Utilizando o Google Maps
Por: Penihel Roosewelt
Neste artigo vamos usar o .NET Framework 3.5 e as versões Express do Visual Studio 2008, o Visual C# 2008 Express Edition para criarmos nosso Web Custom Control e o Visual Web Developer 2008 Express Edition para criarmos uma aplicação que usará nosso controle.
O foco principal do nosso artigo será basicamente o Web Custom Control, um controle ASP.NET personalizado, onde vamos encapsular o tratamento do engine do Google Maps. Assim, ficará mais simples embutir e reaproveitar a funcionalidade de exibição de mapas, localização e todos os demais recursos em nossas aplicações ASP.NET.
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Usando o CodeRush para Visual Studio
Por: Milton Abe
Nesse artigo mostraremos a ferramenta CodeRush para Visual Studio e alguns recursos que ela dispõe para ajudar na produtividade do desenvolvedor. Infelizmente não é uma ferramenta gratuita, mas é possível instalar a versão de avaliação (30 dias) e confirmar que é possível trazer excelentes resultados quando queremos aproveitar o tempo usando mais a criatividade do que o ato de escrever linhas e linhas de código.
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C# 3.0
Por: Giovanni Bassi
Veremos neste artigo algumas maneiras de utilizar melhor algumas das novidades que vieram com o C# 3.0 (e que também estão presentes no VB). Especificamente, veremos o poder adicionado à linguagem com as Lambdas, como elas casam com os já conhecidos Generics, e como usar a inferência de tipos a nosso favor.
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Gerenciamento de Arquivos
Por: Thomas Alexander Semple
Neste artigo veremos conceitos básicos do ASP.NET, voltados principalmente a gerenciamento de arquivos. Vamos desenvolver uma aplicação de gerenciamento de arquivos de ponta a ponta, muito similar ao do windows explorer, voltado para a Web. Você aprenderá como listar os diretórios e arquivos de uma determinada pasta do sistema, e preencher uma TreeView (estrutura hierárquica de dados). Conhecerá também o funcionamento do GridView e como permitir que ele efetue diversas operações. Por fim, conheceremos como criar uma pasta e enviar um arquivo.
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LINQ vs. NHibernate
Por: Rodrigo Sendin
O objetivo deste artigo é fazer um comparativo entre o LINQ e o NHibernate, mas por motivos que serão detalhados a seguir, essa á uma comparação inútil já que o LINQ por si só não é uma ferramenta O/RM.
O que iremos fazer, portanto, é um comparativo entre o NHibernate e o LINQ to Entities, com o objetivo de identificarmos os pontos positivos e negativos destas duas ótimas ferramentas de Mapeamento Objeto/Relacional.
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Testes Unitários
Por: Giovanni Bassi
Neste artigo veremos porque usar testes unitários, como criar uma aplicação testável, e como utilizar ferramentas que nos auxiliem nos testes. Começaremos com uma aplicação simples, do tipo que vemos todos os dias, e vamos buscar entender porque a abordagem mais comum no desenvolvimento de sistemas traz problemas graves na hora de aplicarmos testes. Veremos também como alguns padrões de projeto (Design Patterns) vão nos ajudar a criar aplicações mais testáveis (falamos de Design Patterns em uma série de cinco artigos que foi da edição 47 à 51).
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O VSTS é ideal para minha equipe?
Por: Fábio Camara
Utilizamos o Visual Studio Team System para tratar quatro importantes pontos de nosso projeto, seja de manutenção ou um projeto dito novo. Estes pontos são:
• Working Planning: Planejar, priorizar, estimar e organizar na curva de tempo atividades de trabalho;
• Work Flow: Definir, passo-a-passo, processos para cada natureza de atividade de trabalho;
• Tracking Work: Distribuir, gerenciar alocação e gerenciar conclusão das atividades de trabalho conforme workflow definido para o projeto;
• Work Status: Obter informações de status de cada atividade de trabalho destinada ao projeto.
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Aplicações em camadas
Por: João Paulo Musico
Por ser um processo repetitivo e simples, alguns desenvolvedores criam sistemas para criar as classes dessa camada, simplesmente selecionando-se as tabelas que serão utilizadas na classe de dados.
Depois com a camada de dados toda pronta, os desenvolvedores durante a sua utilização na camada de negócios irão se deparar com outro pequeno problema: referenciar corretamente os nomes das colunas, para evitar exceções em fase de execução do sistema (quem nunca perdeu um tempo enorme procurando um erro que se resumia simplesmente a um nome errado de coluna da base de dados?).
Com o intuito de combinar esses dois passos complicados do processo, apresento neste artigo a criação de uma camada de dados utilizando um DataSet tipado.
Passaremos também pelas camadas de negócios e interface, exibindo alguns dos benefícios da utilização deste recurso.
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