Reaproveitamento de código com classes abstratas - Revista .Net Magazine 97

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Este artigo aborda o que são e de que maneira classes abstratas podem ser utilizadas na codificação de uma aplicação, implementado na linguagem C#.

De que se trata o artigo

Este artigo aborda o que são e de que maneira classes abstratas podem ser utilizadas na codificação de uma aplicação, implementado na linguagem C#.

Em que situação o tema é útil

O tema é útil para quem quer reaproveitar as estruturas de técnicas de OO, aumentando a produtividade no desenvolvimento de software, evitando a duplicação de código ao longo de um sistema.

Reaproveitamento de código com classes abstratas O .NET Framework está fortemente embasado em técnicas de Orientação a Objetos (OO). Classes e objetos são os pilares para a implementação de sistemas nesta plataforma. Diante disto, o conceito de classes abstratas merece ser destacado, já que o mesmo possui estreita ligação com uma das principais metas da OO: o reuso de código.

A Orientação a Objetos (OO), como metodologia de desenvolvimento de software, é fruto de um longo processo de evolução, originado de uma série de práticas e conceitos que demonstraram alta eficácia em numerosos projetos. Uma das grandes motivações por trás do surgimento da OO foi à necessidade de transpor para o mundo de softwares elementos do mundo real, com os mesmos sendo representados por objetos com atributos (características que correspondem a dados) e comportamentos (operações acionadas com a finalidade de processar informações).

O conjunto de conceitos que constitui a OO foi elaborado com o intuito de fornecer um amplo leque de alternativas prestando-se à resolução de problemas dos mais variados tipos dentro do desenvolvimento de software. Tratam-se de técnicas que não estão restritas a uma tecnologia, podendo ser implementadas sem maiores contratempos em plataformas e linguagens bem heterogêneas como C#, VB.NET, Java, C++, Delphi, dentre outras.

As práticas propostas pela Orientação a Objetos dão uma forte ênfase à flexibilidade diante de eventuais mudanças em uma aplicação, além de priorizar a reutilização de elementos que já foram criados anteriormente (através de uma modelagem que procura motivar isso). Considerando especificamente a noção de reuso, bibliotecas de componentes são talvez um dos exemplos mais notórios de aplicação desta ideia: funções voltadas ao atendimento de certas finalidades e que foram criadas anteriormente podem ser reaproveitadas, desde que por sistemas (ou bibliotecas derivadas) criados a partir da mesma plataforma ou linguagem em que tais elementos foram projetados.

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