| Últimas 20 atualizações de DIOGO SOUZA |
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Tempo: 15:29 min
Descrição: Nessa videoaula será apresentado o arquivo coração da aplicação: o AndroidManifest.xml. Veja algumas dicas do que usar e como usar as tags e atributos corretos no Manifest.xml. Entenda o processo de registro de uma Activity desde a sua extensão até o link com o arquivo xml e cadastro no Manifest. Veja a importância de não alterar os arquivos de resources auto gerados e gerenciá-los a nível de Java e a nível de xml. Finalmente, entenda como cadastrar uma atividade e marcá-la como principal para abrir junto do projeto.
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Tempo: 16:08 min
Descrição: Nessa videoaula serão apresentadas as finalidades de cada tag criada na estrutura de diretórios gerada pelo eclipse, assim como seus respectivos atributos. Saiba o objetivo de cada um deles para organizar estilos como altura, largura, margens e dimensões. Veja como o android gerencia o escopo de atividade via xml para estruturação da tela e via java para gerenciamento da mesma. Entenda também o processo de acesso a recursos através do operador @, e o que pode ou não ser acessado por ele.
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Tags depreciadas no HTML
Como é de conhecimento de muitos, foi lançado, há algum tempo, o HTML 5. Junto ao mesmo um alvoroço acerca das novas features, funcionalidades e recursos disponibilizados foi pauta de muitos artigos, sites, projetos e até mesmo novas empresas, estas que foram fundadas para atender o novo público.
Paralelo a isso, e meio que indiretamente, os desenvolvedores e o próprio jeito de programar para a web sofreram grandes mudanças. Algumas destas mudanças envolveram também a retirada da base da linguagem HTML: as suas tags. Tudo que precisa-se saber após o entendimento dos protocolos da web, da função interna da linguagem é o uso correto das tags HTML, para desenvolver uma página web simples. Depois disso, outras linguagens como Javascript ou CSS se fazem importantes, mas nenhuma delas funciona sem essa base, sem as tags.
Assim como em qualquer outra linguagem de grande porte, a evolução da mesma trás consigo a depreciação também. Depreciação de especificações, de conceitos, práticas e, no caso do HTML, de suas tags.
Observação: o órgão responsável por validar isso é o W3C (Figura 1), vide links para maiores informações.
Figura 1: W3C - World Wide Web
Este artigo tem por objetivo explanar um pouco acerca de algumas tags e seus respectivos atributos que se depreciaram com o surgimento de novas versões, assim como entender o porquê disso ter acontecido, recursos substitutos, etc.
Tags obsoletas
Para entender melhor o que foi falado até aqui, analise a Tabela 1, que contém uma listagem de algumas tags com descrição e explanação do que aconteceu após a depreciação.
Tag Depreciada
Descrição
Tag Substituta
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Tempo: 15:27 min
Descrição: Nessa videoaula serão explicados um a um todos os arquivos de diretórios e pastas criadas no projeto Android. Entenda como cada um destes componentes funciona dentro do projeto, sua importância e o que usar e onde usar cada deles dentro do mesmo projeto. Veja uma explanação rápida sobre o pacote principal, os diretórios de imagens e desenháveis, códigos auto gerados, e até o coração da aplicação: o AndroidManifest.xml. Entenda o porquê de tanta coisa criada e a comunicação que existe entre todas as partes integrantes.
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Tempo: 15:50 min
Descrição: Nessa videoaula será criado um primeiro aplicativo para aguçar o contato entre o desenvolvedor e o ambiente android: o Hello World. Veja como é fácil criar um novo projeto em android usando o Eclipse e as facilidades que o mesmo te dá abstraindo inúmeras configurações antes pedidas. Analise o contexto de cada wizard e a importância de configurá-las corretamente para obter todo o poder do android durante o desenvolvimento e também após o mesmo. Finalmente veja como executar seu projeto no emulador android.
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Muitos desenvolvedores da web lidam direta e diariamente com linhas e mais linhas de código HTML. A linguagem desenvolvida para lidar com todo o gerenciamento do conteúdo na web, definindo padrões de tags nomeadas para uma finalidade específica por cada uma, hoje domina o universo de desenvolvimento front-end no que concerne à organização dos elementos na tela, o hipertexto. Independente da definição de caso, para ser um bom desenvolvedor web, é preciso conhecer bem HTML e suas tags integrantes em ordem e finalidade.
