| Últimas 20 atualizações de CINIRO NAMETALA |
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Nesta semana o blog CINIRONET[1] publicou um post super interessante que ensina de forma clara, bem humorada e prática todos os procedimentos necessários para um indivíduo realizar e passar de primeira no exame de certificação ITIL V3 Foundations. Essa certificação que já há alguns meses vem se tornando sensação no mercado de TI brasileiro provê a pessoa que a tem capacidades de implantar os conceitos fundamentais dessa biblioteca de boas práticas no gerenciamento de serviços de TI. Para quem está interessado em fazer a prova ou até mesmo em conhecer mais desse assunto este post é uma ótima referência pois disponibiiliza também materiais para estudo, apostilas, simulados e outras informações relevantes. Vale a pena conferir!
[1]http://ciniro.blogspot.com/2010/05/certificacao-itil-aprenda-como-passar.html
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Um dos recursos mais interessantes no Skype 3.2 é a integração que ele fornece com o website do produto num serviço chamado SkypeCast. O SkypeCast nada mais é que um grupo de pessoas conversando em tempo real num chat. O serviço se tornou nos últimos tempos o mais famoso ponto de encontro para as pessoas que desejam praticar inglês, fechar negócios e também fazer amigos. O problema é que a integração do Skype com o serviço citado é disponível, exclusivamente, na versão 3.2, e esta não tem suporte a sistemas Linux, onde a versão mais recente é a 2.0. No Diário da Nave Linux, um blog onde um usuário Windows relata suas experiências na migração para Linux, é disponibilizado um tutorial que passo-a-passo ensina como usar o recurso no Ubuntu 8.04 com o Skype versão 2.0 for Linux. fonte: Diário da Nave Linux
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A diversidade de opiniões é a melhor das características em qualquer área do conhecimento, gera discussões, fomenta a concorrência e dá ânimo as pessoas a darem de si sempre o melhor. E é graças a essa diversidade que vemos hoje, no âmbito do computação, e principalmente no mercado de software que, em geral, existem dois grandes perfis de usuários: Defensores do Open Source, Defensores do Software Proprietário.
Sim, essa é uma discussão há muito já debatida. No entanto, a disputa entre os dois polos vem se acirrando muito no último ano. O Open Source, tendo o Linux como carro-chefe, vem ganhando espaço na mídia e nos computadores das pessoas graças a um divulgação intensa. O que leva ao surgimento de um sub-debate dentro desta questão, o debate acerca do 'processo de migração entre Sistemas Operacionais'.
Quais facilidades e dificuldades encontramos ao migrar, por exemplo, de um Windows para um Ubuntu? De um IE para um Firefox? De um Microsoft Office para um BrOffice?
Pois bem, semana passada foi lançado na internet um BLOG entitulado 'O Diário da Nave Linux'[1], neste BLOG são relatadas as experiências e impressões de um usuário totalmente moldado pelo mercado proprietário tentando a migração para o modelo open source. O autor do blog, Ciniro Nametala (codinome 'Bill'), satiriza e crítica de forma bem humorada com crônicas e textos os problemas que tem enfrentado e as descobertas que tem feito. O objetivo do BLOG é deixar para a posteridade o relato de um caso de sucesso ou fracasso neste processo de migração. O BLOG ainda traz os comentários do colaborar Wanderson Santiago(codinome 'Wasare'), usuário Linux a mais de 10 anos e que faz o papel de advogado no BLOG.
Vale a pena conferir, acompanhar, comentar e torcer para que 'Bill' resolva de vez ser mudar para o 'Planeta Software Livre'.
[1]http://diariodanavelinux.net -->">
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SQL Server Compact Edition: Criando um framework para acesso a dados em dispositivos móveis
1.
Introdução
Convergência e Mobilidade. Aí estão duas palavras que vem se tornando o foco do
mercado de tecnologia no Brasil e no mundo. Basta ver os números. Segundo o
IDC(IDC's Enterprise Mobility & Convergence São Paulo) 70% de um universo de 90
empresas pretendem contratar uma integradora de soluções móveis em 2008. O
presidente da Acel (Associação Nacional das Operadoras de Celular), Ércio Zilli,
recentemente disse que, no próximo ano, o crescimento da telefonia móvel deverá
ser entre 10% e 12%. Estamos realmente entrando na quinta era da computação,
onde, os antes poderosos e solitários desktops, começam a se integrar, formando
complexas e robustas estruturas de informação distribuída com pontos móveis.
