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Normalização de dados na prática - Revista SQL Magazine 101
O objetivo deste artigo é introduzir os conceitos de normalização da estrutura de dados e explicar de uma forma clara e objetiva a maneira de se aplicar isto no momento da elaboração dos modelos de dados.
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SQL Magazine 101
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Atualmente é muito comum encontrar sistemas com diversos problemas de performance decorrentes de uma modelagem de dados incorreta, com muita redundância e com o negócio mau planejado.
Na maioria das vezes, os problemas na estrutura de dados são tão complexos de serem solucionados que a alternativa mais viável é construir um novo sistema ou comprar algo pronto no mercado, abandonando o atual.
Mas quais são os fatores negativos que contribuem para um retrabalho tão grande?
Em muitos casos o sistema começa a ser planejado pela codificação, ou seja, ao invés de se desenhar o negócio no modelo de dados, o foco é o desenvolvimento, e desta forma, as tabela, colunas, relacionamentos e etc., são criados para atender o código e não o inverso.
Então, a melhor opção para aumentar a qualidade da aplicação é criar um modelo de dados que contemple todo o negócio, e para isso, é necessário utilizar as regras de normalização.
A normalização se refere a um conjunto de regras de modelagem de dados (ler Nota DevMan 1), que tem por objetivo reduzir os problemas de lógica, auxiliar no desenvolvimento de software, deixando a leitura da estrutura de dados mais fácil, contribuindo assim para melhoria na performance dos sistemas e, principalmente, evitar a redundância.
Nota DevMan 1. Modelo de Dados
Um banco de dados é projetado para armazenar os dados. A este projeto damos o nome de modelo de dados, que é uma tarefa do arquiteto de dados. É através da modelagem de dados que serão definidas quais as tabelas com seus respectivos campos e os relacionamentos entre essas tabelas.
Existem várias regras na normalização, mas utilizando a 1FN, 2FN e 3FN (ler Nota DevMan 2) é possível atingir um grau muito elevado de maturidade no modelo de dados.
Para construirmos nosso modelo de dados normalizado, vamos iniciar com o modelo lógico e depois, partimos para o modelo físico. O modelo lógico de dados já leva em conta algumas limitações e implementa recursos como adequação de padrão e nomenclatura. Além disto, neste modelo definimos as chaves primárias e estrangeiras. Já no modelo físico de dados fazemos a modelagem física do modelo de banco de dados. Levamos em conta as limitações impostas pelo SGBD escolhido e deve ser criado sempre com base nas definições feitas no modelo lógico de dados.
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Na maioria das vezes, os problemas na estrutura de dados são tão complexos de serem solucionados que a alternativa mais viável é construir um novo sistema ou comprar algo pronto no mercado, abandonando o atual.
Mas quais são os fatores negativos que contribuem para um retrabalho tão grande?
Em muitos casos o sistema começa a ser planejado pela codificação, ou seja, ao invés de se desenhar o negócio no modelo de dados, o foco é o desenvolvimento, e desta forma, as tabela, colunas, relacionamentos e etc., são criados para atender o código e não o inverso.
Então, a melhor opção para aumentar a qualidade da aplicação é criar um modelo de dados que contemple todo o negócio, e para isso, é necessário utilizar as regras de normalização.
A normalização se refere a um conjunto de regras de modelagem de dados (ler Nota DevMan 1), que tem por objetivo reduzir os problemas de lógica, auxiliar no desenvolvimento de software, deixando a leitura da estrutura de dados mais fácil, contribuindo assim para melhoria na performance dos sistemas e, principalmente, evitar a redundância.
Nota DevMan 1. Modelo de Dados
Um banco de dados é projetado para armazenar os dados. A este projeto damos o nome de modelo de dados, que é uma tarefa do arquiteto de dados. É através da modelagem de dados que serão definidas quais as tabelas com seus respectivos campos e os relacionamentos entre essas tabelas.
Existem várias regras na normalização, mas utilizando a 1FN, 2FN e 3FN (ler Nota DevMan 2) é possível atingir um grau muito elevado de maturidade no modelo de dados.
Para construirmos nosso modelo de dados normalizado, vamos iniciar com o modelo lógico e depois, partimos para o modelo físico. O modelo lógico de dados já leva em conta algumas limitações e implementa recursos como adequação de padrão e nomenclatura. Além disto, neste modelo definimos as chaves primárias e estrangeiras. Já no modelo físico de dados fazemos a modelagem física do modelo de banco de dados. Levamos em conta as limitações impostas pelo SGBD escolhido e deve ser criado sempre com base nas definições feitas no modelo lógico de dados.
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Roberto De Angelantonio Jr.
Bacharel em Administração de Sistemas da Informação pela Universidade Ibero-Americana. Atua na área de sistemas a mais de vinte anos, sendo que, na maior parte da carreira trabalhou como Administrador de Dados. Experiência em implementar e reestruturar a área de Administração de Dados em diversas em...
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