Introdução à Orientação a Objetos e UML - SQL Magazine 75

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Este artigo apresenta algumas definições iniciais sobre a orientação a objetos e uma visão geral sobre os diferentes diagramas da UML, entrando em maiores detalhas sobre a elaboração do diagrama de classes.

Atenção: esse artigo tem uma palestra complementar. Clique e assista!

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De que trata o artigo:

Este artigo apresenta algumas definições iniciais sobre a orientação a objetos e uma visão geral sobre os diferentes diagramas da UML, entrando em maiores detalhas sobre a elaboração do diagrama de classes.

Para que serve:

O que se obtém de principal na modelagem orientada a objetos é a possibilidade de se abstrair diretamente os conceitos do mundo real, sem subterfúgios para se chegar à solução computacional.

Em que situação o tema é útil:

Podemos afirmar que é possível se completar a modelagem de um sistema de pequeno ou médio porte, com sucesso, com apenas três diagramas (casos de uso, classes e seqüências). Entender os conceitos da orientação a objetos e conhecer os diagramas da UML é, dessa forma, um importante passo no sentido de ter sucesso nas atividades de desenvolvimento de um projeto. [/lead]

Existem diversos pontos críticos causadores de inserção de defeitos durante o desenvolvimento de um software. Podemos citar requisitos, projeto e codificação como alguns exemplos. Somados a estes pontos críticos, tem-se um outro momento do desenvolvimento que merece uma atenção especial: a elaboração da solução para o problema através do diagrama de classes. Elaborar de forma criteriosa diagramas de classes é um fator de sucesso de projetos de software por que, além do fato de ser um momento propenso à inserção de defeitos no software, são neles em que são transformados os problemas do usuário em uma solução computacional, servindo como uma ponte entre requisitos e codificação. Se esta ponte for mal projetada, o software também será.

Neste sentido, o paradigma da orientação a objetos junto com a UML (Unified Modeling Language) apresenta uma série de diagramas para a modelagem de sistemas orientados a objetos. Os diagramas mais comuns são o diagrama de casos de uso (representa as funcionalidades de um sistema), o diagrama de classes (descreve as classes do modelo numa visão estática), o diagrama de seqüência (descrevem as funcionalidades através de uma visão dinâmica) e o diagrama de estados (apresenta o comportamento dinâmico de um objeto).

O objetivo desta matéria é trazer ao leitor algumas definições iniciais sobre a orientação a objetos e uma visão geral sobre os diferentes diagramas da UML.

[subtitulo]Orientação a Objetos[/subtitulo]

Os conceitos da orientação a objetos surgiram da necessidade em se enfatizar unidades discretas, e obter a reutilização de código, mantendo-se a qualidade do software. O núcleo do pensamento OO predomina num foco sobre os dados, em vez dos processos, compondo módulos auto-suficientes — os objetos —, encerrando em sua estrutura todo o conhecimento dos dados e dos processos para manipulação desses dados.

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