As
pessoas, hoje, perdem pouco a pouco a idéia do “computador de mesa”, ao passo
que as sociedades virtuais juntamente com a grande enciclopédia INTERNET,
começam a se tornar uma realidade estabelecida. E para a integração dos
indivíduos e seus respectivos personagens neste novo mundo
rpgístico, é necessário que os aparelhos móveis sejam utilizados. Fator como
este, transforma o mercado de desenvolvimento em um grande funil que converge
para o projeto de software móvel. Como no início da história da engenharia da
computação, é cobrado agora do desenvolvedor de sistemas o
skill criatividade. Pouco espaço,
pouca memória, muita objetividade, muita versatilidade.
Neste
contexto, o presente artigo apresenta um tutorial que ensina passo-a-passo, como
construir um framework para acesso a dados na versão compacta e móvel do
Microsoft SQL Server. O SQL Server Compact Edition é um SGBD suportado pelos
sistemas operacionais da linha Windows Mobile. Este banco de dados oferece
muitos recursos, do ponto de vista de ser móvel. Permite a criação e manipulação
de dados em bases através de uma simples interface. Nele, podem-se criar
tabelas, inserir registros, inserir colunas, definir chaves primárias,
auto-incremento, transações e campos dos mais variados tipos, incluindo imagens
e binários. Suporta consultas do tipo SQL e dispõe de até dois gigabytes de
espaço para armazenamento. Vamos acompanhar nas próximas seções como implementar
esse sistema em nossos projetos e como utiliza-lo através de uma camada de
acesso.
2. Uma
camada para acesso a dados
Nosso
framework de acesso vai trabalhar numa camada separada do projeto (Figura 1).
Vamos definir toda a lógica que corresponde a manipulação de dados dentro de uma
classe separada. No final do projeto, essa classe vai ser compilada e um arquivo
de extensão DLL será gerado. Este arquivo pode ser reutilizado sempre que
necessário em outros projetos. A classe, por sua vez, pode ser expandida,
suportando um maior número de bancos de dados. Empregaremos assim, os alicerces
de encapsulamento e abstração que a Programação Orientada a Objetos dispõe. 
Figura
SEQ Figura \* ARABIC
1 - Camadas
envolvidas no projeto
Nesta
classe serão definidos métodos que acessam o banco de dados para retornar
informações ou modifica-las. Criaremos ainda alguns métodos mais específicos
como os que criam base de dados em tempo de execução e os que trabalham com
transações. Bem, então vamos por a mão na massa...
3.
Iniciando o projeto
Para a
construção do nosso projeto utilizaremos o Visual Studio 2005 e a linguagem
VB.NET 2005 num projeto de Windows Mobile 5.0 Pocket PC Application. Para isso, abra o
VS2005, vá ao menu File>New Project.
Quando a janela New Project for
apresentada, escolha na árvore de projetos a opção
Visual Basic Projects>Smart Device>Windows Mobile 5.0 Pocket PC. Em seguida
nos tipos de projeto apresentados selecione
Device Application e dê o nome de AcessoDados. Clique em OK para confirmar.
Feito
isso, abra a janela Solution Explorer
e clique com o botão direito do mouse sobre o nome do projeto, vá agora ao menu
Add>New Item. Na janela que será
apresentada, escolha a opção Class Diagram.
Dê ao arquivo o nome de dgAcessoDados.cd.
Esse arquivo especifica um diagrama de classes, que pode ser construído
visualmente. Ou seja, utilizaremos o Visual Studio como ferramenta CASE,
elaborando o projeto do framework inicialmente através de um diagrama. Na
seqüência o Visual Studio criará automaticamente a classe, seus métodos e
propriedades e adicionará a mesma ao nosso projeto.
