Índices – Uma Visão Interna – Parte I
Para iniciar minha participação neste espaço, gostaria de escrever sobre um assunto que tenho extremo interesse e ao qual dedicarei uma série de seis artigos aqui iniciada, índices.
Introdução
Qualquer profissional da área de bancos de dados, relacionais ou não – afinal de contas orientação a objetos ainda não prevê nada novo que seja tão rápido em pesquisas como índices – tem uma verdadeira febre para busca de performance, e neste cenário os índices aparecem em quase todo o elenco, nos fornecendo diversas estratégias para a obtenção de velocidade em pesquisas de registros.
Sabemos que para um bom trabalho com bancos de dados não basta apenas espalhar entre vários blocos os registros que representam tuplas da relação ou objetos da extensão. Para termos convicção disto, basta nos indagar em como responderíamos até mesmo a uma consulta extremamente simples, como por exemplo SELECT * FROM CIDADES. Uma “viagem” bloco-a-bloco no sistema de armazenamento teria que ser feita e ainda teríamos que ter informações suficientes nos cabeçalhos de blocos para identificar em que ponto do bloco os registros começam e a que">
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