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Java Magazine 91 - Índice

Novidades do GlassFish 3.1 - Artigo Java Magazine 91

O artigo trata das novidades do servidor de aplicações GlassFish, em sua versão 3.1, lançada recentemente. Em particular, o artigo concentra-se nas funcionalidades de administração de clusters, versionamento de aplicações, etc.

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Novidades do GlassFish 3.1
Confira as novidades do servidor Java EE da Oracle

Neste artigo, abordamos novidades da recém-lançada versão 3.1 do GlassFish, como clustering, versionamento, escopo de recursos e administração RESTful


De que se trata o artigo:
O artigo trata das novidades do servidor de aplicações GlassFish, em sua versão 3.1, lançada recentemente. Em particular, o artigo concentra-se nas funcionalidades de administração de clusters, versionamento de aplicações, recursos com escopo de aplicação e a API RESTful para administração.

Para que serve:
O GlassFish serve para hospedar aplicações Web e corporativas que sigam o padrão Java EE 6. Em sua versão anterior, 3.0, o servidor já era compatível com a versão 6 do padrão Java para aplicações enterprise, porém as novidades da versão 3.1 fazem do GlassFish um servidor mais robusto e preparado para contextos de produção.

Em que situação o tema é útil:
Descobrir, experimentar e aprender funcionalidades novas de uma ferramenta como o GlassFish é útil para desenvolvedores de aplicações Web e corporativas, além de arquitetos de software ou gerentes de projeto, que devem decidir um servidor a ser utilizado em um determinado projeto de desenvolvimento.
Resumo DevMan:
O GlassFish 3.0 foi desenvolvido como implementação de referência do padrão Java EE 6 e, agora em sua versão 3.1, conta com novas funcionalidades que adicionam características como alta disponibilidade, escalabilidade e tolerância a falhas, que são essenciais para um servidor de produção que hospede aplicações de médio e grande porte. Neste artigo, mostramos como instalar o GlassFish e integrá-lo com as duas IDEs open source mais utilizadas atualmente – Eclipse e NetBeans (Figuras 1 a 4) e, em seguida, detalhamos quatro das novidades da versão 3.1: administração de clusters (Listagens 1 a 3, Figuras 5 a 8), versionamento de aplicações, recursos com escopo de aplicação (Listagens 4 e 5) e a API RESTful de administração (Listagem 6, Figura 9). Para cada funcionalidade, são dadas instruções para que o leitor possa experimentá-las.
Java é uma plataforma de desenvolvimento bastante versátil. Subdividida em várias edições, cada uma possui um propósito específico: Java SE para desenvolvimento de aplicações desktop, Java ME para aplicações móveis, Java Card para desenvolvimento em Smart Cards, etc. Uma destas edições é a Enterprise Edition, ou Java EE, que encontra-se atualmente na versão 6. O Java EE permite a criação de aplicações Web e corporativas. Por “aplicação corporativa” entende-se um software que tem por objetivo resolver um problema de uma empresa ou organização como um todo e, por este motivo, possui requisitos particulares, como escalabilidade, segurança, acessibilidade, dentre outros.
Para executarem, aplicações corporativas devem ser implantadas em servidores de aplicação Java. Um destes servidores é o GlassFish, desenvolvido pela Oracle e disponibilizado em versões gratuita e comercial. O GlassFish nasceu em 2005 como um projeto da Sun a partir do servidor de aplicações comercial já existente na empresa, o Sun Java Application Server 9. Sua versão 1.0 foi desenvolvida para servir de implementação de referência do padrão Java EE 5 (uma implementação completa da especificação construída para demonstrar como ela funciona).
Como o objetivo desta primeira versão era prover uma implementação de referência para o Java EE 5, lhe faltavam funcionalidades que tornassem o GlassFish um servidor interessante para uso em produção, como alta disponibilidade e tolerância a falhas. Assim, este foi o objetivo da versão 2.0 do GlassFish, que adicionou capacidade de clustering (aglomerado de computadores) ao servidor.
Com a publicação, em dezembro de 2009, da nova versão do padrão para aplicações corporativas, o Java EE 6, o GlassFish foi novamente utilizado como implementação de referência e a história se repetiu: o GlassFish 3.0 provia uma implementação completa da especificação Java EE 6, porém sem funcionalidades que o tornassem um servidor de produção escalável e disponível. Somente agora, no final de fevereiro deste ano, que as antigas funcionalidades de clustering além de uma série de outras melhorias foram adicionadas ao servidor com o lançamento do GlassFish 3.1. Algumas destas melhorias – conforme divulgadas pela própria equipe do GlassFish – são:
•    Evocação dinâmica de serviços (somente os serviços utilizados são iniciados);
•    Melhorias de extensibilidade, tanto no servidor quanto na interface de administração;
•    Ciclos de inicialização e implantação (deploy) 29% mais rápidos que na versão 3.0.1;
•    Sessão, Stateful Session Beans e EJB Timers são preservados entre re-deploys;
•    Melhor integração com ferramentas (NetBeans, Eclipse, plug-in Maven para testes unitários);
•    Desempenho da funcionalidade de alta disponibilidade 34% melhor do que a versão 2.1.1;
•    Administração centralizada dos clusters, com escalabilidade melhorada (até 100 instâncias gerenciadas);
•    Suporte a autenticação via PAM;
•    Suporte a upgrade da versão 2.x ou 3.x para a 3.1;
•    Mais funcionalidades disponíveis na versão comercial do GlassFish (Oracle GlassFish Server), como interoperabilidade com WebSphere e WebLogic, backup e recuperação, analisador de desempenho, balanceamento de carga, etc.