Assim
que o arquivo de diagrama for adicionado ele será automaticamente aberto. No
centro da tela, aparecerá a opção de visualizar a janela
ToolBox. Clicando sobre essa opção, vemos que vários componentes são
dispostos. Estes componentes podem ser utilizados para construir dos mais
simples aos mais complexos diagramas de classes, dentre estes temos:
· Class:
Corresponde a uma classe. Nesta poderemos, visualmente, adicionar métodos,
campos e propriedades.
· Enum: Define
um tipo enumerado para ser utilizado no restante do projeto.
· Interface: De modo visual pode-se criar um molde para as classes que herdarem
deste componente.
· Abstract
Class: Com este
componente, que na prática não pode ser instanciado, pode-se definir métodos,
campos e propriedades que sempre serão herdados em classes filhas.
·
Module: Cria um
arquivo modular similar ao disponível no antigo Visual Basic 6. Usualmente
utilizado para declarar classes e métodos públicos.
Inheritance: Com este
componente em forma de seta selecionado clique sobre uma classe a ser definida
com pai, e sequentemente, na classe a ser definida como filha. Feito isso, um
relacionamento de herança entre elas será criado automaticamente.

Figura
SEQ Figura \* ARABIC
2 -
Componente Class
Continuando nosso projeto, arraste para a tela, um componente
Class que se encontra na aba Class Designer (Figura 2). Quando fizer isso, uma janela aparecerá para que
você indique algumas informações sobre a classe. Configure esta janela como na
Figura 3 e clique em OK.

Figura
SEQ Figura \* ARABIC
3 - Janela
New Class
Executado esse procedimento, um diagrama representando uma classe será
automaticamente adicionado na tela. É neste diagrama que vamos adicionar os
métodos que constituirão nosso framework. Abra a janela Solution Explorer e
repare que o arquivo de classe já foi criado, verificando o seu conteúdo podemos
perceber que toda a estrutura de código também já foi adicionada pelo Visual
Studio, no entanto, por enquanto não precisamos nos preocupar com o código, ou
com quais bibliotecas iremos utilizar, estamos na fase de projeto.
4.
Métodos de Conexão
Nossa
camada de acesso vai interagir com o SQL Server Compact Edition de diversas
formas. Precisaremos selecionar, apagar, inserir e alterar informações. Assim,
com base nos objetos do ADO.NET 2.0 vamos definir os métodos a serem
disponibilizados pela classe. Criaremos então o arquivo de classe passo-a-passo,
iniciando com os métodos a seguir:
·
AbreConexao(): Método que conecta ao banco de dados móvel.
·
FechaConexao(): Método que desconecta a aplicação do banco de dados.
·
CriaBD(nomeBD As String): Cria um banco de dados num
path desejado.
Para
adicionar um método no visual da classe, selecione o diagrama, clique com o
botão direito sobre ele e vá ao menu
Add>Method(). Quando o método for adicionado, defina o nome dele como
AbreConexao e pressione ENTER. Repita esse passo, para os métodos
FechaConexao e
CriaBD. Vá ao código da classe e repare que os métodos já foram criados
automaticamente.
Para que
seja possível utilizar o banco de dados SQL Server Compact Edition, precisa-se
adicionar uma referência a sua biblioteca. Para isso, clique com o botão direito
sobre o nome do seu projeto na Solution Explorer, e vá ao menu Add
Reference. Na aba .NET, encontre e
selecione o namespace
System.Data.SqlServerCe (Figura 4). Feito isso, clique em OK.
 Figura
SEQ Figura \* ARABIC
4 -
Adicionando referência ao SQL Server CE
No
código gerado não existe um namespace definido para esta classe, nem a
importação das bibliotecas necessárias ao projeto, visto isso, modifique o
código da biblioteca para que ele fique como o da Listagem 1.
Listagem
SEQ Listagem \* ARABIC
1 -
Namespaces utilizados
|
Imports System
Imports System.Data
Imports System.Data.SqlServerCe
Imports System.Text
Imports System.Collections.Generic
Namespace Conexoes
Public
Class conexaoSQLServerCE
Sub
New()
'METODO CONSTRUTOR
End
Sub
'objeto para conexao
Private conexao
As
New SqlCeConnection()
Public
Sub AbreConexao()
End
Sub
Public
Sub FechaConexao()
End
Sub
Sub CriaBD(ByVal nomeBD
As
String)
End
Sub
End
Class
End
Namespace
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...