Com o advento até um tempo atrás do HTML 4, e hoje do HTML 5, é natural que muitas dessas tags entrem em desuso ou sejam pouco conhecidas pelos usuários da linguagem, em vista das melhores opções tidas nas novas versões, além das opções de uso de frameworks javascript, flash, silverlight e afins. Entretanto, elas estão lá. As tags esquecidas pelos programadores ou até algumas nunca vistas antes existem na especificação HTML e podem ser usadas normalmente nas suas páginas web, algumas delas trazendo até benefícios do ponto de vista de SEO (Search Engine Optimization), isto é, melhor classificação nos resultados dos buscadores web.
Este artigo trata de mostrar algumas destas tags, com sintaxe, uso de atributos, exemplos práticos e explanações do que elas fazem. Daí a entender o porquê das mesmas terem sido esquecidas, fica a cargo do leitor.
Tags <abbr> (Abreviation) e <acronym>
Estes dois são muito semelhantes e na sua forma básica. Quando usadas junto ao atributo “title”, passar o mouse sobre o conteúdo do texto fará com que o texto do título mostre a dica, o texto informado em forma de tooltip, além de ser reconhecido em praticamente todos os navegadores. Entretanto, é no uso de ferramentas javascript, como muitos frameworks jQuery o fazem, por exemplo, que o poder dessas tags está mais em evidência. É possível criar balões personalizados para serem exibidos em forma de tooltip, com definição de CSS, etc. deixando o código usado flexível e elegante.
Outra definição segue o conceito de que a serve para explicar um grupo de palavras enquanto o <abbr> define valores apenas para abreviações.
São bastante utilizados para passar o significado de uma sigla, como está exibido na Listagem 1 e 2. Os resultados no browser podem ser conferidos nas Figuras 1 e 2 respectivamente.
Listagem 1. Exemplo de uso da tag <acronym>
O <acronym title=”Ministério da Educação”>MEC</acronym> veio ontem fazer a vistoria na faculdade.
Figura 1 - Resultado da Listagem 1 - Acronym
Listagem 2. Exemplo de uso da tag <attr>
O <attr title=”Doutor”>Dr.</attr> Durval não compareceu à reunião.
Figura 2 - Resultado da Listagem 2 - Attr
Tag <cite>
Todos já conhecem bem a tag <blockquote>, usada para guardar citações de outrem. Mas uma tag não tão comum se refere à referência da obra, citação, etc em questão. Ela basicamente permite que você defina o texto dentro do elemento como uma referência. Normalmente, o navegador irá tornar o texto dentro da tag <cite> em itálico, mas isso pode ser mudado com um toque de CSS.
A tag <cite> é realmente útil para citar referências bibliográficas e outros locais. Na Listagem 3 está um exemplo de como usar a tag <cite> em um parágrafo:
Listagem 3. Exemplo de u
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Muito já foi falado, explanado acerca das tecnologias e soluções IBM. Uma empresa grande e antiga no ramo de hardware, também domina grandes vertentes do universo de fornecimento de softwares em soluções e em desenvolvimento. O seu servidor web JEE, o WebSphere, é amplamente utilizado por desenvolvedores de todo o mundo e a cada nova versão é possível observar as melhorias lançadas pela empresa para com o mesmo.
Os aplicativos JEE, estejam eles usando os recursos mais complexos do JEE como EJB, injeção de dependências, web services, ou não, precisam fazer uso dos recursos que o servidor JEE disponibiliza.
O processo de instalação e setagem da configuração em um servidor Java EE, seja ele completo como o WebSphere, JBoss, etc ou mais simples e reduzido como o Apache Tomcat, é demasiado simples. Entretanto, várias variáveis estão envolvidas nesse processo e acabam, por muitas vezes, enganando o desenvolvedor ou até mesmo aqueles que já guardam anos de experiência na ferramenta, como um gestor de configuração ou até mesmo arquitetos de software.
Neste artigo serão mostrados passos mais detalhados e explicados acerca desse processo aparentemente simples e fácil.
