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Salve seus dados com Bacula - Revista Infra Magazine 6 - Parte 2
Este artigo tem como objetivo dar sequência ao estudo sobre a ferramenta Bacula, demonstrando suas formas de instalação e configuração.
Infra Magazine 6
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Por: Eduardo Pagani Julio e Flávio Alexandre dos Reis
No Brasil, o Bacula tem despertado o interesse de diversos profissionais para seu uso. Estamos na era conhecida como a “era da informação”. Mas qual a preocupação que se deve ter com a informação? O que é importante, quanto tempo deve ser armazenado e o que pode ser descartado? Será que dependemos de todas e quaisquer tipos de informação? Nos dias atuais, o conhecimento passou a ser chave-mestra, no qual a informação é utilizada para gerir estratégias do negócio, seja para uma pequena empresa até multinacionais preocupadas em equilibrar seus gastos.
Um importante diferencial ligado ao crescimento e a competitividade está relacionado diretamente às informações contidas na organização como, segredos de negócios, históricos operacionais, pesquisas e analise de marcado.
A segurança da informação está relacionada à garantia de que as informações, em qualquer formato (seja mídias eletrônicas, papel, conversações pessoais) estejam protegidas contra o acesso por pessoas não autorizadas, bem como estejam sempre disponíveis quando necessárias, e que sejam confiáveis.
À medida que o Bacula mostra-se um sistema de gestão de backup seguro, livre e econômico, de fácil aplicabilidade nas empresas de pequeno, médio e grande porte, é portável para os principais sistemas operacionais, e possui interface web para fácil administração, ele passa a ser um forte candidato ao escolhermos uma ferramenta para automação do processo de backup.
Vale ressaltar que o Bacula encontra-se em constante desenvolvimento a cerca de suas versões e atualizações, daí a importância de estudos aprofundados deste software.
O primeiro passo a ser executado quando se planeja uma instalação do Bacula é selecionar e instalar uma base de dados, pois conforme mencionado na primeira parte do artigo, o Bacula usa uma base de dados para armazenar autorizações, índices e atributos que ficam gravados no Catalog SQL. Na versão 5 do Bacula são suportados os seguintes SGBDs: MySQL, PostgreSQL e SQLite.
Cada um destes possui características e limitações distintas, que muito provavelmente não serão perceptíveis ao usuário do Bacula. Os procedimentos de instalação também variam de acordo com a escolha do banco a ser utilizado. Existem diversos manuais na Internet, inclusive em Português, com todos os passos a serem seguidos para a instalação dos bancos. O caminho mais rápido para instalar o banco de dados consiste na utilização de um gerenciador de pacotes (programas que auxiliam a instalação de aplicativos) como o apt, aptitude em distribuições baseadas em Debian (ler Nota DevMan 1), yum naquelas baseadas em RedHat e yast nas baseadas em Suse.
Dito isto, vamos iniciar agora a instalação e configuração do Bacula.
Nota DevMan 1. Aptitude
Aptitude é um front-end para o Advanced Packaging Tool (APT). Ele exibe uma lista de pacotes de software e permite ao usuário escolher interativamente pacotes para instalar ou remover.
Instalação da base de dados
Nesse artigo será utilizado como exemplo de configuração o MySQL. Para a instalação do PostgreSQL ou SQLite basta alterar o nome do pacote a ser instalado (com o aplicativo apt, pode-se instalar o SGBD de forma fácil). Observe na Listagem 1 as formas de instalação de cada um dos bancos em uma distribuição baseada em GNU/Linux Debian.
Listagem 1. Formas de instalação do SGBD no Debian.
Para instalação do MySQL use:
# apt-get install mysql-server
Para instalação do PostgreSQL use:
# apt-get install postgresql
Para instalação do SQLite use:
# apt-get install sqlite
Depois de terminada a instalação, verifique se o serviço de banco de dados está rodando de forma correta. Pode-se confirmar sua execução utilizando o comando ps, conforme a Listagem 2 (no exemplo desta listagem, considerando o MySQL).
Listagem 2. Verificando o status do serviço.
#ps aux | grep mysql
Instalando o Bacula em um Servidor GNU/Linux
Partiremos agora para a instalação do Bacula em um servidor GNU/Linux. De agora em diante serão apresentadas com maiores detalhes duas formas básicas de instalação dos pacotes do Bacula: utilizando um gerenciador de pacotes (apt-get, aptitude, yum) e por compilação (via pacotes binários).
Mas antes de iniciar a instalação do servidor, inicialmente execute o comando (#apt-cache search bacula) para obter a lista de pacotes disponíveis. Observe na Listagem 3 os pacotes disponibilizados em um sistema GNU/Linux Debian. Como podemos notar, a saída do comando mostra o pacote disponível e uma breve descrição de sua funcionalidade. Por exemplo, da lista de pacotes disponíveis, o pacote bacula-console-qt se refere a uma interface gráfica que traz uma grande facilidade para a administração do Bacula, como acompanhamento de agendamentos.