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Implementando cadastro dinâmico com os componentes DragPanel e PasswordStrength do ASP.NET ATLAS Framework
Olá a todos! Meu nome é Ciniro Nametala, sou tecnólogo em informação pelo CEFET-MG, desenvolvedor e eterno estudante da plataforma .NET. Estou escrevendo este artigo no intuito de contribuir com a comunidade ASP.NETI.com, e principalmente ajudar a todos que queiram trabalhar com as esplêndidas ferramentas oferecidas pelo ASP.NET ATLAS Framework. Durante este artigo explicarei como implementá-lo na ferramenta Visual Studio .NET 2005 com .NET Framework 2.0, focando nosso desenvolvimento nos componentes DragPanel e PasswordStrength. Espero que este assunto seja de grande valia para todos assim como foi para mim.
Então vamos por a mão na massa...
O ATLAS Framework – Uma introdução
Durante algum tempo vários desenvolvedores programaram o grupo de tecnologias AJAX para criar suas aplicações de forma a oferecer aos usuários experiências mais interessantes e interativas. Essa forma de implementação era por alguns olhos vista como dispendiosa quando se falava em tempo e aproveitamento de código, sendo que era necessário trabalhar de forma pouco encapsulada os métodos que forneciam acesso as facilidades das várias “dll’s” que tratavam AJAX em ASP.NET. Assim, várias pessoas continuarão a oferecer suas páginas sem esse tipo de processo, mesmo conhecendo o AJAX, com a desculpa de que seus projetos não tinham tempo para esse tipo de implementação ou que numa balança onde pesamos desempenho por prazo de entrega, o lado do desempenho saía perdendo.
Para sanar estes problemas que impediam os desenvolvedores de implementar o AJAX é que o ASP.NET saiu na frente mais uma vez perante as outras tecnologias concorrentes no mercado. Esse passo a frente é o chamado ATLAS Framework, como o próprio sobrenome diz, uma estação de trabalho, com componentes prontos para serem usados e uma filosofia de fácil implementação para criação de métodos que atribuem funcionalidades próprias do AJAX a nossos projetos ASP.NET.
Composto por tags praticamente idênticas as do ASP.NET, ele é facilmente dominado em pouco tempo por qualquer desenvolvedor. Os componentes podem ser usados na página interagindo com os Web Controls nativamente. Enfim, não existem mais desculpas para que pelo menos algumas das partes mais maçantes dos nossos projetos não venham a conceber-se com este método de desenvolver e apresentar conteúdo.
Construindo os alicerces...
Para implementar este projeto é necessário baixar os componentes do ATLAS, para isso entre em http://msdn.microsoft.com/asp.net/info/future/atlastemplate/ e faça isso. São dois componentes necessários: AtlasSetup.msi e AtlasControlKit.exe.
Terminado o download instale os componentes na sua máquina, não tem segredo, é somente ir clicando em NEXT. Quando aparecerem duas checkboxes indagando sobre instalar ou não os templates para VBNET e C#, deixe-as marcadas para referências futuras se preferir. Feito isso, um template de projeto acaba de ser adicionado ao VS2005, basta abri-lo e observar que quando decidimos criar um novo Web Site temos na caixa de seleção a opção de criar um “ATLAS” Web Site. Veja a figura abaixo:

Ilustração 1 - Observe a opção destacada em My Templates, esta aparece assim que executamos o arquivo AtlasSetup.msi.
Agora que já instalamos e conferimos o ATLAS para a nossa disposição, escolhemos a opção “Atlas” Web Site, damos um nome e salvamos nosso projeto em alguma área de nossa preferência. Usaremos como linguagem neste artigo o C#, para isso selecione na dropdown Language esta opção e confirme.
O VS2005 apresentará um arquivo texto. Posicione o mouse sobre sua Solution Explorer e observe que no projeto criado, temos dentro da pasta BIN, a DLL Microsoft.Web.Atlas, é ela quem executará ao fundo as funções externas de AJAX. Selecione os arquivos eula.rtf e readme.txt e exclua-os, esses não tem função dentro do nosso projeto. Sua Solution Explorer deve ficar como a da figura abaixo:

Agora precisaremos do kit de controle que contém os componentes do framework ATLAS, para carregá-los, vá à pasta onde você descompactou o arquivo AtlasControlKit.exe e copie o arquivo AtlasControlToolkit.dll e Microsoft.AtlasControlExtender.dll para dentro da pasta BIN do seu projeto. Feito isso clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do seu projeto e clique na opção Add Reference, vá até a aba Browse e selecione o arquivo AtlasControlToolkit.dll. Dê OK.