Nota: O artigo considera que você já tenha preparado em seu computador o ambiente de execução. Aqui serão usadas as ferramentas RSA (Rational Software Architect for WebSphere Software na sua versão 7.5.5.5 e o servidor web IBM WebSphere na versão 7.0, mas os passos podem ser seguidos facilmente para outras versões de ambas ferramentas.
Instalando um aplicativo novo no IBM WebSphere
Considere que neste passo você deverá considerar em que tipo de situação está instalando teu servidor. Existem duas formas principais. A primeira é quando se está trabalhando em um projeto de software e adiciona-se o próprio projeto ao servidor em modo IDE, ou seja, via IDE. Isso permite que o programador abstraia o passo a passo exigido pelo segundo processo de instalação, que consiste em acessar a tela de administração do servidor e realizar os procedimentos requeridos de instalação.
Para instalar um novo aplicativo pelo passo 2 (considera-se que será ignorado o passo 1 pela familiaridade com os demais servidores e IDEs) acesse o menu de administração clicando com o botão direito do mouse e selecionando “Administration > Run Administrative Console”, de tal forma a tela de administração será aberta. Nas opções exibidas selecione a opção de menu lateral “Aplicativos > Tipos de Aplicativos > Aplicativos Corporativos WebSphere”, tal como na Figura 1.
Figura 1 - Tela de aplicativos WebSphere instalados
Nessa primeira tela é possível observar as aplicações instaladas no servidor. Observe que algumas
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Conforme já visto e explorado em inúmeros artigos até então, aqui na Devmedia mesmo (veja uma lista ao final deste artigo), o bom uso de servidores web se faz cada vez mais essencial, uma vez que a programação web também é. De tal forma, saber utilizá-los e, mais que isso, bem gerenciá-los dentro dos diversos escopos de ambientes que um desenvolvedor tem hoje em dia, se torna um grande diferencial, tanto em produtividade quanto no quesito melhores decisões para os projetos que participar.
Os servidores JEE, ou seja, os servidores feitos para atender às demandas de projetos executando tecnologias Java Enterprise, com seus inúmeros recursos, datasources, pools de conexão, EJBs, etc. estão em alta no mercado e a procura por profissionais capacitados nesse tipo de tecnologia tende a aumentar com o passar do tempo. Paralelo a isso cresce também a necessidade dos mesmos profissionais de se tornarem mais capacitados para gerir seu tempo, seu trabalho e sua produtividade aliada aos seus conhecimentos (e ao crescimento destes).
A IBM é uma empresa especializada nesse ramo e o seu servidor Java EE, o IBM WebSphere, tem suporte a todos os recursos aqui citados e muito mais. Inúmeras empresas estão aderindo às tecnologias IBM de forma a ter um ambiente totalmente integrado com as ferramentas e soluções da mesma, a estilo Microsoft e c&a.
De igual forma, todos os servidores disponibilizam para os usuários uma página de administração, onde os mesmos poderão realizar as configurações do servidor. Este artigo se dedica a explorar alguns recursos presentes nessa página, explanando um pouco sobre o que há de mais importante.
Nota: este artigo considera que o seu ambiente (servidor + ferramenta IDE IBM Rational) esteja devidamente montado e configurado.
Para acessar a tela de administração do WebSphere clique com o botão direito do mouse no Server criado na aba de “Servers” do seu IDE e selecione a opção “Administration >Run Administrative Console”. Uma tela HTML será aberta no browser interno do IDE exibindo todas as opções de administração, tal como na Figura 1.
Figura 1: Tela de administração do IBM WebSphere
Principais itens de gerenciamento
1. Servidores
Nessa opção é possível encontrar os diferentes tipos de servidores no WebSphere. Basicamente são três os tipos possíveis tipos de servidores: “Servidores de aplicativos”, “Servidores WebSphere MQ” e “Servidores da Web”. Os dois primeiros praticamente mantêm uma comunicação mútua entre si e você poderá acompanhar a criação de servidores em ambos de igual forma.
