| Últimas 20 atualizações de LUIZ EMANUEL SIMETTE DE MELLO CAMPOS |
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O novo Smartphone da Palm pode não ter chegado ao Brasil ainda, mas ontem eu ví em minha caixa postal que fui um dos elegidos a terem o SDK da Palm no Brasil. Fantástico!
A primeira coisa que se nota ao fazer o login na página de desenvolvedores da Palm é que o SDK está disponível para Mac, Windows e Ubuntu, mostrando a velha Palm integradora do passado. O curioso, contudo, é que entre os pré-requisitos do SDK para Windows e Mac esteja o navegador da Apple, o Safari, e não o IE. iPhone Killer? Talvez o segredo da vitória seja a integração e não impor uma substituição ao coitidiano dos usuários. Desde meu ponto de vista, me parece uma boa sacada.
Uma vez com os pré-requisitos instalados, chega a hora do download do próprio SDK.
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No dia 6 de junho de 2009 a Palm Inc, companhia pioneira no desenvolvimento de PDA’s, Personal Data Assistent, marcou sua virada de página no mundo móvel. De líder do setor dos anos 90, com mais de 90% de market share, a um início do ano 2000 até hoje aterrador, sendo perseguida e ultrapassada por todas as estreantes do setor, Windows Mobile (em todas suas encarnações), Symbian (ex-EPOC), Android e, claro, iPhone.
Na busca de encontrar-se a Palm Inc passou por diversas estripulias, lançou produtos baratos e de má qualidade, como o Zire 72 e algumas versões do Tungsten E, vendeu a área de software para a Access e então incorporou o Windows Mobile, abriu mão da divisão de PDA’s e centrou-se na área de SmartPhones, mas nada disso parecia resolver seus problemas. Seu market share caiu ainda mais e seus programas começaram a serem comparados com UNIX dos anos 70, mono-tarefas lentos e ultrapassados, sem apelo visual e recursos da era moderna da computação moderna (estou falando particularmente do Blazer aqui, seu navegador).
A Palm Inc arriscou ainda um certo pioneirismo na área dos Netbooks e, se não estivesse tão sem confiança em sí própria, poderia ter vivido a glória da ASUS neste setor, ao invés da derrota de US$ 10mi, com o lançamento e cancelamento do Foleo.
Mas finalmente a Palm reagiu, criou comunidades on-line, Twitter, FaceBook, ouviu as reclamações dos usuários de iPhone ao redor do mundo e se fortaleceu sobre uma promessa, uma virada de página em sistemas operacionais e hardware que marcaria o mundo, e esta promeça é o WebOS através do Palm Pré.
Seu lançamento causou furor e euforia, valorizou as ações da companhia com seu telefone revolucionário, sistema de recarga de bateria por indulção (touchStone), telefone touchscreen com teclado QWERTY deslizante, câmera de 3MPx. Revolucionou com as promessas de liberdade no hardware e no software, com o sistema multi-tarefas baseado na metáfora das cartas e programação baseada em JAVAScript e HTML, entre outras linguagens WEB, para aproximar diversos programadores experientes neste meio e mul
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Diversos programas podem ser criados para Palm OS, empresas podem se utilizar dos recursos mais avançados, como automação da força de vendas, a até programas muito mais simples, como um catálogo eletrônicos dos serviços que prestam ou produtos que vendem. Há uns quatro anos atrás eu criei para a PDA Personal um catálogo da empresa com os serviços da época, aulas particulares em tecnologia móvel, originalmente criada para produtos da Palm, mas com a grande variação de produtos do mercado, novos serviços foram sendo incluidos gradualmente ao portifólio. Hoje uma das maiores companhias do setor, na qual tive o prazer e o privilégio de atuar como personal para diversas empresas como McCain (batatas fritas), SECOVI-SP, Ercoli, entre outras empresas. Abaixo algumas telas deste catálogo, que incluiria uma brincadeira, escondendo um easteregg (código incluido escondido dentro do programa).
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Criado pela Netscape, ainda chamado LiveScript, hoje o JavaScript volta à moda com força total, empurrado para o mundo da mobilidade. Um dos motivos é a sua facilidade e simplicidade, outro é que por ser interpretado e não copilado, hoje quase qualquer browser é capaz de compreendê-lo, o que é perfeito para o mundo mobile.