Pronto! Com isso montamos a estrutura para desenvolver todo um projeto em cima do framework ATLAS, ou seja, instalamos os templates, copiamos os arquivos necessários e adicionamos as referências ao projeto.
Levantando as paredes...
Clique com o botão direito sobre seu projeto e vá em Add New Item, selecione Web Form e dê para ele o nome de index.aspx. Clique em Add.

Construiremos nossa aplicação em cima desta página. Sendo ela a principal, clique com o botão direito do mouse sobre ela na Solution Explorer e depois em Set As Start Page.
Agora arraste de sua ToolBox os seguintes componentes e configure suas propriedades de acordo com o esquema abaixo:
Panel
ID: pnlCadastro
BorderColor: Black
BorderWidth: 1px
- Os próximos controles devem ser inseridos dentro do Panel mostrado anteriormente.
TextBox
Na quantidade de 3, coloque os seguintes ID’s, txtNome, txtEmail e txtSenha.
Button
ID: cmdInserir
Text: Inserir
Label
ID:lblResultado
Text: <vazio>
ForeColor:Red
Colocados todos os componentes, sua página deverá ficar semelhante a figura abaixo:

Salve seu trabalho. Vamos operar agora no modo Source, para isso selecione esta visão no rodapé do seu VS2005. Veja que ele apresenta o código não-visual da sua página. Aqui registraremos o ATLAS e seus componentes para podermos usá-los. Criaremos primeiramente a rotina para o componente DragPanel. Com ele teremos a liberdade de arrastar para qualquer parte da página o painel que contém o nosso formulário de cadastro. Para isso no topo do nosso código Source, abaixo da diretiva de página Page, adicione as seguintes linhas:
<%@ Register Assembly="Microsoft.Web.Atlas" Namespace="Microsoft.Web.UI" TagPrefix="Atlas" %>
<%@ Register Assembly="AtlasControlToolkit" Namespace="AtlasControlToolkit" TagPrefix="atlasToolkit" %>
Na primeira registramos a DLL que usa o ATLAS e demos para ela um nome/prefixo que usaremos na chamada dos componentes. Fazemos a mesma coisa para o AtlasControlToolkit, ou seja, as ferramentas componentizadas que já vem prontas para o ATLAS Framework.
Os componentes ATLAS – Implementando o DragPanel
O ATLAS Framework como já dito anteriormente, possui vários componentes que podem ser usados nativamente em interação com nossos Web Controls ASP.NET. Isso quer dizer que para usufruir das suas funcionalidades, basta inserir em nosso código ASP.NET as tags que os apresentam. No site http://www.atlas.net você pode conferir a lista completa de componentes, suas funcionalidades e como usa-los. Lembrando que de tempos em tempos temos novos componentes surgindo juntamente com as novas versões do framework.
A estrutura básica para escrever um componente ATLAS é idêntica as dos controles ASP.NET, sendo assim:
<[TagPrefix]:[Componente] [propriedades] = ”[valor]” > </[TagPrefix]:[Componente] >
[TagPrefix]: O prefixo que você delimita na diretiva de registro para a dll que indica o toolkit.
[componente]: O nome do componente ATLAS usado.
[propriedades]: Alguma propriedade do componente.
[valor]: O valor atribuído à determinada propriedade, este fica entre aspas duplas.
Logo, pode-se perceber como é simples escrever os componentes ATLAS. Vamos agora inserir em nossa página o componente
...
