OpenShift e Java EE 6

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As soluções de Cloud Computing, ou Computação nas Nuvens, são hoje acessíveis para os desenvolvedores que buscam um espaço para publicação de suas aplicações.

Atenção: esse artigo tem um vídeo complementar. Clique e assista!

De que se trata o artigo:

As soluções de Cloud Computing, ou Computação nas Nuvens, são hoje acessíveis para os desenvolvedores que buscam um espaço para publicação de suas aplicações. Neste artigo iremos conceituar este cenário e conhecer o OpenShift Express, a plataforma gratuita da Red Hat.

Em que situação o tema útil:

A Computação na Nuvem permite aos indivíduos ou empresas ter acesso a ambientes de hardware de alta disponibilidade e escalabilidade, sem a necessidade de grandes investimentos e pagando somente pelo uso, independentemente das tecnologias adotadas (Java, PHP, Ruby, Python, Perl, entre outras).

Resumo DevMan:

É fato que o conceito de Cloud Computing, ou Computação nas Nuvens, é tópico recorrente nas publicações de tecnologia atualmente. A oferta de serviços dessa natureza é cada vez maior, e o acesso a ambientes elásticos e de alta disponibilidade já está ao alcance de todos os desenvolvedores e empresas. Publicar uma aplicação na web hoje é fácil, rápido e barato. Este artigo nos dará um panorama geral desse cenário e, utilizando como exemplo prático a plataforma OpenShift, da Red Hat, nos orientará na publicação completa de uma aplicação Java na web. Bom proveito!

Autores: Edgar Silva e Fabiano Franz

Vivemos um período de várias “novas ordens”, seja no âmbito econômico, social, ambiental e cada vez mais também na área de tecnologia. A vida adquire a cada dia nova dinâmica e maior velocidade, e com ela evoluem os processos e ferramentas.

Um desses novos conceitos tecnológicos que vem ganhando destaque é o chamado Cloud Computing, ou Computação nas Nuvens. Este conceito tem adquirido grande maturidade no mercado e, conforme novas soluções vão surgindo, vai se tornando mais acessível para o desenvolvedor a experimentação e até o uso no dia-a-dia.

É dessas novas possibilidades, e de como elas já estão disponíveis para nós, inclusive gratuitamente, que trataremos neste artigo. Utilizando como exemplo prático a plataforma OpenShift, da Red Hat, faremos a publicação completa de uma aplicação Java na internet e daremos subsídios para que o leitor possa ter a Computação nas Nuvens em seu portfólio de conhecimento para futuros (e atuais) projetos.

Colaboração como revolução

Como sociedade, já vivemos diversas eras, a citar: a Era Agrícola, Industrial, da Informação e, mais recentemente, a era da Colaboração. Nunca antes a informação foi tão abundante e acessível, novas soluções de comunicação e interação surgem a toda hora, propostas ora por grandes players já consolidados no mercado, ora por pequenas empresas e startups. Foi assim que aconteceu com o Facebook, Twitter, FourSquare e tantos outros. Imagine estas três empresas tentando lançar suas aplicações há 15 anos? Quanto investimento em infraestrutura elas precisariam, além de banda de internet; e mesmo as possibilidades relacionadas à usabilidade na web – quais eram as capacidades dos dispositivos móveis daquela época? Não é impossível de imaginar que fatalmente (e muito provavelmente) elas não teriam tido o mesmo êxito.

Vivemos ainda várias outras novas demandas: cada vez mais consumidores têm acesso à rede, seja para comprar produtos, seja para operar serviços online de Internet Banking, Serviços do Governo e, é claro, todos os meios de contato e integração que as empresas vêm buscando para criar novos canais de comunicação com as pessoas. Quantas vezes você acessa um portal de notícias, e logo após ler o conteúdo, você tem a opção de “compartilhar”?

Se a audiência das aplicações cresce na escala dos novos consumidores, como podemos ter ambiente suficiente para atender toda esta (nova) demanda? Cloud Computing pode trazer inúmeros benefícios, principalmente para quem tem uma ideia no papel e quer torná-la em realidade com apenas alguns cliques e comandos, sem gastar muito (ou até nenhum) dinheiro.

Cloud: Uma breve introdução

Definir Cloud é algo delicado, uma vez que você vai achar no Google mais de 50 definições que, além de totalmente válidas, são muitas vezes complementares. Dependendo da perspectiva, Cloud pode ter diferentes nuances: para um Administrador de Infraestrutura com foco em Sistema Operacional, Cloud pode ser uma máquina virtual provida e gerenciada por uma ferramenta de virtualização. Já para um Desenvolvedor de Software, Cloud pode ser também um modelo elástico, que visa dar mais recursos de processamento quando eles forem necessários, e é claro, também menos recursos conforme eles não forem mais tão necessários. Para um Profissional de Negócios, Cloud pode dar uma tranquilidade “não-técnica” resumida em “atender bem e sempre”.

Embora tenhamos coberto algumas perspectivas, vale ressaltar que também existe o conceito de “pagar pelo que se consome” (pay-as-you-go), ou seja, se você tem alto número de usuários, vai precisar de mais recursos (processamento, memória, storage, etc.), logo vai de alguma maneira pagar mais por isso; ao passo que se sua aplicação não consumir tantos recursos, você não vai ocupar tanto o ambiente, logo pagará de alguma forma menos por isto.

Quando falamos desta perspectiva em Cloud, é impossível não associarmos ao fornecimento, por exemplo, de energia elétrica. Em geral, os consumidores não têm a mínima ideia de por onde os cabos passam, quantas linhas a eletricidade atravessou até chegar a seus lares ou mesmo de onde sua energia elétrica vem. Em resumo, querem simplesmente "

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