Enquanto o WindowsMobile promete para a versão 7 um internet explorer que leia flash, e a Microsoft continua a vender o VisualStudio para aqueles aventureiros que querem criar programas para a mobilidade, a Palm promete para seu WebOS um sistema aberto e fácil para qualquer programador do mundo desenvolver com JavaScript, HTML e CSS.
Não obstante, programadores ao redor do mundo também vêem encontrando soluções para desenvolver na mesma linguagem para outros móveis, entre as grandes surpresas está o livro da WROX sobre "MOBILE APPLICATIONS" para iPod Touch e iPhone. Sensacional forma de desenvolver programas para esta plataforma completamente legais e livres do crivo do AppleStore.
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A primeira destas companhias era líder no mercado de portáteis, chegou a escurraçar a própria Apple de seu mercado com o antigo Newton, grande, caro e pesado, mas a liderança ampla de mercado lhe custou caro, acomodou-se e hoje luta para sobreviver com um sistema operacional antiquado e na promessa de um novo por vir.
A segunda companhia, Apple, hoje líder incontesta de mercado de hardware com seu iPod, iPhone, iMac, iBook, MacBook, PowerMac e tantas outras variações, aprendeu com os erros do passado e o futuro não poder ser representado por outra metáfora que não um horizonte de céu azul e caminho tranquilo para atingí-lo.
Mas, antes tarde do que nunca, a Palm está reagindo, encima dos erros da sua principal concorrente, está personalizando as coisas. Uma coisa sobre a Apple do Jobs é que ela é inatingível. Você pode comprar seus produtos, mas você não opina, não altera as configurações, não faz casemode em seus produtos, mal muda o papel de parede destes. O iPodTouch e o iPhone não falam com outros produtos, não funcionam como modem externo e não aceitam telefones com bluetooth para navegarem na internet fora do WiFi (longe de ser onipresente no Brasil, diga-se de passagem).
A Palm por outro lado criou um blog (blog.palm.com), depois criou uma página no FaceBook, depois criou um tweeter, e todos trabalham muito lá para nos trazer histórias divertidas, criativas, cases de usuários e ouvir sugestões. Ouvir sugestões e publicá-las com comentários. Conversam com todos os que usam Palm no nome no Twitter, pedem críticas, pedem reclamações.
Seus aparelhos, desde sempre, ao invés de se colocarem num monte olimpo, onde os outros que se lixem para atingí-lo, sempre falaram com todo mundo. Há porta Infr
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Fui com um amigão meu ao shopping, ele queria saber se tem direito a retirar um aparelho da operadora dele, TIM, em cortesia pelo tempo de assinatura e fidelidade canina à mesma. Não tinha, mas a vendedora, boazinha, perguntou se eu também não queria consultar o mesmo direito. FAlei para ela que eu ainda estava na carência, e o que era pior, tinha tido meu carro roubado, junto com meu telefone, e não tinha incluido o aparelho no primeiro BO que havia feito, como o processo era um tanto burocrático e eu não tinha lá muito tempo, optei por nem fazer um novo BO e ia esperar pacientemente minha vez. Eis que a vendedora consulta aqui, consulta alí e descobre um jeito de eu pegar um Centro ou um Samsung i710 grátis. Espetacular.
Confesso que cheguei a pedir primeiro pelo Samsung, dois colegas da empresa usam e eu acho o aparelho lindo, mesmo com minha má experiência em aparelhos sem teclados físicos, sou menos mobile do que pensei, mas o aparelho estava em falta e levei o Centro mesmo, feliz por não ter que sair do Palm OS que potencializa minha vida. Depois descobriria ainda que os Samsungs de meus colegas, além de extremamente fáceis de arranhar, as duas baterias que acompanham o aparelho, assim como seu antecessor SGH i321n, não duram um dia inteiro juntas! Fiz realmente melhor negócio.