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Criando um aplicativo móvel com armazenamento em XML e sincronização de dados com a WEB
PARTE I
Olá a todos! Meu nome é Ciniro Nametala, sou tecnólogo em informação pelo CEFET-Bambuí, Minas Gerais, sou desenvolvedor e estudante da plataforma .NET em sua total abrangência. Estarei nesse artigo demonstrando a todos como é fácil e abstraído os métodos que permeiam o desenvolvimento de aplicativos móveis quando trabalhando .NET. Usaremos a linguagem Visual Basic 2005 e Visual Studio 2005. Ainda, estaremos armazenando todas as nossas informações em arquivos do tipo XML, dispensando o banco de dados compacto da Microsoft, o SQL Server CE. Por fim e na próxima parte deste artigo, continuaremos, desenvolvendo uma solução moderna, que com o uso de Web Services enviará a um servidor remoto os dados trabalhados dentro de nosso aplicativo móvel, fazendo uma sincronização e proporcionando consultas aos dados diretamente de um endereço WEB qualquer. Espero que este artigo introduza muitas pessoas neste fantástico mundo da mobilidade tão valorizado nos dias de hoje e tão fácil de ser abraçado usando as ferramentas da plataforma .NET.
Então vamos por a mão na massa...
Mobilidade, Armazenamento, Emuladores, enfim Definições
Se pararmos e olharmos para trás vamos perceber que as implementações móveis são um sonho do homem informatizado que vem de muito tempo. Desde que criaram-se o PC e suas ramificações, muitas tentativas partindo de vários fabricantes se tornaram sucesso e fracasso nas mãos dos amantes da tecnologia. Mas se parássemos pra nos perguntar: Onde estava a Microsoft antes dos sofisticados dispositivos móveis que hoje se disseminam por ai? E o que ela oferecia no mercado antes da robusta plataforma .NET e do suporte ao desenvolvimento das Mobile Applications?
Bem, antes, levando para a prática e indo diretamente ao ponto, tínhamos uma linguagem específica e com muitos problemas em sua terceira versão chamada eVB, ou Embed Visual Basic, uma pseudo-extensão do VB Clássico que possuía API´s customizadas rodando também em um ambiente customizado, esta baseada diretamente em scripts e com tipagem de dados muito fraca, suporte a tratamento de erros que se limitavam por exemplo ao “infantil” “On Error:”. Com essa necessidade de uma base sólida para oferecer aos programadores que desejavam desenvolver aplicativos móveis então foi idealizada e constituída a .NET Compact Framework, uma versão não só mais enxuta, mas específica para este tipo de criação, herdando valores da versão completa do Framework .NET e ainda oferecendo controles, biblioteca de classes prontas, além de mais uma infinidade de facilidades.
Levando em conta as reduzidas capacidades dos dispositivos móveis podemos colocar que armazenamento de dados, tamanho de tela, memória são limitações que o .NET CF(.NET Compact Framework) dribla de forma elegante. Além do gerenciamento automático de memória e adaptação padrão em tamanho de tela, foi desenvolvido o Microsoft SQL Server CE, uma edição compacta destinada e desenhada para rodar em dispositivos que possuam limitações características e sistema Windows CE. Nele temos uma interface de fácil trabalho, criamos bancos, tabelas, executamos consultas, dentre outras funções pertinentes a um banco de dados.
E por fim você notará que é muito fácil e intuitivo desenvolver dentro do Visual Studio 2005. Não existindo diferenças de metodologia de quando se desenvolve Web ou Win Applications, usaremos livremente a linguagem que gostamos e trabalharemos da mesma forma RAD, arrastando controles para um molde de tela. Ao executar o debug, você entrará em contato com o emulador desejado, este cria uma instância perfeita de um dispositivo na memória do seu PC, de dentro desta instancia roda seu aplicativo. Existem vários tipos de emuladores de vários tipos de dispositivos, para ter acesso a eles saiba que podemos encontrá-los nos sites das fabricantes, sugiro um bom site http://www.openwave.com/.
Bom o papo foi longo, mas vamos ao que interessa: Codificar.
Construindo os alicerces...
Nosso aplicativo terá como função listar e manipular a relação de bois cadastrados dentro de uma fazenda. O usuário poderá inserir, remover e salvar a lista de animais. Teremos uma interface principal que dará acesso aos outros formulários e na próxima parte desse artigo estarei ensinando como enviar estas informações a um servidor WEB utilizando Web Services.
