GCO: Por onde começar?
Por: Samuel Diniz Casimiro
De que se trata o artigo: Veremos como se pode começar a implementação da Gerência de Configuração com o objetivo
de obter os níveis G e F do MPS.BR. O escopo deste
artigo é, portanto, a gerência de configuração
de software, focada no ciclo de desenvolvimento
– e não a gerência de configuração como abordada
pelo ITIL, que é mais abrangente.
Voltar para o topo
Quais as competências exigidas de um Profissional de Testes?
Por: Daniel Scaldaferri Lages
Este artigo apresenta um conjunto de conhecimentos,
habilidades e atitudes que o profissional de
testes (ou o que quer iniciar sua carreira na área)
deve possuir para que seja capaz de destacar-se na
realização do seu trabalho. É apresentada também
a estrutura de equipe mais comum encontrada na
área de testes.
Voltar para o topo
Fatores humanos: A influência na Qualidade de Software
Por: Kênia Reis
Neste artigo pretende-se focar na variável pessoas, ou seja, nos
fatores humanos que geram diretamente influência
na qualidade do produto.
Voltar para o topo
Modelo de Avaliação de Interfaces
Por: Antonio Alberto Moreira, Eduardo Pagani Julio, Alessandreia Marta de Oliveira Julio
Este artigo descreve a avaliação de usabilidade,
utilizando o modelo de checklist para efetuar
este processo.
Voltar para o topo
Modelos de Maturidade na Gestão de Projetos
Por: Cleyverson Pereira Costa, Hermano Perrelli de Moura
Neste artigo veremos o funcionamento dos principais
modelos de maturidade em gerenciamento de
projetos, além de uma análise comparativa, onde serão
abordados aspectos como semelhanças, pontos
fortes e limitações.
Voltar para o topo
Project Management Office: Conceito e evolução desta entidade tão atual
Por: Antonio Luiz de O. Cavalcanti Júnior, Cristine Gusmão
De que se trata o artigo: Estrutura organizacional de apoio ao gerenciamento de projetos e portfólio nas organizações – Escritório
de Projetos.
Voltar para o topo
Adequação de Perfis de Personalidades aos Papéis Funcionais
Por: César C. França
Neste artigo é apresentada uma comparação
entre as habilidades necessárias de alguns papéis
funcionais descritos no Rational Unified
Process (RUP) com as descrições dos papéis de
comportamento em equipe da Teoria de Papéis
de Belbin.
Voltar para o topo
Definições iniciais sobre validação, verificação e testes – parte 9
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Atividades de vv&t são fundamentais ao longo de todo o processo de desenvolvimento de software. entretanto, ainda é comum o pensamento de que só devemos avaliar a qualidade do software ao final do processo através de atividades de testes. veremos nesta série de vídeo aulas o porquê desta perspectiva não estar correta e entenderemos os principais conceitos associados às atividades de validação, verificação e testes. nesta nona aula serão apresentadas definições associadas ao uso de checklists para apoiar a revisão de artefatos de software.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14783
Voltar para o topo
Definições iniciais sobre validação, verificação e testes – parte 10
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Atividades de vv&t são fundamentais ao longo de todo o processo de desenvolvimento de software. entretanto, ainda é comum o pensamento de que só devemos avaliar a qualidade do software ao final do processo através de atividades de testes. veremos nesta série de vídeo aulas o porquê desta perspectiva não estar correta e entenderemos os principais conceitos associados às atividades de validação, verificação e testes. nesta décima aula serão apresentadas definições associadas ao uso de técnicas de leitura para apoiar a revisão de artefatos de software.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14784
Voltar para o topo
Definições iniciais sobre validação, verificação e testes – parte 11
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Atividades de vv&t são fundamentais ao longo de todo o processo de desenvolvimento de software. entretanto, ainda é comum o pensamento de que só devemos avaliar a qualidade do software ao final do processo através de atividades de testes. veremos nesta série de vídeo aulas o porquê desta perspectiva não estar correta e entenderemos os principais conceitos associados às atividades de validação, verificação e testes. nesta décima primeira aula serão apresentadas definições associadas ao uso de técnicas de leitura para apoiar a revisão de artefatos de software.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14785
Voltar para o topo
Diagrama de classes na prática – parte 4
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Esta aula é parte de uma série sobre a construção de diagrama de classes da uml. o objetivo do conjunto de aulas é apresentar de forma prática como elaborar o diagrama de classes a partir de diferentes estudos de caso. nesta aula, definimos a primeira versão do diagrama de classes e identificamos os atributos das classes.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14786
Voltar para o topo
Diagrama de classes na prática – parte 5
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Esta aula é parte de uma série sobre a construção de diagrama de classes da uml. o objetivo do conjunto de aulas é apresentar de forma prática como elaborar o diagrama de classes a partir de diferentes estudos de caso. nesta aula, definimos a segunda versão do diagrama de classes e identificamos as operações das classes.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14787
Voltar para o topo
Diagrama de classes na prática – parte 6
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Esta aula é parte de uma série sobre a construção de diagrama de classes da uml. o objetivo do conjunto de aulas é apresentar de forma prática como elaborar o diagrama de classes a partir de diferentes estudos de caso. nesta aula, finalizamos a construção do diagrama de classes para o primeiro estudo de caso.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14788
Voltar para o topo
Diagrama de classes na prática – parte 7
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Esta aula é parte de uma série sobre a construção de diagrama de classes da uml. o objetivo do conjunto de aulas é apresentar de forma prática como elaborar o diagrama de classes a partir de diferentes estudos de caso. nesta aula, identificamos as classes para o novo estudo de caso - sistema de transportadora.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14794
Voltar para o topo
Diagrama de classes na prática – parte 8
Por: RODRIGO OLIVEIRA SPíNOLA
Esta aula é parte de uma série sobre a construção de diagrama de classes da uml. o objetivo do conjunto de aulas é apresentar de forma prática como elaborar o diagrama de classes a partir de diferentes estudos de caso. nesta aula, definimos a primeira versão do diagrama de classes com as classes e seus atributos.
Assista agora: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=14795
Voltar para o topo