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Algumas Piadas de Advogados

Elitonon
   - 21 jan 2004

ASTÚCIA DE ADVOGADO

Um advogado foi surpreendido por uma blitz em alta
velocidade. O guarda chegou para ele e disse:

- Por favor, posso ver sua habilitação.

- Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.

- Você não tem habilitação??? Então me deixe ver o
documento de propriedade do veículo.

- Nao o tenho, porque o carro é roubado.

- Como é? O carro é roubado???

- Aliás, pensando melhor, quando foi guardar a arma no
porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta que
acredito ser os documentos do carro sim.

- Você tem uma arma em seu porta-luvas?

- Claro meu amigo. Tive que matar a dona do carro e
jogar seu corpo no porta-malas,afinal, se não
houvesse violência seria um furto e não um roubo.

O guarda desesperado disse ao advogado:

- Aguarde um minuto por favor.

Nisto chamou o Capitão pelo rádio, relatando todos os
detalhes. O Capitão enviou vários policiais em reforço
ao local, os quais ao chegarem cercaram o carro e com
suas armas em punho, exigiram que ele descesse do
carro.

Nisto, chega o Capitão ao advogado e diz:

- Posso ver sua habilitação?

- Claro, aqui está, diz o Advogado, entregando-a ao
Capitão.

- O veículo é seu?

- Sim Senhor. Aqui estão os documentos.

- Por gentileza, abra seu porta-luvas bem lentamente.

O advogado todo solícito, abriu o porta-luvas que
estava vazio.

O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do
veículo, no que também foi prontamente atendido, onde
se averiguou, também estar vazio.

Então o Capitão indignado disse ao Advogado:

- Eu não entendo, o guarda que o abordou chegou para
mim e disse que o Senhor não tinha habilitação, que
o carro era roubado, que o Senhor estava armado e
que havia um corpo no seu porta-malas...

No que diz o advogado com cara de espanto:

- Olha que mentiroso, aposto que disse também que
estava trafegando em excesso de velocidade.

RESOLVENDO A PENDENGA!

Um rico advogado paulista, famoso na capital, gostava
de caçar nas férias.
Estava fazendo tiro ao vôo, em patos selvagens, numa região de lagoas, em Minas. Um dos patos que ele alvejou caiu dentro de uma propriedade protegida com uma cerca de arame farpado. Sem ver vivalma por perto, pulou a cerca e, quando penetrava na propriedade, apareceu um velho dirigindo um tratorzinho, em sua direção.

- Moço, isso aqui é particular. Cê pode ir vortando.

- Mas é que eu atirei naquele pato, ele caiu aqui; só vim pegá-lo.

- Pode vortá. Caiu aqui, é meu.

- Olha, meu senhor, sou um influente advogado. Posso meter-lhe uns processos e lhe tomar sua propriedade. O senhor não me conhece, não sabe do que sou capaz.

O velho assume um ar entre preocupado e amedrontado e argumenta:

- Peraí, sô. Purquê que a gente não resorve a questão usando a Regrinha Minera pra Resolvê Pendenga?

- Como é isso?

- É assim: eu dou três chutes nocê. Depois você dá três chutes nimim. Quem aguentá mais caladim, quem gritá menos, ganha a pendenga.

O jovem advogado avalia aquele velhote franzino e, por curiosidade e pelo vício de ganhar disputas, resolve topar.

- Eu que sou mais velho, chuto primero.

O advogado concorda. O velho salta do trator e só aí o advogado vê as botas dele. Mas raciocina: ´mesmo com essas botas, é um coroa franzino; eu aguento e depois acabo com ele no primeiro pontapé´.
O primeiro chute do velho é bem no saco do advogado, que se curva e se ajoelha gemendo. O segundo pega bem no nariz e o jovem se estatela no pasto, tentando segurar os urros. O terceiro pegou nos rins e o advogado, mesmo que quisesse não conseguiria gritar, sequer consegue respirar, tamanha a dor. Acha até que está morrendo. Mas dentro de alguns minutos se refaz, põe-se de pé e ameaça:

- Agora pode ir rezando, vovô, que eu sou carateca e vou desmontá-lo.

- Num carece não. Eu desisto da pendenga. Reconheço que perdi. Pode pegar seu pato e sair, nem de pato eu gosto mesmo!

O ADVOGADO TURCO!

Uma instituição de caridade de Ribeirão Preto nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade que era também turco. O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado:
* Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de RS$ 300.000,00 por ano e assim mesmo o senhor nunca fez uma pequena doação para nossa entidade. O senhor gostaria de contribuir agora? O advogado respondeu:
* A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas
médicas são muito superiores à renda anual dela?
* Ah, não! murmurou o diretor.
* Ou que meu irmão é cego e está desempregado? continuou o advogado.
O diretor nem se atreveu a abrir a boca.
* Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou ela sem um
tostão e com 5 filhos menores para criar? falou o advogado já com ar de
indignação. O diretor já sentindo-se humilhado falou:
* Eu não tinha a menor idéia de tudo isso...
* Então, disse o advogado, se eu não dou um tostão para eles, por que iria dar para vocês?

SEM PERIGO!

Os dois sócios de uma firma de advocacia estão almoçando quando um deles dá um pulo e, desesperado, diz:
— Preciso voltar para o escritório!
— Por quê? — quer saber o outro.
— Esqueci de trancar o cofre!
— Por que você está preocupado? Estamos os dois aqui.