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Artigo - Criando usuários e liberando privilégios e atribuições no Oracle

Sintaxe de Criação de Usuário

Para que se crie um usuário no Oracle usamos a instrução CREATE USER, para isso temos abaixo a sintaxe dessa instrução de forma simplificada.

Listagem 1: Sintaxe dos comandos para criação de usuários

CREATE USER nome_de_usuario IDENTIFIED BY sua_senha
[DEFAULT TABLESPACE nome_da_tablespace]
[TEMPORARY TABLESPACE tablespace_temporaria];
  • nome_de_usuario – É nome do usuário que será criado;
  • sua_senha – É a senha para o usuário que está sendo criado;
  • nome_da_tablespace – É a tablespace padrão onde os objetos do banco de dados são armazenados. Se essa opção for omitida, o banco assume a tablespace SYSTEM padrão;
  • tablespace_temporaria – É a tablespace padrão onde são armazenados os objetos temporários, como tabelas temporárias por exemplo. Se essa opção for omitida um tablaspace temporário TEMP é assumida.

Criando um usuário

Listagem 2: Criando o usuário direto

CREATE USER eliezio identified by 123;

Na lista Listagem 2 foi criado o usuário ELIEZIO com a senha 123, esse usuário foi criado de forma direta, ou seja, foi omitida a DEFAULT TABLESPACE e TEMPORARY TABLESPACE, isso faz com que o Oracle assuma o padrão do banco. Nesse caso assume de forma as tablespace SYSTEM e TEMP. Para checar as tablespaces usadas na criação do usuário, pode ser executada o select aplicado na Listagem 3.

Listagem 3: Verificando as teblespaces

SELECT 
  username,
  default_tablespace,
  temporary_tablespace 
FROM  
  dba_users
WHERE
   username = 'ELIEZIO';

A Figura 1 exibe o resultado do select executado na lista 2.

Verificação das tablespaces do usuário

Figura 1: Verificação das tablespaces do usuário

Listagem 4: Criando o usuário passando de forma explicita as tablespace

CREATE USER devmedia identified by teste
DEFAULT TABLESPACE users
TEMPORARY TABLESPACE temp;

Na Listagem 4 foi criado o usuário DEVMEDIA com a senha teste, essa usuário foi criado passando as tablespaces de forma explicita, tanto para DEFAULT TABLESPACE como para TEMPORARY TABLESPACE.

Listagem 5: Verificando as tablespaces do usuário DEVMEDIA

SELECT 
  username,
  default_tablespace,
  temporary_tablespace 
FROM  
  dba_users
WHERE
   username = 'DEVEDIA';

A figura 2 exibe o resultado do select executado na lista 4.

Tablespaces do usuário DEVMEDIA

Figura 2: Tablespaces do usuário DEVMEDIA

Listagem 6: Verificando as tablespace dos dois usuários

SELECT 
  username,
  default_tablespace,
  temporary_tablespace 
FROM  
  dba_users
WHERE
   username IN('DEVMEDIA','ELIEZIO');

A figura 3 exibe o resultado do select executado na listagem 6.

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22/11/2012 11:35:00





Artigo - Trabalhando com Views no Oracle

Logomarca do Oracle

Figura 1: Logomarca do Oracle

View

Podemos definir uma view como uma consulta predefinida baseada em uma ou mais tabelas. As view´s podem receber consulta assim como uma tabela, para isso deve-se passar o nome da(s) view(s) na cláusula FROM dento da consulta. As view’s oferecem algumas vantagens e estão divididas em 2 tipos, View Simples e Complexa.

Algumas Vantagens de Usar View:

  • Para restringir acesso a dados;
  • Para fazer consultas complexas de forma mais simplificada;
  • Para oferecer independência de dados;
View Simpes - Uma view simples recupera linhas de uma única tabela base, não contém funções grupo e pode aceitar operações DML(Linguagem de Manipulação de Dados).View Complexa - Uma View complexa recupera linhas de várias tabelas, contém funções de grupo e nem sempre permite operações DML.

