Boas Vindas a Marcelo Marfil
Este é meu primeiro artigo aqui no site.
O tema sobre o qual vou estar escrevendo é um pouco diferente da maioria. Não vou partir pro lado absolutamente técnico, escrevendo “How-To” pois isso já é feito, e muito bem feito, por muitos aqui.
Minha proposta é passar um pouco de minha experiência em processos de desenvolvimento e como isso pode auxiliar nossas vidas.
Eu sei que processos de engenharia de software, para quem é técnico, muitas vezes causa cansaço, por custar tempo e trabalho em documentos que, por muitas vezes, nem serão entregáveis.
Mas eu gostaria de exemplificar a importância destes.
Vou estar escrevendo baseado no modelo CMMi, partindo do nível mais básico, o 2, e tentarei chegar ou nível 5, o top.
Para quem não conhece, o CMMi é um conjunto disciplinas para o processo de engenharia de software a serem seguidas para que o desenvolvimento, desde a fase de requisitos, até a entrega, seja definido, repetível, gerenciado e possa evoluir na linha do tempo.
Ele não define como fazer. Isso cabe a cada empresa. Ele simplesmente define o que fazer, como mínimo para que o processo funcione.
São disciplinas do CMMi, versão 1.2, por nível de maturidade:
· 1 – Initial (Inicial)
· 2 – Managed (Gerenciado)
o Requirements Management (Gerenciamento de Requisitos);
o Project Planning (Planejamento de Projeto);
o Project Monitoring and Control (Monitoramento e Controle de Projeto);
o Supplier Agreement Management (Gerenciamento de subcontratação);
o Measurement and Analysis (Medições e Análise);
o Process and Product Quality Assurance (Garantia de Qualidade);
o Configuration Management (Gerenciamento de Configuração);
·
...
Exibição do post interrompida. Para ler conteúdo completo,
clique aqui