De Centro na mão, o jeito foi partir para os meus velhos livros sobre PalmOS estocados em casa e no trabalho e explorar melhor ainda os bichinhos. De fato o PalmOS está em baixa, um sistema que já representou 90% dos sistemas operacionais móveis, lá pelos tempos da Pilot III e Palm V e IBM e afins, hoje representa modestos 2,5% dos SO´s, e olha que o Centro vendeu seus 2 milhões de aparelhos até agora.
Se depender de mim, o sistema operacional volta aos bons patamares, mas acontece que a própria Palm joga contra. Como falei, os demais aparelhos também têm seus reveses, mesmo o aclamado iPhone não conta com recursos modestos como MMS e filmadora, os aparelhos com Windows Mobile vivem em conflito eterno entre o multi-tarefa devorador de memória e a bateria que não sustenta uma tela imensa de toque por mais de 4 horas de uso mediano, excessão louvável à HTC, que parece ter reescrito o WM para seus próprios ap
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Automação da força de vendas – Faixa bônus
Introdução
Que é possível fazer uma automação da força de vendas através do Palm já está claro, que o Habib’s, América e Fran’s Café utilizam, assim como a AMBEV e COCA-COLA também. Os serviços estaduais também estão utilizando, isto é claro pela SABESP, em São Paulo, que passa e afixa sua conta no momento em que ela é tirada do seu registro. Mas por que não dar uma olhada em cases para ilustrar mais à fundo aquilo que vamos lidar?
O livro americano “How to do everything with your Palm”, de Dave Johnson e Rick Broida, editora McGrawHill – ainda sem versa em português - aborda esta tecnologia como forma quase ocasional, ilustrando todas as possibilidades de se fazer com um Palm, mas, não é exatamente sobre isso que estamos falando? Vamos aos cases:
O Palm? Ah, ele está com a banda
Ben Taylor cresceu à sombra de dois pais de talentos espetaculares – Carly Simon e James Taylor. Quando seu povo escreveu algumas das mais estraordinárias canções do século 20 e seu pai foi descoberto por ninguém menos que Paul McCartney, provavelmente seja natural que você aprenda a tocar guitarra e a cantar em idades muito tenras. Mas agora você verá que, se ao menos tivéssemos a chance de comprar um PDA mais cedo, possivelmente estariamos na banda agora.
Claro que você não encontrará um Tungsten T no palco com Ben durante o show, mas o PDA achou definitivamente seu caminho através do corrente sanguínea da banda de Ben Taylor, que diga-se de passagem, está em turnê de divulgação de seu primeiro disco “Famous Among the Barns”, durante a qual Dave (NT: um dos autores do livro) encontrou um tempo para se encontrarem e conversarem sobre Palmtop. Como quase todas as bandas, Ben e sua companhia vendem produtos da banda durante seus shows e desta venda é a principal fonte de renda para bandas iniciantes. E até recentemente, a banda podia lidar apenas com dinheiro para estas vendas.
“Nós víamos as outras bandas que contavam com cartão de crédito para suas vendas em shows e imprimiam recibos diretamente no ponto de venda e ficávamos, definitivamente, enciumadas”, diz Dominic Keska, o coordenador de vendas da banda. “Agora nós não nos negamos mais a vender para pessoas que não carreguem dinheiro”.
O que foi surpreendente foi a solução adotada pela banda na estrada: ao contrário da maioria do tradicional terminal de pontos de vendas, eles escolheram um sistema baseado em PDA que inclui um pouco mais que a compra de um Treo. Este produto é comercializados pela Merchant Anywhere (WWW.merchantanywhere.com), uma empresa que é considerada líder em soluções para plataformas Palm OS e PDA’s nos Estados Unidos.
O produto, chamada PocketMerchant, é uma combinação de um leitor de cartão magnético e uma impressora térmica que, quando combinada com PalmOS ou Pocket PC, permite ao revendedor a realizar transações de crédito em qualquer lugar que tenha uma cobertura sem fios. Em geral a banda Ben Taylor Band vem utilizando o Treo Pocket Merchant e o software de transaçòes Merchant Anywhere para realizar vendas em turnê.