Este artigo, no entanto, demonstra por meio de exemplos quatro das diversas novidades do GlassFish 3.1, a saber:
•    Gerenciamento de clusters: criação de múltiplas instâncias do servidor, locais ou remota, com replicação da sessão para alta disponibilidade das aplicações, além de escalabilidade por meio de balanceamento de carga;
•    Versionamento de aplicações: possibilidade de implantar diferentes versões da mesma aplicação, adicionando tags que identificam cada versão, podendo habilitar a versão desejada em qualquer momento;
•    Recursos com escopo de aplicação: para simplificar a implantação de aplicações, é possível declarar recursos (como conexões a banco de dados, por exemplo) dentro do pacote EAR/WAR da aplicação, sem precisar utilizar a administração do servidor. Tais recursos terão escopo de aplicação, sendo acessíveis somente dentro das mesmas;
•    API RESTful para administração do servidor: permite ler e modificar recursos da configuração do GlassFish por meio de uma interface RESTful, facilitando a escrita de programas que integrem com o GlassFish.

Apesar disso, o artigo começa detalhando o download e a instalação do servidor GlassFish e a sua integração com as duas IDEs open source mais utilizadas atualmente: o Eclipse e o NetBeans.
Download e Instalação
Assim como em versões anteriores, o GlassFish pode ser utilizado sozinho ou integrado com uma IDE. Nesta seção serão descritos os procedimentos de instalação do GlassFish nas IDEs Eclipse e NetBeans. Veja na seção Links os endereços para download de todas estas ferramentas.
NetBeans 7
A versão mais recente desta IDE, o NetBeans 7.0 (Beta 2 no momento da escrita deste artigo), já vem de fábrica com o plug-in de integração com o GlassFish 3.1. Na verdade, ao fazer o download do pacote (bundle) “Java EE” e executar seu assistente de instalação, o servidor GlassFish 3.1 será instalado juntamente com o NetBeans, que já estará pronto para uso.
Utilizaremos o NetBeans traduzido em português. Caso sua IDE não se encontre configurada para esta língua, execute-a por meio de um terminal (prompt de comando) especificando o locale: netbeans --locale pt:BR.
Para testar a integração, criaremos um novo projeto Java EE 6 e faremos sua implantação no servidor utilizando o NetBeans. Deste modo, clique em Arquivo > Novo Projeto... e, na categoria Java EE, escolha Aplicativo Corporativo e clique no botão Próximo. Na tela seguinte, dê um nome qualquer ao seu projeto (ex.: HelloGlassFish) e clique novamente em Próximo. Na última tela do assistente, verifique que o servidor GlassFish Server 3.1 esteja escolhido e clique em Finalizar.
Feito isso, um projeto corporativo com uma página Web chamada JSP Page contendo a frase Hello, World! será criado. Portanto, se a aplicação for implantada no servidor será possível abrir esta página e verificar que a integração NetBeans – GlassFish funciona. Clique com o botão direito no seu projeto (HelloGlassFish) e escolha a opção Executar. Após alguns segundos o NetBeans terá iniciado o servidor GlassFish 3.1 e aberto o seu navegador Web padrão no endereço http://localhost:8080/HelloGlassFish-war/ (HelloGlassFish será substituído pelo nome que você escolheu para o projeto).
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Professor do Departamento de Informática da Universidade Federal do Espírito Santo. Doutor em Ciência da Computação pela Universidade de Trento, Itália, faz pesquisa na área de Engenharia de Software e Modelagem Conceitual, com ex [...]

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