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Migrando de testes tradicionais para testes ágeis - Revista Engenharia de Software Magazine 48
Discutir as metodologias tradicionais e ágeis de testes de software, apresentando ganhos, desafios e pontos importantes de cada uma delas, assim como um breve comparativo entre as características das duas abordagens.
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Engenharia de Software Magazine 48
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A qualidade do software tornou-se o fator mais importante para determinar o sucesso de produtos ou empresas, e uma das maneiras de alcançar este objetivo é avaliar e testar sistematicamente o software desenvolvido [1]. Além disso, muitas empresas de desenvolvimento de software estão se esforçando para se tornar mais ágeis, visto que times ágeis bem-sucedidos podem ser capazes de produzir software de alta qualidade, que melhor atende às necessidades do usuário mais rapidamente e a um custo inferior, se comparado aos times tradicionais [2].
Um software de qualidade desempenha funções relevantes que trazem benefícios e agregam valor ao contexto no qual ele é inserido. Para uma empresa (ou usuário), obter tal software pode ser decisivo para o sucesso de seu negócio. E as atividades de teste de software são indispensáveis para alcançar este objetivo.
As metodologias ágeis, como XP (Extreme Programming) e SCRUM, são cada vez mais adotadas pelas empresas de desenvolvimento de software, pois permitem obter resultados mais cedo, isto é, são capazes de agregar valor ao cliente desde a primeira iteração. Essas práticas tendem a valorizar a equipe e a interação constante entre os seus membros, a colaboração com os clientes, o conhecimento do negócio do software em desenvolvimento e a capacidade de resposta a mudanças.
No entanto, o que ainda não está claramente definido é como as atividades de teste devem se encaixar neste contexto, isto é, como praticar efetivamente testes ágeis. A literatura [3] diz que se tornar ágil exige quebra de paradigmas, mudança de cultura, dinamismo da equipe, conhecimento técnico, entre outros fatores que viabilizam a aplicação.
Neste artigo, alguns dos principais pontos de transição entre as abordagens de testes tradicionais e testes ágeis serão relatados, com ênfase na comparação entre as duas práticas e as vantagens e desafios de se tornar um testador ágil. Por testes “tradicionais”, referimo-nos a testes caixa preta, mais especificamente funcional e de sistema, aplicados a projetos que seguem o modelo Cascata (ler Nota 1) ou “V” (ler Nota 2). Ademais, o artigo destaca as boas práticas, as vantagens e as dificuldades de se ter testes ágeis.
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Um software de qualidade desempenha funções relevantes que trazem benefícios e agregam valor ao contexto no qual ele é inserido. Para uma empresa (ou usuário), obter tal software pode ser decisivo para o sucesso de seu negócio. E as atividades de teste de software são indispensáveis para alcançar este objetivo.
As metodologias ágeis, como XP (Extreme Programming) e SCRUM, são cada vez mais adotadas pelas empresas de desenvolvimento de software, pois permitem obter resultados mais cedo, isto é, são capazes de agregar valor ao cliente desde a primeira iteração. Essas práticas tendem a valorizar a equipe e a interação constante entre os seus membros, a colaboração com os clientes, o conhecimento do negócio do software em desenvolvimento e a capacidade de resposta a mudanças.
No entanto, o que ainda não está claramente definido é como as atividades de teste devem se encaixar neste contexto, isto é, como praticar efetivamente testes ágeis. A literatura [3] diz que se tornar ágil exige quebra de paradigmas, mudança de cultura, dinamismo da equipe, conhecimento técnico, entre outros fatores que viabilizam a aplicação.
Neste artigo, alguns dos principais pontos de transição entre as abordagens de testes tradicionais e testes ágeis serão relatados, com ênfase na comparação entre as duas práticas e as vantagens e desafios de se tornar um testador ágil. Por testes “tradicionais”, referimo-nos a testes caixa preta, mais especificamente funcional e de sistema, aplicados a projetos que seguem o modelo Cascata (ler Nota 1) ou “V” (ler Nota 2). Ademais, o artigo destaca as boas práticas, as vantagens e as dificuldades de se ter testes ágeis.
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Lenildo Morais
Mestre em Ciência da Computação pelo Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco.
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