Iniciando vamos executar a rotina clássica de criação de projeto clicando seguidamente em File>New Project> Na caixa Project Types escolhemos na árvore de projetos Visual Basic>Smart Device>Pocket PC 2003> e na caixa Templates clicamos sobre Device Application> Na caixa de texto abaixo damos um nome ao nosso projeto, no caso agroTeste. Sua janela New Project deve ficar como a exibida abaixo:

Criado o projeto repare que o Visual Studio exibe uma imagem mostrando o dispositivo móvel (Muito Legal!), se você não desejar que ela seja exibida clique sobre o formulário e defina a propriedade Skin como False. Vamos agora definir o esqueleto que vai rodar nossa aplicação, ou seja, vamos criar os formulários e neles adicionar os controles necessários. Nosso projeto será composto de três formulários, cada um deles com uma proposta diferenciada. Teremos um principal que dará acesso aos outros com o dito acima, outro para consultas e manipulação das informações e no terceiro um botão que executará a rotina que chama o Web Service e envia os dados para a WEB. Vamos começar construindo o Formulário Principal. Para isso aproveitaremos o formulário criado por padrão na construção do projeto. Vá até a sua Solution Explorer e renomeie o Form1.vb para frmPrincipal.vb clicando com o botão direito sobre ele e depois em Rename. Feito isso siga as instruções abaixo para modificar as propriedades do formulário e seus componentes:
Form (frmPrincipal.vb)
BackColor: Green
Text: Agro
Name: frmPrincipal
MainMenu: mainMenu1
Label
Font: Tahoma; 26pt; style=Bold
Text: AgroSystem
TextAlign: TopCenter
MainMenu
Name:mainMenu1
Clique sobre a indicação TypeHere, na barra de menu que aparece e vá definindo os menus e sub-menus de acordo com a seguinte árvore:

Feita a colocação dos controles o seu formulário deve ficar com a aparência apresentada abaixo:

Crie mais dois formulários, para isso clique com o botão direito em cima do nome do seu projeto na Solution Explorer, depois Add>New Item> Na janela apresentada selecione na caixa Add New Item – AgroTeste a opção Windows Form, na caixa de texto Name, dê o nome de frmConsultas.vb para o primeiro Formulário criado e frmWEB.vb para o segundo. Agora sua Solution Explorer deve estar com a seguinte configuração:

Defina os novos formulários inseridos de acordo com as características exibidas abaixo, lembrando-se de remover os MainMenu´s inseridos por padrão em cada adição de formulário feita ao projeto:
Form (frmConsultas.vb)
BackColor: Green
Text: AgroMaster - Consultas
Name: frmConsultas
Label
Font: Tahoma; 10pt; style=Bold
ForeColor: White
Text: Relação de Bovinos da fazenda
TextAlign: TopCenter
Name: lblTitulo
Label
Font: Tahoma; 10pt; style=Bold
ForeColor: White
Text: Nome:
Name: lblNome
Label
Font: Tahoma; 10pt; style=Bold
ForeColor: White
Text: Peso:
Name: lblPeso
Button
BackColor: White
Text: Remover
Name: cmdRemover
Button
BackColor: White
Text: Adicionar
Name: cmdAdicionar
Button
BackColor: White
Text: Salvar
Name: cmdSalvar
TextBox
Name: txtNome
TextBox
Name: txtPeso
Form (frmWEB.vb)
BackColor: Green
Text: WEB
Name: frmWEB
Label
ForeColor: White
Text: Clique aqui para enviar seus dados para a internet. Eles estarão acessíveis através do seu site.
TextAlign: TopCenter
Name: lblInfo
Button
BackColor: White
Text: Sincronizar com WEB
Name: cmdSincronizar
Confira abaixo como devem ficar a aparência dos formulários construídos:

Levantando as paredes...
Bem. Vamos agora a primeira parte de codificação do nosso projeto. No formulário frmPrincipal.vb, temos um MainMenu, dentro dele teremos os itens que ao serem clicados chamarão nossos outros formulários. Não temos aqui a necessidade de indicar que este é o formulário mestre, mas teremos que chamar todos os outros de forma que eles sejam apresentados como janelas de diálogo, assim, terão sempre que ser fechados antes do formulário principal. Para isso dê duplo click sobre os submenus do MainMenu e insira os códigos:
Public
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