afirmou Horacio Gutierrez, vice-presidente de propriedade intelectual da empresa.

A única grande companhia que ainda não assinou pacto com a Microsoft é a Motorola Mobility – que pertence à Google desde o ano passado. Será uma grande vitória para a dona Windows se conseguir fazer com que a própria desenvolvedora do sistema tenha de pagar pro cada licença que distribui gratuitamente.

Fonte : COmputerworld

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16/01/2012 4:03:00 PM





Noticia - Salários de TI em alta no país por falta de mão de obra qualificado

Com crescimento de 10% do mercado de TI no Brasil e a taxa cambial ajudaram a supervalorizar os profissionais do setor. Os executivos brasileiros que ocupam altos cargos e ocupam a faixa salárial “C-Level”,  estão entre os que recebem os melhores salários em comparação com os que desempenham a mesma função em outros países, como Estados Unidos, Inglaterra e Cingapura, constatam pesquisas de consultorias de recursos humanos. A situação favorável do País tem despertando interesse de talentos estrangeiros a virem para cá, principalmente os de regiões onde a crise econômica reduziu as ofertas de emprego. 

Esse cenário aumentou ainda mais o custo da mão de obra de TI no Brasil, que já era considerado um dos mais altos do mercado mundial por conta da pesada carga de impostos. O encarecimento dos profissionais gera impacto em organizações que atuam com projetos globais. Alternativas estão sendo buscadas para minimizar o problema e companhias esperam que a Medida Provisória (MP) 540/11, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, desonerando a folha de pagamento, ajude a reduzir gastos com recursos humanos.

A MP faz parte do Plano Brasil Maior ...
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13/01/2012 12:05:00 PM





Noticia - Revistas easy .net 19 e .net Magazine 93 no ar!

Está no ar as novas edições das revistas sobre .net. Lá você confere vários assuntos. Os destaques são para O Visual Studio 2010 para arquitetos de Software e Design Patterns.
Confira os links:


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12/01/2012 6:48:00 PM





Noticia - Google apostando em dispositivos mais integrados

O Google com o seu presidente executivo Eric Schmidt, afirmou que o futuro da tecnologia é fazer com que todos eletrônicos que utilizamos se conectem. Em conferência na CES 2012, defendeu que os dispositivos não alcançarão todo o seu potencial enquanto não se comunicarem uns com os outros.

Schmidt fala não só em dispositivos, mas também plataformas, aplicativos e conteúdo. “Sem a rede, os aparelhos ficam sozinhos”, defende. “Você quer entrar na sua casa e, a partir de seu smartphone Android, ter todos os eletrônicos ajustados logo nos primeiros passos que der no local. A TV, por exemplo, liga automaticamente e sintoniza seu programa favorito”.

O crescimento do ecossistema digital é o futuro antevisto pelo executivo. Sua palestra, intitulada “O que vem a seguir nos eletrônicos de consumo”, foi precedida por uma da Samsung, protagonizada por Tim Baxter, presidente de vendas e operações da fabricante para a América – e uma das maiores parceiras da Google.

Baxter afirmou que o ecossistema é a “cola” que torna relevante as diferentes partes, do disposi ...

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12/01/2012 4:42:00 PM





What is new - Linha de Código de cara nova

Olá leitores da DevMedia.

No mês de Dezembro começamos a reformular todo o site do Linha de Código.

Depois de planejar bastante e estudar alguns casos de sucesso chegamos ao resultado atual.

Acreditamos que essa tenha sido a maior reformulação visual pela qual o  Linha de Código  já passou e ficamos muito satisfeitos com o resultado final.

E vocês. O que acharam da mudança? Enviem um feedback para o  @LinhadeCodigo .

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12/01/2012 2:19:00 PM





Noticia - ICANN informa que as mudanças no DNS começa nessa semana

Com seis anos de discussão para chegar a uma definição sobre a adoção do novo DNS levaram a  ICANN, autoridade máxima em termos de nomes de domínios para a internet mundial, a autorizar que os websites tenham terminações diferentes dos habituais .com ou .com.br que nós estamos acostumados a ver.
E a mudança começa a valer a partir dessa semana, mais precisamente na quarta-feira à meia-noite.


“Essa é certamente a maior mudança no sistema de nome de domínio deste o ponto-com”, afirma o presidente do ICANN, Rod Beckstrom em entrevista à revista americana “Wired”. De acordo com o executivo, a abertura do ICANN dependeu de um documento com mais de 1.400 páginas. A instituição também demonstrou o funcionamento do novo sistema de TLD (domínio de nível máximo) em 36 países. Ou seja, a coisa é grande mesmo.

Com os novos TLDs qualquer empresa ou instituição fica livre para criar a finalização .google ou .globo, apenas para dar exemplos. Com isso, a organização controla e assegura a presença de sua marca na rede bem como de seus domínios. No futuro, o Google poderá registrar o domínio http://search.google.com/ para centralizar o serviço de busca ou a Globo.com poderia utilizar http://bbb.globo/ como local onde se encontram todas as informações sobre o reality show Big Brother Brasil.

Na sexta-feira o ICANN começa a receber os pedidos para registrar novos TLDs. Não é garantido que as organizações vão consegui-los, embora alguns medalhões da internet mundial, como o próprio Google, a Microsoft e a Amazon, certamente terão espaço privilegiado nessa história. O ICANN promete para maio a primeira lista com os TLDs aprovados.

A grande mudança no DNS também será uma das mais caras — especialmente para as empresas interessadas nos TLDs. Apenas para requerer um TLD será preciso desembolsar US$ 185 mil. Além dessa quantia, as empresas terão que gerenciar os domínios internamente, o que pode trazer custos de mais US$ 500 mil anuais.

Fone : TechTudo


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11/01/2012 10:03:00 AM





 

daniella@devmedia.com.br

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