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Recursos nativos para tratamento de XML no SQL Server - Revista SQL Magazine 100
Este artigo tem por objetivo apresentar as funcionalidades básicas nativas do Microsoft SQL Server 2008 na interpretação de documentos no padrão XML, e através de uma abordagem simples e objetiva demonstrar o uso das principais funcionalidades
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SQL Magazine 100
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Por: Rodrigo Oliveira Spínola e Dhiego Piroto
Possivelmente em algum momento de sua vida profissional você já ouviu falar sobre a necessidade de se integrar aplicações. Pois bem, no cenário tecnológico atual esta integração entre softwares tem sido cada vez mais presente e necessária. Isto do ponto de vista estratégico pode significar manter um antigo cliente para que ele não adote outra solução senão a sua, estabelecer novos contatos ou fazer parcerias com empresas as quais outrora você via como meros concorrentes.
O padrão XML vem como um meio de garantir a interoperabilidade entre sistemas, através de uma linguagem simples, fácil e confiável. Com ele os desenvolvedores podem focar na codificação de regras de negócio ou outras tarefas que demandem um nível de conhecimento específico, ao invés de criarem lógicas complexas para validação dos arquivos na camada de transporte dos dados.
No decorrer do artigo veremos que o padrão XML possui uma grande extensibilidade e flexibilidade, que nos permite representar as mesmas informações de muitas maneiras possíveis; por isto também dizemos que o XML é uma linguagem auto descritiva, tal elasticidade chega ao ponto de ser um problema para a validação dos arquivos. Pensando nisso, foram criados padrões de validação de arquivos XML, que nada mais são do que uma forma de garantir que um documento XML siga determinadas regras (pré-acordadas entre as partes envolvidas) para ser considerado válido. Dentre os principais padrões de validação adotados pelo mercado podemos destacar o XDS, que possui uma incrível flexibilidade e opções avançadas que vão desde o suporte a ‘namespaces’ até a criação de tipos de dados compostos. Uma completa explicação destes padrões vai além do escopo do artigo. A quem interessar, disponibilizo alguns links para consulta no final do artigo, na área reservada às referências.
O surgimento da ideia de uma camada de transporte de dados teve início em meados dos anos 70. Na ocasião a IBM desenvolveu um padrão para armazenamento de informações diversas, chamado GML (ler nota DevMan 1) que alguns anos mais tarde, em 1986, passaria a atender pelo nome de SGML. A letra “S” veio da palavra STANDARD, padronização esta ao qual o GML foi submetido ao passar pelas mãos da ISO (Internation Standard for Organization) - uma organização internacional que tem como objetivo desenvolver novas tecnologias garantindo a padronização e evolução constante da WEB.
Nota DevMan 1. GML
GML é o acrônimo para General Markup Language, solução da IBM para armazenamento de informações.
Com o tempo houve o surgimento de outra linguagem para atender a este tipo de armazenamento de dados, o padrão XML. Apresentado em 1996, ele herdou características do HTML (Hypertext Markup Language), com uma estrutura hierárquica e utilizando em seu corpo o uso de tags (markups). Ao contrário do que muitos pensavam, o XML não veio para substituir o HTML e sim completá-lo. O padrão XML é mantido até hoje pela W3C (World Wide Web Consortium), o mesmo que também gerencia o padrão HTML.
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Possivelmente em algum momento de sua vida profissional você já ouviu falar sobre a necessidade de se integrar aplicações. Pois bem, no cenário tecnológico atual esta integração entre softwares tem sido cada vez mais presente e necessária. Isto do ponto de vista estratégico pode significar manter um antigo cliente para que ele não adote outra solução senão a sua, estabelecer novos contatos ou fazer parcerias com empresas as quais outrora você via como meros concorrentes.
O padrão XML vem como um meio de garantir a interoperabilidade entre sistemas, através de uma linguagem simples, fácil e confiável. Com ele os desenvolvedores podem focar na codificação de regras de negócio ou outras tarefas que demandem um nível de conhecimento específico, ao invés de criarem lógicas complexas para validação dos arquivos na camada de transporte dos dados.
No decorrer do artigo veremos que o padrão XML possui uma grande extensibilidade e flexibilidade, que nos permite representar as mesmas informações de muitas maneiras possíveis; por isto também dizemos que o XML é uma linguagem auto descritiva, tal elasticidade chega ao ponto de ser um problema para a validação dos arquivos. Pensando nisso, foram criados padrões de validação de arquivos XML, que nada mais são do que uma forma de garantir que um documento XML siga determinadas regras (pré-acordadas entre as partes envolvidas) para ser considerado válido. Dentre os principais padrões de validação adotados pelo mercado podemos destacar o XDS, que possui uma incrível flexibilidade e opções avançadas que vão desde o suporte a ‘namespaces’ até a criação de tipos de dados compostos. Uma completa explicação destes padrões vai além do escopo do artigo. A quem interessar, disponibilizo alguns links para consulta no final do artigo, na área reservada às referências.
O surgimento da ideia de uma camada de transporte de dados teve início em meados dos anos 70. Na ocasião a IBM desenvolveu um padrão para armazenamento de informações diversas, chamado GML (ler nota DevMan 1) que alguns anos mais tarde, em 1986, passaria a atender pelo nome de SGML. A letra “S” veio da palavra STANDARD, padronização esta ao qual o GML foi submetido ao passar pelas mãos da ISO (Internation Standard for Organization) - uma organização internacional que tem como objetivo desenvolver novas tecnologias garantindo a padronização e evolução constante da WEB.
Nota DevMan 1. GML
GML é o acrônimo para General Markup Language, solução da IBM para armazenamento de informações.
Com o tempo houve o surgimento de outra linguagem para atender a este tipo de armazenamento de dados, o padrão XML. Apresentado em 1996, ele herdou características do HTML (Hypertext Markup Language), com uma estrutura hierárquica e utilizando em seu corpo o uso de tags (markups). Ao contrário do que muitos pensavam, o XML não veio para substituir o HTML e sim completá-lo. O padrão XML é mantido até hoje pela W3C (World Wide Web Consortium), o mesmo que também gerencia o padrão HTML.
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