“As vendas de merchandise são provavelmente metade do volume capitado hoje pela banda. É crítico ser capaz de vender durante os shows” – explica Larry Ciancia, baterista de Ben. “Nós costumávamos dispensar um monte de vendas por não podermos lidar com cartões de crédito e muitas pessoas não carregarem dinheiro durante os shows, e agora estamos recuperando várias oportunidade de vendas perdidas”.
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Automação da força de vendas – Parte 1 de 4
Apresentação
Como se dá a automação de uma força de venda? A escolha do hardware, o software utilizado, o meio de conexão? Hoje diversas empresas utilizam o PDA como forma de dar agilidade e diminuir erros na tirada de pedidos, item inclusive, que vem dando sobre vida aos PDA’s frente à expansão implacável dos Smartphones.
Nesta seqüência de quatro artigos, vamos estudar alguns motivos que fizeram do Windows Mobile ser a principal ferramenta para tirada de pedidos, anos luz à frente da Palm, motivos históricos para isto. Na segunda etapa vamos analisar softwares de desenvolvimento para ambas as plataformas e na terceira etapa, em três viagens, vamos eleger uma plataforma para desenvolvimento de Palm OS e criar um sistema muito simples de tiragem de pedido – instalação do software de desenvolvimento, criando o programa de interface e conexão e por último, criando um servidor de dados para receber e utilizar a informação recolhida.
Sem mais, por tanto, tratemos dos critérios de hardware:
Parte I: Hardwares disponíveis
Não é raro observar em diversos restaurantes o uso de PDA's como tiradores de pedidos, realizando uma façanha intitulada "automação da força de venda", ato que de tão comum que vem se tornando, não é sequer exclusividade de restaurantes finos, mas do Fasano e América ao Habib's, passando por representantes de companhias de bebidas, junto aos seus clientes e, claro, órgãos do estado que já viram as vantagens na diminuição da margem de erro e economias na diminuição de burocracias através do PDA. Um case famoso em São Paulo é uso dado pela SABESP na leitura do consumo de água do mês, que ao ser registrada num PDA, já envia a informação a uma central ao mesmo tempo que uma impresso gera a conta impressa em papel termo-sensível. Agilidade e corte de custos com correio, levar a informação à central para então emitir a cobrança. Real-time.
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Este foi meu primeiro artigo neste grande portal, famoso por trabalhos em VisualStudio, Pockets PC's e afins e eu venho falar de que? PalmOS e Linux? Bom, antes dos gritos de reacionário, ativista ou comunista comecem, a verdade é que por anos a Palm dominou o mercado e mesmo nos dias de hoje, quando seu sistema não suporta ainda multitarefa e seu poder de fogo caiu um pouco, ainda é um dos aparelhos mais acessíveis do mercado, em parte pelo seu preço convidativo, em parte pelo grande universo de usuários que garante razoável propaganda boca a boca.
O PalmOS também tem outra grande vantagem, é um sistema portátil realmente multi-plataforma, funcionando muito bem em Windows, Mac ou Linux, e é sobre o Linux que venho apresentar aqui.. O Linux não tem ainda, evidentemente, todas as funcionalidades que os outros grandes sistemas operacionais, não tem o Document to Go, famoso conversor de arquivos do pacote Microsoft Office para Palm, mas a boa notícia é que muita coisa Palm já começa a ler nativo também, poupando-nos de conversores. Hoje o DTG que acompanha as Palms já é capaz de ler nativos Word e Excell e já se fala que no próximo release, pdf's.
Agora, se o linux não tem o suporte dos grandes sistemas, uma coisa o Linux ganha disparado, o suporte que a sociedade Linux dá aos seus asseclas. E foi num dos muitos foruns da Internet que encontrei um artigo excelente sobre Linux e Palm's e o traduzo aqui, para quem mais quiser. Artigo originalmente escrito por Daniel Rubio, veja biografia abaixo..
Sincronizando PalmOS e Linux
Dispositivos de suporte portátil ou Assistente Digital Pessoal (PDA) extende nosso acesso a informações de nosso desktop para onde quer que estejamos. Infelizmente, quando há suporte para sincronização com sistemas *nix, este já é limitado, e este é o objetivo deste artigo, fazer um rápido review sobre os mais populares pacotes de sincronização com PalmOS disponíveis em GPL para Linux.