Estes itens servem para criar, instalar e configurar as diversas instâncias de servidores dentro do WebSphere. Além disso, é possível testar as conexões e configurar os recursos internos a cada servidor. Note que um Server já vem criado por padrão, geralmente nomeado como “server1”. As configurações que vêm no mesmo são muitas vezes desn
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Com o advento das tecnologias web e a definição de software dinâmico executando em um browser através da respectiva comunicação com um servidor web, é possível ver o surgimento de cada vez mais tecnologias que abranjam/atendam ao universo de desenvolvimento de software na web.
Um conceito bem comum e inerente a esse processo é o de “datasource”. Se analisado a fundo, o termo significa fonte de dados e pode ser usado para designar qualquer repositório de informações que serão usadas pela aplicação. Entretanto, o mesmo é comumente associado ao uso de um banco de dados e, neste caso especificamente, se relaciona ao uso do mesmo banco em um servidor de aplicações web.
Segundo a Wikipédia, o datasource é “um nome dado à configuração de conexão para um banco de dados de um servidor. O nome é normalmente utilizado quando se cria uma consulta para o banco de dados. O DSN (Datasource Name) não tem que ser o mesmo que o nome do arquivo para o banco de dados.”.
No mundo de desenvolvimento de software, este conceito é amplamente utilizado pelos desenvolvedores e escolhido pelos gerentes de configuração ou arquitetos por facilitar a usabilidade do mesmo levando-se em consideração as ferramentas usadas o ambiente onde se está inserido. Além disso, esse tipo de recurso flexibiliza o processo de uso do banco de dados pelo motivo agora citado.
Veja na Figura 1 um exemplo de implementação de datasource usando o Spring framework.
Figura 1: Implementação de datasource no Spring framework
Note que, ao contrário do que muitos pensam, os datasources também fazem uso de JDBC. É comum pensar que quando se passa a usar um recurso mais complexo ou framework ORM como o Hibernate, por exemplo, passa-se também a não mais usar o JDBC. Mas lembre-se: JDBC é base de conexões em Java, é ele o responsável por estabelecer o processo de comunicação com o banco de dados, usando um datasource ou não.
Neste artigo será mostrado como usar os mecanismos de datasource através do servidor IBM WebSphere 7.0.
Acessando a página de gerenciamento dos datasources
Para configurar datasources usando o IBM WebSphere, você precisa primeiro fazer acesso à tela de administração do servidor. As páginas de administração são comuns entre servidores, principalmente os servidores JEE, e servem para facilitar o acesso a propriedades do servidor, assim como a configuração das mesmas.
Nota: para este artigo será considerado que o usuário já tem instalado todo o ambiente Rational, assim como o servidor WebSphere. Vide artigos na DevMedia para saber como fazer todo o processo de instalação e configuração.
Para acessar essa página, clique com o botão direito do mouse no servidor WebSphere, na aba Servers da sua IDE Rational, e selecione as opções “Administration > Run Administrative Console” (estas opções estarão habilitadas apenas se o servidor estiver executando em modo Start ou Debug).
A tela exibida na Figura 2 que irá aparecer, corresponde à tela de administração do WebSphere, onde serão feitas todas as configurações importantes de servidor.

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O conceito de perfil (profile) no mundo da computação e dos sistemas de informação é bem comum, tanto no quesito programação, desenvolvimento de software, quanto mais ainda no universo de um usuário.
Usuários criam perfis o tempo todo e estes definem o salvamento de configurações únicas para aquele mesmo usuário, coisas que ele gosta de guardar, suas preferências. Estes mesmos perfis também se fazem presentes no mundo desde antes dos computadores, quando utilizamos “padrões” para definir o meio comum das pessoas, sociedades, modos e modas.
Em se tratando de softwares, mais especificamente os softwares usados para fabricar outros softwares, como os servidores web, o conceito de perfil destaca-se na importância de configurar coisas não para usuários distintos, mas para finalidades distintas dentro do ambiente web. Isto é, cada perfil conterá configurações que atenderão a demandas específicas dentro de conjunto de software web, ou do ambiente onde este software web irá ser executado.
O servidor JEE da IBM, o WebSphere, é um servidor que utiliza esse conceito de perfis que, segundo a documentação oficial, são “conjuntos de arquivos que definem o ambiente de tempo de execução”.
