Migração e saneamento de dados. Uma estratégia de baixo risco - Revista SQL Magazine 92

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Este artigo apresenta uma estratégia de migração e saneamento de dados que permite controle e segurança durante todo o ciclo de vida de um projeto de implantação de sistemas de software.

De que se trata o artigo

Este artigo apresenta uma estratégia de migração e saneamento de dados que permite controle e segurança durante todo o ciclo de vida de um projeto de implantação de sistemas de software. Através dela é possível integrar as atividades da migração de dados às demais atividades da implantação propriamente dita.

Neste sentido, o artigo apresenta sugestões de como conduzir trabalhos relacionados às atividades de migração de dados buscando minimizar os riscos, estabelecer metas de curto, médio e longo prazo e identificar antecipadamente os pontos onde os trabalhos de saneamento dos dados devem ser concentrados.


Em que situação o tema é útil

As informações descritas neste artigo são úteis sempre que houver necessidade de migrar dados entre sistemas de software independentemente das tecnologias de armazenamento utilizadas e da qualidade dos dados em questão. Esta estratégia pode ser aplicada nos casos em que a migração precisa acontecer de uma única vez ou em fases envolvendo pequenos ou grandes volumes de dados.

Resumo DevMan

Este artigo descreve uma estratégia de Migração e Saneamento de Dados que vem sendo utilizada com sucesso em projetos de implantação de sistemas de software.

Sua abordagem tem como foco a operação do sistema objeto da implantação e, em vez de simplesmente extrair o dado de um sistema e inseri-lo no outro, a migração passa a ser uma aliada do projeto de implantação fornecendo subsídios às demais frentes de trabalho.

Nele são explorados aspectos técnicos e estratégicos das atividades envolvidas.

Os profissionais que já participaram de projetos de implantação de sistemas de software sabem que os riscos aumentam consideravelmente quando estes envolvem migração de dados. Não são raros os casos de atrasos, aumento de custos e até mesmo cancelamento de projetos em decorrência de migrações mal sucedidas.

Geralmente os dados a serem migrados apresentam baixa qualidade e isto se deve a inúmeros fatores: idade dos dados; rotatividade envolvendo os responsáveis pelos dados; desconhecimento dos problemas e soluções de contorno adotadas no passado; entre outros. Nestes casos, o saneamento dos dados antes de sua migração é fundamental para o sucesso da implantação.

Este artigo descreve uma estratégia de migração e saneamento de dados que vem sendo utilizada com sucesso em projetos de implantação de um ERP (Enterprise Resource Planning - ver Nota DevMan 1) que hoje se encontra em operação em diversos clientes no Brasil. Seu objetivo é garantir que o sistema de destino dos dados entre em operação o mais cedo possível privilegiando as regras do repositório receptor assim como as regras de negócio a serem obedecidas na operação do sistema de destino dos dados.

Nota DevMan 1. Sistemas ERP

ERP’s (Enterprise Resource Planning) são sistemas de gestão empresarial que integram em uma única ferramenta as diversas informações e funcionalidades (conta a pagar, vendas, marketing, folha de pagamento, controle de metas, etc.) necessárias ao dia-a-dia de uma empresa.

Embora esta estratégia possa ser empregada considerando quaisquer tecnologias de armazenamento de dados, foram utilizados neste artigo termos comuns a Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados (SGBD) Relacionais tais como tabelas, relacionamentos, regras de integridade, etc.

A título de ilustração, foram utilizados neste artigo exemplos envolvendo dados comuns a sistemas de empréstimos, mas a mesma estratégia se aplica a quaisquer sistemas de software que armazenam dados passíveis de migração.

Documentação das estruturas de destino

Inicialmente deve-se fazer um levantamento das tabelas do sistema de destino que podem receber dados do sistema de origem. Neste trabalho devem ser considerados os dados que são consumidos e/ou gerados pelo sistema de destino quando de suas operações.

Com base neste levantamento, deverá ser elaborado um documento para cada tabela descrevendo as características de seus campos do ponto de vista de sua tipologia, tamanho, obrigatoriedade, etc. Dado que, na grande maioria das vezes, as tabelas e a modelagem de dados entre os sistemas de origem e destino são muito diferentes, o objetivo deste documento é fornecer à equipe de migração um instrumento que possibilite identificar, no sistema de origem, as informações necessárias ao funcionamento do sistema de destino.

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