Vários pacotes de códigos abertos oferecem suporte a sincronizar dados com portáteis, como o GNOME Pilot que ajuda os usuários de GNOME, Kpilot para o público do KDE e ColdSynk para os não entusiastas do GUI, e entre todos os mais novos softwares são J-Pilot e PilotManager.
Obtenha mais informações ou faça download de suas distros:
· Slash - http://slashcode.com
· Debian - http://www.debian.org/
· Linux - http://www.linux.com/
· www.newsforge.com - http://www.newsforge.com/
· GNOME Pilot - http://ftp.gnome.org/pub/GNOME/sources/gnome-pilot/2.0/
· KPilot - http://www.slac.com/pilone/kpilot_home/
· ColdSync - http://www.coldsync.org/
· J-Pilot - http://www.jpilot.org/
· PilotManager - http://www.moshpit.org/pilotmgr/
· pilot-link - http://www.pilot-link.org/
As etapas da instalação
Seu primeiro passo é tentar usar qualquer um dos pacotes mencionados acima para g
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Finalmente está disponível para o Windows Vista o novo PalmDesktop compatível, isto é, quase totalmente compatível, isto por que os modelos suportados são somente aqueles considerados "mais recentes" da companhia, o Z22, Treos 7XX e 680, TX, TE2, Centro e só. Quem quiser fazer o download do produto, basta clicar aqui.
Ficaram de fora aparelhos importantes da linha, como um dos últimos lançamentos da própria Palm, o LifeDrive (isto que é ser descontinuado, heim?), Treos 650, ainda muito populares no Brasil e aparelhos mais velhos como o também popular TE. Lamentável. A estes, ou eles mudam de Palm, ou mudam o sistema operacional. Assim, zero ou um.
Mas chutar cachorro morto é muito fácil, não é mesmo? Embora a Palm siga os passos da Handspring, que primeiro largou a linha de Palm''s para assumir os Smartphones e por fim, faliu - e o último Palm lançado pela Palm foi em 2004! - , a linha Windows Mobile, a coqueluche do momento, não pode se declarar assim, satisfeita e pomposa neste momento de transição de sistemas operacionais e pacotes office, não é mesmo? Explico:
Eu comprei um Smartphone Samsung SGHi 321n, com Windows Mobile 5. Tenho um Sony Vaio FS760/W que não suporta o Windows Vista e rodo nele o Windows XP Home em inglês, original do aparelho, junto com o Office 2007, único pacote office da Mic
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A Palm e o Mercado
Uma análise não autorizada, por Emanuel Campos.
Aumentar a produtividade, sob a óptica da disciplina Organização Industrial é produzir 1) a mesma quantidade de produtos utilizando menos recursos ou 2) produzir mais produtos utilizando uma mesma quantidade de recursos.
Um aumento da produtividade não acarreta necessariamente em um aumento da qualidade, mas um aumento da qualidade necessariamente acarreta um aumento da produtividade. Explica-se, ao mantermos padrões de qualidade, estamos sujeitos a uma margem de erro percentual, que não importa o quanto se produza a mais, seja com investimentos de novos maquinários ou homens, o percentual é o mesmo de peças erradas ao final da linha. Ao se aumentar os critérios de qualidade pode-se, sem precisar investir em mais recursos, ter menos peças erradas ao final da linha e, conseqüentemente, aumento da produção, conforme demonstrado no primeiro parágrafo.
A indústria brasileira não é parâmetro de controle de qualidade. Aqui a coisa ainda é feita de modo manual, por um departamento à parte da linha de produção, o que significa um recurso dedicado a isso, e conseqüentemente, um aumento do preço do produto final. Poucas multinacionais são exceções, mas peguemos empresas como as japonesas, onde os critérios de qualidade são contínuos, cada etapa da linha de construção e/ou montagem já checa a etapa anterior. No caso de erros que passam, é mais punido que aceitou a peça errada do que quem errou! São as filosofias de produção corretamente aplicadas: Kanban, Kaisen, 5S''s, inspeção automática.