Criando um novo perfil
Com as ferramentas devidamente instaladas e configuradas (IBM RSA ou RAD como IDE e WebSphere como servidor JEE, aqui na versão 7.0), você estará apto para modificar os profiles criados ou criar novos profiles.
Para executar os passos aqui descritos, via documentação IBM provavelmente você irá se deparar com uma documentação ambígua e repleta de comandos via prompt de comando. Nesse caso, serão descritos aqui passos via interfaces gráficas das ferramentas, de forma a facilitar o trabalho de criação e manutenção destes perfis.
Quando fizer a instalação das ferramentas descritas acima, em um dos passos desse processo você irá criar, automaticamente, um perfil padrão, uma vez que é necessária a existência de pelo menos um perfil para que o ambiente funcione.
Para acessar a tela de gerenciamento dos perfis, dentro do RSA/RAD vá à opção de menu “Window > Preferences > Server > WebSphere Application Server”, e a tela mostrada na Figura 1 será exibida.
Figura 1: Tela de configuração dos perfis no WebSphere
Note que na primeira coluna de listagem encontram-se os “local profile management”, ou seja, os gerenciadores locais de perfis. Basicamente é onde são listadas as instâncias de servidor, os runtime environments (ambientes de execução), uma vez que você poderá ter várias versões diferentes do WebSphere dentro do mesmo ambiente IDE.
Na segunda tabela de valores estão os perfis em si. Esses valores podem ser basicamente “inseridos” ou “removidos”, nunca alterados. E a criação destes perfis
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Tempo: 21:57 min
Descrição: Nesse pocket vídeo será apresentado o plugin eclipse de estilização de fontes e uso/criação de temas: o Eclipse Color Themes. Veja como instalar o configurar o mesmo, assim como usá-lo dentro da IDE Eclipse, de forma a ter um poderoso e rico ambiente de desenvolvimento. Confira o código fonte do projeto no github e teste classes, arquivos HTML, SQL, etc usando o novo plugin.
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Desenvolver software hoje em dia não é uma tarefa mais tão complicada. Dependendo das tecnologias escolhidas, isso pode se tornar uma tarefa fácil e tranquila de se fazer dentro de um ambiente de desenvolvimento de software. O grande problema nessa questão fica intimamente relacionado à experiência que o profissional desta tecnologia tem para com a mesma, neste caso, os desenvolvedores, analistas de sistemas e profissionais da tecnologia da informação.
Quando o assunto se volta para o âmbito web, então aí várias outras variáveis podem ser adicionadas, tais como conhecimentos em HTTP (o tão famoso protocolo de transporte multitexto/mídia na web) e demais protocolos web, em redes (TCP/IP, sockets, redes de computadores), nas linguagens de programação e em seus respectivos recursos de acesso a grande rede (isso se as mesmas proverem esse tipo de funcionalidade).
Mas uma coisa é certa, na web qualquer aplicação necessitará fazer uso de um servidor de aplicações. A definição pode ser bem explanada no link oficial da Wikipédia, onde se diz:
“Servidor web pode ser um programa de computador responsável por aceitar pedidos HTTP de clientes, geralmente os navegadores, e servi-los com respostas HTTP, incluindo opcionalmente dados, que geralmente são páginas web, tais como documentos HTML com objetos embutidos (imagens, etc.) ou um computador que executa um programa que provê a funcionalidade descrita anteriormente.”
Na mesma definição da enciclopédia virtual, é possível verificar que nesse processo também se faz necessária a inclusão de um software cliente, o browser. Com este último completa-se o famoso termo “Cliente/Servidor”: a arquitetura padrão da web, onde é possível identificar a presença de um servidor que serve as páginas web a um cliente.
A IBM é uma empresa especializada em produtos de tecnologia, dentre os quais ambientes de desenvolvimento integrado (IDEs), servidores (software e hardware), frameworks de desenvolvimento, etc. Seu servidor mais famoso se chama WebSphere (vide Figura 1) e pode ser encontrado na loja de produtos da empresa. Os produtos da IBM são essencialmente pagos. Neste artigo, o processo de instalação será abstraído necessitando, portanto, de instalação pré-realizada. Você poderá encontrar várias referências aqui na DevMedia mesmo sobre o assunto.
