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Revista MSDN Magazine Edição 31 - C#(csharp) 2.0 - Tipos parciais e classes estáticas
Artigo Originalmente Publicado na MSDN Magazine Edição 31

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C# 2.0 - Tipos parciais e classes estáticas
Rogério Moraes de Carvalho
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Este artigo discute |
Este artigo usa as seguintes tecnologias |
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· Tipos parciais; · Classes estáticas; · Aplicações Console; · Aplicações Class Library. |
C# 2.0 e Visual Studio .NET 2005. |
A versão 2.0 da linguagem de programação C# introduziu uma série de extensões, como: tipos parciais, classes estáticas, métodos anônimos, tipos e métodos genéricos (generics), iterators e tipos anuláveis. Este artigo é o primeiro de uma série que tem como objetivo detalhar os novos recursos do C# 2.0. Nesta primeira parte, vamos conhecer um pouco sobre classes parciais e classes estáticas.
Nota: Para um bom entendimento das técnicas demonstradas nesta série e dos novos recursos do C# 2.0, é ideal que o leitor tenha pelo menos um conhecimento básico da linguagem C#.
Os tipos parciais permitem que classes, estruturas e interfaces sejam divididas em múltiplos arquivos fontes para facilitar o desenvolvimento e a manutenção. Porém, um mau uso desse recurso pode provocar o efeito inverso, dificultando o desenvolvimento e a manutenção dos arquivos fontes.
Uma das principais vantagens desse recurso é permitir a separação entre o código escrito pelo usuário e o código gerado automaticamente por uma ferramenta de desenvolvimento. As classes estáticas são aquelas classes que não devem ser instanciadas e que contêm somente membros estáticos.
Classes estáticas são implicitamente fechadas (sealed) e não possuem construtores de instância. O ambiente de execução do .NET Framework 2.0 fornece suporte aos novos recursos introduzidos na linguagem de programação C# 2.0.
Tipos parciais
A linguagem de programação C# 2.0 permite dividir a definição de uma classe, estrutura ou interface em dois ou mais arquivos fontes. Os arquivos fontes conterão seções da definição do tipo de dado, sendo que todas as partes serão combinadas no momento da compilação.
O uso indiscriminado desse novo recurso tende a dificultar o processo de desenvolvimento e de manutenção do código fonte. Seguem duas situações principais onde a divisão da definição de um tipo em múltiplos arquivos pode ser interessante:
· Em grandes projetos que contêm equipes de desenvolvimento: a divisão de um tipo em mais de um arquivo permite que múltiplos desenvolvedores trabalhem simultaneamente;
· Os códigos gerados automaticamente por uma ferramenta para um tipo podem ser separados dos códigos desenvolvidos pelo programador para esse mesmo tipo. Desse modo, toda vez que a ferramenta precisar gerar novamente o código do tipo, então os códigos personalizados acrescentados pelo desenvolvedor não serão perdidos.
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Rogério Moraes De Carvalho
Consultor e instrutor de Tecnologias da Informação. Atua como instrutor e consultor em centros de treinamento oficiais Microsoft e internamente em diversas empresas públicas e privadas. Estuda a plataforma .NET desde 2001, logo após o lançamento da versão beta 1 do Visual Studio .NET (2002). Atualme...