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No Brasil, o Bacula tem despertado o interesse de diversos profissionais para seu uso. Estamos na era conhecida como a “era da informação”. Mas qual a preocupação que se deve ter com a informação? O que é importante, quanto tempo deve ser armazenado e o que pode ser descartado? Será que dependemos de todas e quaisquer tipos de informação? Nos dias atuais, o conhecimento passou a ser chave-mestra, no qual a informação é utilizada para gerir estratégias do negócio, seja para uma pequena empresa até multinacionais preocupadas em equilibrar seus gastos.
Um importante diferencial ligado ao crescimento e a competitividade está relacionado diretamente às informações contidas na organização como, segredos de negócios, históricos operacionais, pesquisas e analise de marcado.
A segurança da informação está relacionada à garantia de que as informações, em qualquer formato (seja mídias eletrônicas, papel, conversações pessoais) estejam protegidas contra o acesso por pessoas não autorizadas, bem como estejam sempre disponíveis quando necessárias, e que sejam confiáveis.
À medida que o Bacula mostra-se um sistema de gestão de backup seguro, livre e econômico, de fácil aplicabilidade nas empresas de pequeno, médio e grande porte, é portável para os principais sistemas operacionais, e possui interface web para fácil administração, ele passa a ser um forte candidato ao escolhermos uma ferramenta para automação do processo de backup.
Vale ressaltar que o Bacula encontra-se em constante desenvolvimento a cerca de suas versões e atualizações, daí a importância de estudos aprofundados deste software.
O primeiro passo a ser executado quando se planeja uma instalação do Bacula é selecionar e instalar uma base de dados, pois conforme mencionado na primeira parte do artigo, o Bacula usa uma base de dados para armazenar autorizações, índices e atributos que ficam gravados no Catalog SQL. Na versão 5 do Bacula são suportados os seguintes SGBDs: MySQL, PostgreSQL e SQLite.
Cada um destes possui características e limitações distintas, que muito provavelmente não serão perceptíveis ao usuário do Bacula. Os procedimentos de instalação também variam de acordo com a escolha do banco a ser utilizado. Existem diversos manuais na Internet, inclusive em Português, com todos os passos a serem seguidos para a instalação dos bancos. O caminho mais rápido para instalar o banco de dados consiste na utilização de um gerenciador de pacotes (programas que auxiliam a instalação de aplicativos) como o apt, aptitude em distribuições baseadas em Debian (ler Nota DevMan 1), yum naquelas baseadas em RedHat e yast nas baseadas em Suse.
Dito isto, vamos iniciar agora a instalação e configuração do Bacula.
Nota DevMan 1. Aptitude
Aptitude é um front-end para o Advanced Packaging Tool (APT). Ele exibe uma lista de pacotes de software e permite ao usuário escolher interativamente pacotes para instalar ou remover.
Instalação da base de dados
Nesse artigo será utilizado como exemplo de configuração o MySQL. Para a instalação do PostgreSQL ou SQLite basta alterar o nome do pacote a ser instalado (com o aplicativo apt, pode-se instalar o SGBD de forma fácil). Observe na Listagem 1 as formas de instalação de cada um dos bancos em uma distribuição baseada em GNU/Linux Debian.
Listagem 1. Formas de instalação do SGBD no Debian.
Para instalação do MySQL use:
# apt-get install mysql-server
Para instalação do PostgreSQL use:
# apt-get install postgresql
Para instalação do SQLite use:
# apt-get install sqlite
Depois de terminada a instalação, verifique se o serviço de banco de dados está rodando de forma correta. Pode-se confirmar sua execução utilizando o comando ps, conforme a Listagem 2 (no exemplo desta listagem, considerando o MySQL).
Listagem 2. Verificando o status do serviço.
#ps aux | grep mysql
Instalando o Bacula em um Servidor GNU/Linux
Partiremos agora para a instalação do Bacula em um servidor GNU/Linux. De agora em diante serão apresentadas com maiores detalhes duas formas básicas de instalação dos pacotes do Bacula: utilizando um gerenciador de pacotes (apt-get, aptitude, yum) e por compilação (via pacotes binários).
Mas antes de iniciar a instalação do servidor, inicialmente execute o comando (#apt-cache search bacula) para obter a lista de pacotes disponíveis. Observe na Listagem 3 os pacotes disponibilizados em um sistema GNU/Linux Debian. Como podemos notar, a saída do comando mostra o pacote disponível e uma breve descrição de sua funcionalidade. Por exemplo, da lista de pacotes disponíveis, o pacote bacula-console-qt se refere a uma interface gráfica que traz uma grande facilidade para a administração do Bacula, como acompanhamento de agendamentos.
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