Abaixo vemos a sintaxe Padrão para criação de uma view, o que está entre colchetes([]) é opcional.

Listagem 1: Sintaxe padrão de criação de view

CREATE [OR REPLACE] [FORCE|NOFORCE] VIEW Nome_Da_View
  [(alias[, alias]...)]
 AS subquery
[WITH CHECK OPTION [CONSTRAINT nome_Constraint]]
[WITH READ ONLY [CONSTRAINT nome_Constraint]];
  • OR REPLACE – Significa que a view deverá ser alterada, caso ela já exista.
  • FORCE – Força a criação da view mesmo que as tabelas de base não existam.
  • NOFORCE – Não permite a criação da view se as tabelas de base não existirem, esse já o padrão, ou seja ,se no FORCE não for declarado o NOFORCE é embutido de forma implícita.
  • NOME_DA_VIEW – É nome da visão.
  • ALIAS – É o apelido de uma expressão na subconsulta. Deve haver o mesmo número de apelidos do que expressções na subconsulta.
  • SUBQUERY – É a subconsulta que recupera as linhas das tabelas de base. Se você estiver usando alias(apelidos), pode usá-los na lista após a instrução SELECT.
  • WITH CHECK OPTION – Significa que somente as linhas que seriam recuperadas na subconsulta podem ser inseridas, atualizadas ou removidas. Se você não usar essa cláusula, as linhas não são verificadas.
  • NOME_CONSTRAINT – É o nome que será atribuído à restrição WITH CHECK OPTION ou WITH READ ONLY.
  • WITH READ ONLY – Significa que só podem ser lidas as linhas da tabela base.

Nota: para nossos exemplos vamos trabalhar sobre o esquema HR que vem como padrão na instalação do Oracle. Para criação de view’s o usuário precisa ter o privilégio CREATE VIEW liberado.

CRIANDO VIEW SIMPLES

Listagem 2: Criando a View Emp_dep

CREATE VIEW emp_dep 
 AS
  SELECT employee_id,Last_name,salary
 FROM
   employees; 

A view emp_dep criada foi baseada na tabela EMPLOYEES, essa view não possui qualquer restrição.

Listagem 3: Criando a View Emp_dep_const

CREATE VIEW emp_dep_const 
 AS
  SELECT employee_id,Last_
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10/10/2012 11:30:00





Artigo - Usando os Operadores LIKE, IN e BETWEEN no Oracle

Ao montar um banco de dados, precisamos de mecanismos para que se possa extrair os dados desse banco, e a forma de fazermos isso é através de consultas SQL. Uma consulta SQL nada mais é do que uma pergunta que fazemos ao banco de dados. Para que a resposta seja a contento é necessário que a pergunta seja bem feita e para nos auxiliar na hora de fazer a consulta é que nós utilizamos os operadores SQL.

Como exemplo para nossas consultas vamos criar algumas tabelas, seguem os comandos abaixo.

Listagem 1: Criando a Tabela Pessoa

CREATE TABLE PESSOA
(
  id_pessoa   integer constraint id_pessoa_PK primary key,
  nome        varchar2(20),
  cpf         varchar2(14)  
);
Script de criação na tabela PESSOA no programa PL/SQL Developer

