Segurança da Informação X Redes Sociais - Revista Infra Magazine 7

Você precisa estar logado para dar um feedback. Clique aqui para efetuar o login
Para efetuar o download você precisa estar logado. Clique aqui para efetuar o login
Confirmar voto
0
 (1)  (1)

Compreender os riscos que as informações correm, como evitar perdas, manter o ambiente protegido, saber o quanto investir mesmo assumindo os riscos que norteiam a segurança da informação e olhar a divulgação de informações via redes sociais observando os pontos positivos e negativos são fundamentais para uma maior efetivação da proteção de conteúdo.

Do que se trata o artigo:

Compreender os riscos que as informações correm, como evitar perdas, manter o ambiente protegido, saber o quanto investir mesmo assumindo os riscos que norteiam a segurança da informação e olhar a divulgação de informações via redes sociais observando os pontos positivos e negativos são fundamentais para uma maior efetivação da proteção de conteúdo.


Em que situação o tema é útil:

Indicado para estudantes, professores, profissionais da área de tecnologia da informação, e até mesmo empresários que desejam ampliar seus conhecimentos e que queiram obter mais informações a cerca da segurança da informação e os impactos que o mau uso das redes sociais pode gerar.

Resumo DevMan:

Este artigo faz uma abordagem sobre a segurança da informação, os riscos corridos, o alvo de ataques, como implementar a segurança e mantê-la em pleno funcionamento, além de alertar sobre o impacto que o mau uso das redes sociais pode causar nas organizações.

A necessidade que o ser humano possui de expor informações sobre seu cotidiano vem desde sua existência e é perceptível desde as figuras gravadas nas paredes das cavernas a toda essa disseminação de informação graças às redes sociais.

Com as novas formas de comunicação, e armazenamento de dados lidados hoje no cotidiano, há uma necessidade de adaptação e discernimento sobre quais tipos de dados disponibilizar na rede.

Há pouco tempo atrás era bastante comum a utilização do papel para transcrever informações pessoais, públicas ou empresariais, sendo esses armazenados de formas adequadas para evitar perda das informações contidas nesses documentos. Agora com as novas possibilidades de armazenamento, existe uma grande demanda do setor corporativo em digitalizar seus documentos e realizar a importação desses para seus sistemas.

Vê-se que a utilização do papel para armazenamento de informações ainda é bastante comum em algumas situações, porém, cada vez mais essa prática vem sendo reduzida, dando lugar ao acesso de informações no ambiente virtual.

E é devido às novas formas de armazenamento de dados e comunicação que se torna cada vez mais comum e imprescindível o interesse das empresas em investir na segurança da informação.

É natural que surjam vários questionamentos quando o assunto é segurança da informação e, principalmente por tratar-se de uma área desafiadora, que segundo Nakamura e Geus (2010, p. 52) “uma solução de segurança é imensurável e não resulta em melhorias nas quais todos podem notar que alguma coisa foi feita. Pelo contrário, a segurança tem justamente o papel de evitar que alguém perceba que alguma coisa está errada. O fato é que ninguém percebe a existência da segurança, apenas a inexistência dela, quando um incidente acontece e resulta em prejuízos gigantescos.”.

A prática da segurança visa mitigar vulnerabilidades que algo ou alguém estejam sujeitas, com o intuito de proteger o mesmo, e para que isso aconteça, é interessante e recomendado que os procedimentos tomados para reduzir os riscos não sejam ditos ou divulgados.

A exposição do procedimento de segurança reduz a eficiência da operação, uma vez que o inimigo possuirá mais recursos para planejar melhor sua ação.

Sabe-se que há várias medidas de segurança que são visíveis pelo indivíduo, como é o caso da instalação de câmeras, sensores, chips, senhas, entre inúmeros outros procedimentos que são usados com a finalidade de proteção, seja de um ambiente, das pessoas ou da informação.

Porém, ainda com a utilização desses recursos, não há uma garantia de segurança, justamente porque as câmeras podem não estar sendo monitoradas e os sensores podem não estar postos em locais estratégicos como deveriam, entre tantas e tantas situações como a própria falta de energia que podem tornar o investimento em segurança um grande fracasso.

Devido a todas essas circunstâncias é que se pode dizer que a segurança não se vê, uma vez que o visível não é a garantia de segurança, mas é possível senti-la devido a vários procedimentos os quais um indivíduo é submetido em prol da segurança, ou pelo histórico de um ambiente ou empresa. Deve-se ter o cuidado para que não seja uma falsa sensação de segurança, o que é mais arriscado que a total ausência dela.

Primeiro é interessante compreender o que o termo “segurança” está associado, o que corresponde às medidas tomadas para evitar prejuízos de um modo geral.

Já a “segurança da informação” aborda o assunto com um foco mais específico. Sendo assim, trata-se de um conjunto de precauções que tem o objetivo de proteger as informações, estejam elas armazenadas em servidores, trafegadas na rede, comentada dentro ou fora da organização ou de uma residência, dos comentários realizados nas redes sociais, contidas nos papeis que são dispensados no lixo, da conversa no fim de semana com os amigos, da ligação telefônica que fizeram erroneamente, entre outras situações possíveis em que a informação pode ser obtida ou transmitida.

"

A exibição deste artigo foi interrompida :(
Este post está disponível para assinantes MVP

 
Você precisa estar logado para dar um feedback. Clique aqui para efetuar o login
Receba nossas novidades
Ficou com alguma dúvida?