Figura 1: Logo IBM WebSphere
Criando um novo servidor
Neste artigo será usada como ferramenta IDE da IBM, o RSA. Este também está disponível para instalação e configuração em alguns links da DevMedia.
Após abrir a ferramenta, verifique na aba Servers que já existirá um Server padrão. Isso se deve ao fato de a instalação
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Tempo: 21:13 min
Descrição: Nesse pocket vídeo será mostrado como acessar iFrames HTML via jQuery. Veja algumas dicas e recursos usados para melhor lidar com esse tipo de componente comum em muitas páginas HTML. Veja também como definir escopos de acesso e edição de valores externa e internamente aos mesmos.
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Tempo: 21:54 min
Descrição: Nessa última videoaula deste curso serão apresentadas a implementações das funcionalidade de edição e remoção de valores do banco via tela java web. Veja como desenvolver o código para tal, assim como a organizar a estrutura do seu projeto de modo a se adequar às mesmas ações. Nesta última vídeo aula você poderá entender o processo final de acoplamento do código ao modelo web, sem maiores aprofundamentos.
Tecnologias e Recursos: JDK, MySQL Server, MySQL Workbench, JDBC, Java, Banco de Dados, DML, DDL, SQL, DAO, Generics, Data Access Object, GUI, Jigloo, swing, JTable, JScrollPane, ButtonColumn, Join SQL, Java web, tomcat
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Tempo: 15:15 min
Descrição: Nessa videoaula será apresentada a implementação da funcionalidade de listagem. Veja como adequar o seu modelo de modo a ter uma tela de listagem com a verificação de parâmetros e exibição dos mesmos em uma tabela HTML. Além disso, veja como capturar as mensagens e exibi-las de acordo com o cadastro ou não, baseando-se nos fluxos da aplicação.
Tecnologias e Recursos: JDK, MySQL Server, MySQL Workbench, JDBC, Java, Banco de Dados, DML, DDL, SQL, DAO, Generics, Data Access Object, GUI, Jigloo, swing, JTable, JScrollPane, ButtonColumn, Join SQL, Java web, tomcat
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Tempo: 16:50 min
Descrição: Nessa videoaula será apresentada a implementação da funcionalidade de cadastro. Veja como criar o código de recuperação dos valores pelos parâmetros enviados no request, assim como organizar o código de forma a exibir as mensagens corretas pelo fluxo de navegação da página. Também será mostrado como criar um servlet usando as wizards de criação do eclipse, provendo uma produtividade maior na hora de programar.
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Tempo: 15:50 min
Descrição: Nessa videoaula será apresentada a população da combobox de UF tal como havia sido feito anteriormente na aplicação desktop. Será exibido também como implementar o código para tal de forma a ter esses valores em lista sempre disponíveis para qualquer parte da aplicação, sendo possível através do uso da sessão HTTP. Veja como recuperar o objeto de sessão e usá-lo a favor como recurso extra do java web. -->">
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Neste curso serão apresentados conceitos de desenvolvimento de software mobile usando a tecnologia Android através do desenvolvimento de um aplicativo de loja virtual inteiro, passando desde sua origem e conceitos até o desenvolvimento de funcionalidades mais complexas no mesmo. Este mesmo curso explicará ao aluno o porquê de muitos métodos serem usados no mundo mobile, além de design e publicação. -->">
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Tempo: 15:49 min
Descrição: Nessa videoaula será mostrado como instalar corretamente o eclipse for Java EE Developers, versão que será usada para desenvolver o aplicativo Android e o respectivo projeto web. Veja também como instalar o plugin para desenvolver Android no eclipse, o ADT, diretamente do Eclipse MarketPlace. Por fim, entenda como o plugin faz com que a IDE trabalhe em conjunto com o SDK instalado.
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Tempo: 15:28 min
Descrição: Nessa videoaula será mostrado como instalar corretamente o kit de desenvolvimento Android, o SDK. Veja como analisar as versões corretas do seu android, tanto no concerne à versão comercial, quanto à versão da API do framework de desenvolvimento. Aprenda a instalar os pacotes corretos e finalmente a criar o seu próprio AVD (Android Virtual Device), o emulador para Windows, onde poderão ser feitos os testes dos aplicativos desenvolvidos.
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