Projeto
Domain Driven Design
De que se trata o artigo:
Neste artigo veremos os principais padrões de Domain Driven Design e alguns exemplos de como esses padrões podem ser aplicados.
Para que serve:
DDD induz a implantação de um cenário de melhoria contínua, podendo ser uma ferramenta extremamente útil para se desenvolver software de qualidade e que atenda bem as necessidades do cliente.
Em que situação o tema útil:
Tanto programadores quanto arquitetos e especialistas de negócio podem se beneficiar com as técnicas de DDD, que ensinam justamente boas práticas de como modelar seu domínio, além de tornar eficiente a interação entre os vários papéis de pessoas que fazem parte do processo de desenvolvimento de software. DDD pode ser muito útil quando vários times trabalham em conjunto no desenvolvimento de um sistema complexo.
Uma Introdução
Domain Driven Design significa Projeto Orientado a Domínio. Ele veio do título do livro escrito por Eric Evans, dono da DomainLanguage, uma empresa especializada em treinamento e consultoria para desenvolvimento de software. O livro de Evans é um grande catálogo de Padrões, baseados em experiências do autor ao longo de mais de 20 anos desenvolvendo software utilizando técnicas de Orientação a Objetos. O que seria um Padrão?
Um padrão é uma regra de três partes que expressa a relação entre um contexto (1), um problema (2) e uma solução (3).
DDD pode ser visto por alguns como a volta da orientação a objetos. É verdade que o livro é um chamado às boas práticas de programação que já existem desde a época remota do SmallTalk. Quando se fala em Orientação a Objetos pensa-se logo em classes, heranças, polimorfismo, encapsulamento. Mas a essência da Orientação a Objetos também tem elementos como:
· Alinhamento do código com o negócio: o contato dos desenvolvedores com os especialistas do domínio é algo essencial quando se faz DDD (o pessoal de métodos ágeis já sabe disso faz tempo);
· Favorecer reutilização: os blocos de construção, que veremos adi
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