Figura 1: Script de criação na tabela PESSOA no programa PL/SQL Developer

Listagem 2: Inserindo dados na tabela Pessoa

Insert into Pessoa values(1,'Luis da Silva','11109865424','20-06-1994');
Insert into Pessoa values(2,'Maria Joaquina','87604465334','20-07-1981');
Insert into Pessoa values(3,'José da Silva','54279835424','08-03-1999');
Insert into Pessoa values(4,'João Henrique','283835424','28-08-1981');
Insert into Pessoa values(5,'Eliézio Mesquita','1087865424','28-02-1985');
Insert into Pessoa values(6,'Gustavo Souza','7464465334','17-12-1995');
Insert into Pessoa values(7,'Wesley Yamazack','54329835424','12-10-1997');
Insert into Pessoa values(8,'Edson Arantes','90874465334','02-04-2005');
Insert into Pessoa values(9,'Silvio Santos','54279835424','17-07-1955');
Insert into Pessoa values(10,'Zico Galinho','654838724','15-11-2011');
Insert into Pessoa values(11,'Irá Almeida','1087865424','07-09-2000');
Insert into Pessoa values(12,'Lula da Silva','798465334','25-05-1974');
Insert into Pessoa values(13,'Dilma Russef','12329655424','03-01-1965');
Commit;

Nota: O comando commit serve para efetivar a gravação dos dados na tabela do banco, enquanto o mesmo não for executado a gravação não será efetivada de fato.

Script de i

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05/06/2012 14:41:00





Artigo - Criando e Alterando Tabelas no Oracle

É muito importante sabermos que, ao criar uma tabela no Oracle, precisamos definir qual o tipo de dados que cada coluna da tabela receberá. Isso é de suma importância para que na hora de inserir os dados na tabela você não tenha problemas, a seguir temos alguns tipos usados pelo Oracle.

  • CHAR(Comprimento): Armazena string de comprimento fixo. Exemplo: CHAR(2).
  • VARCHAR(Comprimento): Armazena string de comprimento variável. Exemplo: VARCHAR(20).
  • DATE: Armazena data e horas. Armazena o século, todos os 4 dígitos do ano, mês, dia, a hora no formato 24 horas. Pode variar entre as datas 1º de Janeiro de 4712 a.C e 31 de Dezembro de 4712 d.C.
  • INTEGER: Armazena valores inteiros. Exemplo: 1,2,10,55.
  • NUMBER(precisão, escala): Armazena valores de ponto flutuante, mas aceita números inteiros. Exemplo: Number(5,2) - R$ 1.22 -

Vamos aos comandos usados para criação de uma tabela, a Listagem1 mostra o código:

Listagem 1: Criando a Tabela Pessoa

CREATE TABLE PESSOA
(
  id_pessoa   integer,
  nome         varchar2(20),
  cpf            varchar2(14)  
);
Criando a Tabela Curso

Figura 1: Script de criação na tabela PESSOA no programa PL/SQL Developer

Listagem2: Criando a Tabela Curso

CREATE TABLE CURSO
(
  id_curso   integer,
  nome       varchar2(20)
);
Script de criação na tabela CURSO no programa PL/SQL Developer

Figura 2: Script de criação na tabela CURSO no programa PL/SQL Developer

Listagem 3: Criando a Tabela Mensalidade

CREATE TABLE MENSALIDADE
(
  id_curso      integer,
  id_Pessoa    integer,
  valor           number(5,2)  
);
Script de criação na tabela MENSALIDADE no programa PL/SQL Developer

Figura 3: Script de criação na tabela MENSALIDADE no programa PL/SQL Developer

Listagem 4: Inserindo dados na tabela Pessoa

Insert into Pessoa values(1,'Eliézio Mesquita','11109865424');
Insert into Pessoa values(2,'Maria Joaquina','93104465334');
Insert into Pessoa values(3,'José da Silva','14109835424');

Listagem 5: Inserindo dados na tabela Curso

Insert into curso values(1,'Sistemas');
Insert into curso values(2,'Administração');
Insert into curso values(3,'Filosofia');

L

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31/05/2012 14:09:00





 

Formado em Sistema de Informação, pela faculdade ESTACIO SEAMA. Atualmente trabalha na empresa Office Sistemas(www.officesistemas.com.br) como consultor de sistemas ERP e Instrutor de Oracle na Ka Solution. elieziomesquita@hotmail.com
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