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Pessoas, motivação e software - Engenharia de Software 31
Este artigo destaca a importância das pessoas no processo de desenvolvimento de software, um elemento indispensável, mas que por vezes não é tratado da forma adequada pelas organizações na área de Tecnologia da Informação.
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Planejamento e Gerência
Pessoas, motivação e software
A importância das pessoas no processo de desenvolvimento de software
De que trata o artigo:
Este artigo destaca a importância das pessoas no processo de desenvolvimento de software, um elemento indispensável, mas que por vezes não é tratado da forma adequada pelas organizações na área de Tecnologia da Informação.
Para que serve:
A motivação é um dos fatores que mais influenciam a evolução e o desenvolvimento de um indivíduo dentro de uma empresa. Neste artigo analisaremos pontos relacionados no contexto do desenvolvimento de software.
Em que situação o tema é útil:
Saber como organizar e motivar uma equipe é de grande importância para o fortalecimento de qualquer empresa. Para estes requisitos, compreender a relação entre as pessoas e as organizações pode ser um grande diferencial.
No intuito de atender às exigências do mercado globalizado, empresas e/ou departamentos de Tecnologia da Informação (TI) buscam otimizar seus processos procurando balancear custo, tempo e qualidade. Para alcançar esses objetivos de forma eficaz e eficiente é preciso que o Gestor de Software entenda os elementos constituintes dos seus processos, os quais são identificados como sendo procedimentos (métodos), tecnologias (ferramentas) e pessoas (capital intelectual).
Por outro lado, em um estudo das principais literaturas da Engenharia de Software e em uma análise da prática profissional, percebe-se a carência de preocupações com o elemento “pessoa” dentro do processo de desenvolvimento de software. Este artigo tem por objetivo incitar uma reflexão sobre a relação entre os indivíduos e as organizações na área de Tecnologia da Informação e também elencar os principais fatores de motivação para profissionais de TI.
Por meio de pesquisa, aplicada a profissionais ligados a 14 organizações de TI na capital goiana, foram expostos fatos que podem estimular ou não a equipe. Ciente da relação entre desempenho e significado do trabalho, a pesquisa propiciou aos profissionais expor o significado atribuído ao trabalho dentro do contexto em que suas vidas se inserem. Verificou-se que a motivação é atribuída à própria vivência do profissional, ou seja, a motivação é intrínseca ao indivíduo. Sendo assim, ao profissional compete o autoconhecimento e a promoção do auto-desenvolvimento; e à organização cabe a tarefa de identificar as motivações dos colaboradores e potencializar seu desempenho através de estímulos pessoais e direcionados.
Procedimentos, tecnologias e pessoas
Ao longo de sua existência, a sociedade foi influenciada pelo modo de produção e tão logo pela era da informação. A união da telecomunicação e da informática abriu um leque de serviços e de possibilidades de negócios que antes não eram possíveis. As fronteiras geográficas foram estreitadas em um universo virtual onde a troca de informação é instantânea. No entanto, estas demandas de negócio se intensificaram no mercado, criando necessidades de atendimento aos clientes no seu próprio tempo. Além de abrir novas oportunidades, abriu as portas para uma escala maior de concorrência que agora não está mais limitada a uma porção geográfica, e sim distribuída pelo mundo.
Tendo em vista este cenário de mudança e de adaptação, as organizações intensificaram as demandas por tecnologia para apoiar decisões estratégicas e atendimento ao seu público alvo. Consequentemente, estimulados por essa crescente demanda, as empresas e/ou departamentos de Tecnologia da Informação passaram a avaliar os fatores que determinam o seu time to market (tempo tomado entre as primeiras ideias de um novo produto/serviço até sua disponibilização para o mercado), no intuito de otimizar seus processos proporcionando menores custos, menores prazos e maior qualidade. No entanto, para alcançar seus propósitos, estas organizações precisam lançar um olhar analítico para suas próprias estruturas, entendendo os elementos que compõem sua cadeia produtiva para que assim possam estimular seus potenciais.
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Francisco Rosa Santana
Trabalha com desenvolvimento de aplicações para gestão da qualidade, gestão de parceiros e instituições financeiras desde janeiro de 2005. Possui certificações SCJCP, SCWCD e OCPJBCD. É Master Business Administrator em Gestão de Software pela Uni-anhanguera e tecnólogo em Redes de Comunicação pelo C...