Ainda em Organização Industrial vemos que a qualidade do produto acaba associada a idoneidade e honestidade da empresa que os produz. Empresas com aparelhos que funcionam melhor, com menor taxa de quebra ou reclamação, são vista como mais transparentes, mais honestas e dedicadas aos clientes. A quebra está associada com uma tentativa da empresa de te obrigar a trocar de produto, por um novo. Desta forma, aumentar a qualidade através de processos de controle, absorvidas pelas etapas produtivas, sem onera o produto final, além de se aumentar a produção, também melhora a imagem da empresa no mercado.
Outra importante lição de O.I. é que em um mercado altamente competitivo, o preço final do produto para o mercado já é conhecido, ou seja, já há um preço que as pessoas aceitam pagar por determinados produtos. Como o preço final menos os custos tem em s
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Não é de hoje que eu falo que a Palm perdeu o rumo. Desde o LifeDrive (o drive da vida), um produto que se proclama para todos os públicos, quando no primeiro semestre de Marketing, mesmo das faculdades mais furrecas, aprendemos que um produto para todos os públicos é um produto para público algum. Uma empresa que vem vivendo e um sistema operacional esticado acima do limite do aceitável e uma promessa de uma revolução no sistema operacional que já perfaz anos, uma empresa que então abandona o que sabia fazer, PDA''s, embusca do mercado de SmartPhones e, pelo menos isso, eles não estão de todos errados, já que o Treo vinha, veja bem, vinha pagando a hipoteca nos últimos anos. Uma empresa que faz um estardalhaço para lançar um novo produto, um tipo de UMPC e o cancela, na semana seguinte ao lançamento...
Isso tudo sem mencionar os Palms com problemas de fábrica, vedete desde os anos 2000, quando para ganhar competitividade a Palm cortou na própria carne, mas foi no departamento de qualidade e na qualificação de seus fornecedores, como a velha T5 com seus 15 minutos de atualização de ROM, os TX que também davam problemas de WEB principalmente, obrigando formatações e service packs, sem mencionar os TE, e Zire 71 e 72, respectivamente, Digitalizadora Maluca, Zunidos e Câmeras com ruídos (linhas coloridas sobre as imagens). Era a busca de mexer no preço cortando na qualidade, aumentar as vendas a qualquer custo.
Pois bem, agora chegamos ao final de 2007 e a Palm tem seu segundo semestre com prejuízos, e não foram poucos, USD 9.6 milhões. A previsão é que o semestre que vem serão ainda maiores os prejuízos. A venda de Handheld cairam mais 35% em cinco anos de quedas seguintes, a venda de Smartphones cresceram apenas 11% num mercado que duplicou do ano passado para este. E o que há de errado afinal?
Em primeiro lugar, um reflexo do mercado: se no passado eram comuns acessórios de Palms pelo resto do mundo, mesmo no Brasil achávamos acessórios aqui e alí, hoje, vindo de Buenos Ayres trago duas decepções na bagagem, primeiro as Palm Stores que eu tinha visto em julho de 2006 em terras portenhas estão fechadas. Não fechadas desoladas, nem existem mais, já há outras lojas em seus lugares, nem sequer relacionadas com informática móvel. A segunda os FreeShoppings (os 4, ida, chegada, partida e volta da partida) não tinham um Palm, uma caneta reserva, nada, nada, nada para vender da Palm, sequer para a série Smartphones Treo''s e Centro''s.
Além de estar perdendo mercado, esta perdendo também oportunidades de vendas. A Palm parece insistir que PDA''s estão mortos quando é evidente que eles apenas perderam o seu público inicial, um PDA deixou de ser exclusividade de empresários ocupados e alta classe e hoje qualquer iPod traz uma agenda de endereços e de compromissos, até o mais pé de boi dos telefones celulares também trás uma agenda horrível, o que faz a Palm achar que o mercado então esgotou-se? Será que um Palm exclusivo para endereços e agenda é mesmo algo tão impensável, com consulta e entradas de dados facilitadas pela tela sensível ao toque em relação a teclados numéricos com três letras por número?
A Palm parecia estar acordando para isso com o Z22, um produto excelente, cores e um design inovador para o velho Zire, fazendo-o mais de um post-it e agenda eletrônica, mas um computador
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