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Prepare-se para as certificações LPI - Revista Infra Magazine 6
Este artigo explica como é e como funciona a certificação LPI com o intuito de motivar os profissionais de Linux que não sabem como são as provas e querem dar seu ponta pé inicial no mundo das certificações Linux.
Infra Magazine 6
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A certificação Linux mais procurada na atualidade é a criada pela LPI – Linux Professional Institute. A LPI é uma organização sem fins lucrativos, que possui sede na Califórnia e que foi constituída em 1999 pela comunidade Linux com a finalidade de desenvolver um programa de certificações GNU/Linux reconhecido mundialmente por empresas e profissionais de TI. Foi a primeira organização a defender e ajudar o uso profissional de Linux, do Open Source e do Free Software.
O grande diferencial da certificação LPI é que a mesma não foca exclusivamente em uma distribuição Linux, sendo independente de fabricantes e fornecedores de solução. É neutra, pois se baseia no padrão LSB – Linux Standard Base (Base Padrão do Linux), criado para diminuir os custos envolvidos com suporte em plataformas Linux. Para conseguir isso a ideia é diminuir as diferenças entre as distribuições Linux, pois se sabe que essas diferenças requerem suportes personalizados, necessitando de profissionais que saibam trabalhar nos diversos sistemas, o que encarece ainda mais o suporte.
Se a certificação LPI não é focada em uma distribuição Linux específica, quer dizer então que não são cobrados assuntos que podem variar de distribuição para distribuição como gerenciadores de pacote, localizações de arquivos em diretórios diferentes e alguns comandos específicos?
Pode sim, mas isso é a exceção, pois o foco principal são os conceitos e o entendimento das tecnologias envolvidas no Linux. No entanto fique atento, pois detalhes sobre gerenciadores de pacotes e arquivos de configurações de distribuições como Red Hat e Debian podem cair. Isso acontece pelo fato de essas distribuições serem pioneiras (matrizes que deram origem a outras) e bem estabelecidas no mercado. Entretanto, a maior parte do que é cobrado na certificação é realmente neutro, valendo para as diversas distribuições.
Para verificar os detalhes de cada distribuição que podem cair nas provas basta consultar o programa de certificação no site oficial da LPI (http://www.lpi.org).
Existem outras certificações Linux no mercado que são focadas em distribuições específicas, como, por exemplo, as certificações da Red Hat (Red Hat Certified Engineer ― RHCE, Red Hat Certified Architect – RHCA e Red Hat Certified System Administrator ― RHCSA) e as certificações da Novell (CLA – Certified Linux Administrator). A CompTIA, principal fornecedor de certificações em TI independentes de fornecedor nos Estados Unidos, também tem um programa de certificação voltado para o Linux, chamado CompTIA Linux+.
A Novell e a CompTIA atualmente são parceiras da LPI, aumentando ainda mais o valor da certificação. Atualmente a certificação LPI é tão importante que quem já tirou o primeiro nível já leva junto a certificação Novell Certified Linux Administrator (CLA) e também será considerado certificado CompTIA Linux+ powered by LPI.
Um pouco de história sobre a certificação LPI no Brasil
"
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O grande diferencial da certificação LPI é que a mesma não foca exclusivamente em uma distribuição Linux, sendo independente de fabricantes e fornecedores de solução. É neutra, pois se baseia no padrão LSB – Linux Standard Base (Base Padrão do Linux), criado para diminuir os custos envolvidos com suporte em plataformas Linux. Para conseguir isso a ideia é diminuir as diferenças entre as distribuições Linux, pois se sabe que essas diferenças requerem suportes personalizados, necessitando de profissionais que saibam trabalhar nos diversos sistemas, o que encarece ainda mais o suporte.
Se a certificação LPI não é focada em uma distribuição Linux específica, quer dizer então que não são cobrados assuntos que podem variar de distribuição para distribuição como gerenciadores de pacote, localizações de arquivos em diretórios diferentes e alguns comandos específicos?
Pode sim, mas isso é a exceção, pois o foco principal são os conceitos e o entendimento das tecnologias envolvidas no Linux. No entanto fique atento, pois detalhes sobre gerenciadores de pacotes e arquivos de configurações de distribuições como Red Hat e Debian podem cair. Isso acontece pelo fato de essas distribuições serem pioneiras (matrizes que deram origem a outras) e bem estabelecidas no mercado. Entretanto, a maior parte do que é cobrado na certificação é realmente neutro, valendo para as diversas distribuições.
Para verificar os detalhes de cada distribuição que podem cair nas provas basta consultar o programa de certificação no site oficial da LPI (http://www.lpi.org).
Existem outras certificações Linux no mercado que são focadas em distribuições específicas, como, por exemplo, as certificações da Red Hat (Red Hat Certified Engineer ― RHCE, Red Hat Certified Architect – RHCA e Red Hat Certified System Administrator ― RHCSA) e as certificações da Novell (CLA – Certified Linux Administrator). A CompTIA, principal fornecedor de certificações em TI independentes de fornecedor nos Estados Unidos, também tem um programa de certificação voltado para o Linux, chamado CompTIA Linux+.
A Novell e a CompTIA atualmente são parceiras da LPI, aumentando ainda mais o valor da certificação. Atualmente a certificação LPI é tão importante que quem já tirou o primeiro nível já leva junto a certificação Novell Certified Linux Administrator (CLA) e também será considerado certificado CompTIA Linux+ powered by LPI.
Um pouco de história sobre a certificação LPI no Brasil
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Leonardo Afonso Amorim
Tem 26 anos, é bacharel em Engenharia de Computação pela PUC Goiás e atua como Analista de Sistemas Pleno pela empresa 4Linux com software livre desde 2006 na área de consultoria e treinamentos. Ministrou mais de 70 cursos EAD em assuntos com Linux, serviços de rede, segurança e atualmente também co...
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